quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

NOVIDADES SOBRE O MERCADO IMOBILIÁRIO NO BRASIL


Demanda local impulsiona mercado imobiliário de alto luxo no Brasil

Júlia Dias Carneiro
Da BBC Brasil no Rio de Janeiro
Atualizado em  2 de fevereiro, 2012 - 13:08 (Brasília) 15:08 GMT

O mercado imobiliário de alