segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Empreendimento Comercial na Zona Portuária do RIO DE JANEIRO


Valorizado

O Globo, Negócios & Cia, 12/Nov


A Concal lança o Alfa, projeto corporativo com 512 unidades, na Rua Francisco Eugênio, próximo à Estação da Leopoldina. Estima R$ 120 milhões em vendas. O metro quadrado sairá a R$ 8.500. Dois anos atrás, o valor na região variava entre R$ 5 mil e R$ 6 mil. A valorização tem a ver com a revitalização da Zona Portuária. 



Para quem estiver interessado é só entrar em contato através do (21) 8522-9511.

BB lança crédito para imóvel na planta ou em construção



Extra, 13/Nov

O Banco do Brasil (BB) lançou uma linha de crédito para a aquisição de imóveis na planta ou em fase de construção para pessoas físicas. A nova modalidade será destinada a empreendimentos que tiverem suas construções financiadas pelo banco por meio do Financiamento à Produção PJ - BB Plano Empresário. A novidade já está disponível para unidades do programa "Minha casa, minha vida". A linha tem taxa de juros a partir de 8,4% ao ano, prazo de até 30 anos e possibilidade de financiamento de até 80% pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e de até 90% pelo "Minha casa, minha vida". A carência é de até seis meses após o fim da obra para iniciar o pagamento do empréstimo imobiliário. 

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A vez da Zona Norte - Bairro planejado com estrutura de lazer e segurança será lançado em Del Castilho



Meia Hora, 10/nov
Bairro planejado com estrutura de lazer e segurança será lançado em Del Castilho
A Zona Norte do Rio vai ganhar um condomínio bairro este mês. De acordo com a PDG e Living, braço econômico do RJZ Cyrela, o complexo residencial não deixará nada a desejar em relação aos tradicionais bairros planejados da Barra da Tijuca.
O Rio Parque será construído numa área de 43 mil metros quadrados em Del Castilho e terá 1.500 apartamentos. A proposta é usar o conceito de condomínio com áreas verdes, de conveniência, infraestrutura de lazer e segurança.
O condomínio América faz parte da primeira fase do bairro planejado e terá apartamentos por a partir de R$ 181 mil. O novo residencial será composto por três edifícios (Califórnia, Flórida e Havaí), com um total de 452 unidades, de dois e três quartos.
As áreas de lazer serão independentes e integradas a um centro de conveniência comercial e de serviços, além de um parque verde privativo. Na primeira fase, o lazer vai contar com salão de festas adulto e infantil, brinquedoteca, praça, solário, piscinas, bar da piscina, salão de jogos, espaço fitness com academia, campo de futebol e churrasqueira, entre outros itens.
Muito verde e diversão
Com cinco mil metros quadrados, o parque verde privativo vai abrigar mais de 500 árvores, campo de futebol, três quadras - duas de areia e outra poliesportiva-, uma pista de caminhada e ciclovia com um quilômetro. Além disso, a área de lazer será completa e terá itens como espaço fitness, churrasqueiras, playground, área para piquenique, praças de jogos e pet walk (para animais de estimação).
Segundo a Living, os moradores contarão ainda com os shoppings Nova América e NorteShopping, além do Prezunic, nas redondezas. O empreendimento fica a dois minutos do metrô de Del Castilho, na Estrada Adhemar Bebiano.

BB vai financiar imóveis na planta



Jornal do Commercio, 10/nov
O Banco do Brasil vai começar a financiar a compra de imóveis na planta ou em fase de construção para pes¬soas físicas. O vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, Paulo Rogério Caffarelli, disse que esse é mais um passo na estratégia do banco de crescer no crédito imobiliário. A projeção é de que a carteira total do segmento aumente 120% este ano, fechando dezembro em R$ 7,5 bilhões.
Até agora, o banco público só fazia o financiamento habitacional de operações tradicionais, como compra de imóveis novos e usados e financiamento a construtoras e incorporadoras. Nas novas linhas, o próprio BB vai liberar o crédito para as pessoas físicas no momento da compra do imóvel na planta. Segundo Caffarelli, o mais comum era as construtoras financiarem as operações, o que comprometia seus limites de crédito para a construção. "Com o banco financiando a pessoa física, libera mais limite para as construtoras."
As novas linhas de crédito, porém, só serão destinadas à aquisição de empreendimentos que tiverem suas construções financiadas pelo BB. O banco tem programas de financiamento para as 16 maiores construtoras do País. Caffarelli destaca que o BB também tem procurado estreitar os laços com construtoras de menor porte. Cerca de 2,5 mil delas são correntistas do banco, das quais 800 já possuem limite de crédito.
O financiamento na planta também está disponível para empreendimentos do Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. A previsão do banco é de que sejam financiadas 37 mil unidades habitacionais no âmbito do programa até o fim do ano. As linhas de financiamento para imóveis na planta têm taxa de juros a partir de 8,4% ao ano, prazo de até 30 anos e possibilidade de financiamento de até 80% pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e de até 90% no Programa Minha Casa, Minha Vida.
O BB encerrou o mês de setembro com saldo de R$ 5 bilhões na carteira imobiliária de pessoa física, expansão de 105% ante setembro do ano passado. Conside¬rando a carteira de pessoa jurídica, o saldo total sobe para R$ 6,3 bilhões.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Refinanciamento de imóvel com "troco"



Brasil Econômico, Ana Paula Ribeiro, 25/out

A Caixa Econômica Federal abriu a possibilidade dos clientes com financiamento imobiliário na instituição realizarem um novo empréstimo dando o imóvel como garantia. É uma espécie de "troca com troco", segundo explicou o superintendente de Clientes de Média e Alta Renda, Humberto José Teófilo Magalhães.
 Nessa nova modalidade, o cliente que possui saldo remanescente do financiamento imobiliário acessa um crédito em valor maior do que o necesário para quitá-lo. Por exemplo, se necessita de R$ 20 mil para fazer a quitação do imóvel, toma uma empréstimo de R$ 50 mil. A diferença, ou o "troco", pode ser utilizada para qualquer finalidade. O imóvel continua como garantia da operação de crédito.
As condições são as mesmas da linha de refinanciamento de imóveis, chamado de Crédito Aporte Caixa e que no ano passado foi remodelado. Nela, o cliente que possui um imóvel (residencial ou comercial) ou terreno pode tomar um crédito equivalente a até 70% do valor do imóvel por um pazo máximo de 180 meses. A taxa de juros é, em média, 1,5% ao mês mais a variação da TR. "É interessante ao cliente. Quando se olha o mercado bancário, a taxa de crédito pessoal fica entre 4% e 5% ao mês", avalia Magalhães.
A Caixa já liberou R$ 1,3 bilhão nessas operações até setembro, um avanço de 310% sobre o realizado durante todo o ano de 2010. Atualmente, essa carteira de crédito está em R$ 1,55 bilhão e o objetivo é chegar a R$ 1,8 bilhão até dezembro. O valor médio da operação é de R$ 140 mil.
De acordo com o executivo, o refinanciamento em geral demandado por três perfis de clientes: o que deseja realizar novos investimentos em um negócio próprio; aqueles que vão comprar um segundo imóvel; e os que buscam uma fonte de recursos barata para refinanciar uma dívida.
Perfil semelhante tem os clientes da BM Sua Casa (do grupo Brazilian Finance & Real Estate), que possui o refinanciamento de imóveis desde 2007. Segundo o diretor Elyseu Mardegan, a taxa de crescimento neste ano é de 150%, em uma carteira de crédito que já passou de R$ 1 bilhão. "No ano devemos liberar R$ 400 milhões nessa modalidade de financiamento", afirma.
Na BM Sua Casa, o refinanciamento pode ser feito pelo prazo de até 30 anos, com taxa de 1,08% ao mês mais a variação do IGP-M. Segundo o executivo, caso haja uma redução maior da Selic, hoje em 11,5% ao ano, será possível reduzir as taxas cobradas do cliente. "Se a Selic cair mais um ponto percentual já vai ter impacto para a redução das nossas taxas." 

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Alterações na planta e em acabamentos durante a construção do imóvel são negociadas na compra


Do seu jeito

Folha de São Paulo, Rosangela de Moura, 23/out

Quando a compra é na planta, a reforma do imóvel às vezes começa antes mesmo da entrega das chaves.
Negociadas na hora do contrato, alterações de projeto ou no acabamento podem ser feitas aproveitando a mão de obra da construtora.
A ideia é que não sejam levantadas paredes desnecessárias ou colocado um piso que não será utilizado, evitando gastos duplicados com material e instalação.
As mudanças permitidas variam de empresa para empresa. Há as que utilizem um sistema de créditos e débitos e cobrem apenas taxa de administração sobre o material novo a ser utilizado.
"Por exemplo, se o proprietário decide eliminar três paredes do projeto original, isso originará crédito na sua 'conta'; e, se trocar o piso da cozinha por outro mais caro, vai gerar um débito", explica o arquiteto Toninho Noronha.
O mais importante é a definição de paredes e pontos elétricos e hidráulicos conforme o desejado, pois evita quebra-quebra posterior, reforça a arquiteta Andréa Parreira.
CRONOGRAMA
Para se valer da mão de obra da construtora, é importante estar atento aos prazos da empresa. A gerente de personalização da Gafisa, Silvia Amaral, diz que a definição de mudanças deve ser feita em média 24 meses antes da entrega das chaves.
A maioria das construtoras, no entanto, oferece apenas opções de planta para escolha sem custo extra.
ANTECEDÊNCIA
O quarto dormitório foi aberto para a sala sem custo adicional, como opção de planta
Cubas, metais e bancadas de mármore foram escolhidos pelos proprietários e instalados pela construtora, ao custo de taxa de administração de 30%
Tomadas e pontos de luz foram alterados pela empresa
QUEM Adriana Fontana
adrianafontana.com.br
PAREDE E MEIA
Já na compra do apartamento, foi definido que a sala de estar e a cozinha seriam integradas
Como o piso da cozinha e da sala é o mesmo, o dono preferiu comprar o lote para não ter diferença de padrão
Foi solicitada também a instalação de um ponto elétrico para a televisão no que sobrou de parede entre cozinha e sala
QUEM Maithiá Guedes
maithiaguedes.com.br
ÁREA ABERTA
O revestimento de porcelanato, oferecido pela construtora no memorial, foi trocado por mármore
O segundo dormitório do apartamento foi transformado em um "home theater"
Os banheiros foram entregues sem a instalação das louças e sem revestimento, facilitando a aplicação dos itens escolhidos após a entrega das chaves
QUEM Toninho Noronha
toninhonoronha.com.br
MAIS ESPAÇO
O apartamento perdeu um quarto para ampliar a sala e criar uma área de "home theater" integrada
A porta do corredor foi invertida e o "closet" do velho quarto virou uma biblioteca
A parede que dividia sala de jantar da cozinha não foi erguida; no lugar foi projetado um armário que faz as vezes de divisória entre ambientes
QUEM Fernanda Dabbur
fedabbur.com.br
ADMINISTRAÇÃO
A empresa deu ao cliente o crédito do material que seria usado no apartamento e cobrou uma taxa de administração de 25% sobre os novos produtos instalados pelas modificações solicitadas
Na sala, foi colocado um ponto de gás encanado, que já abastecia a cozinha e os banheiros, para a lareira
A empresa preparou a infraestrutura da iluminação e colocou gesso no teto de todos os ambientes
QUEM Flávia Soares
arquitetaflaviasoares.com.br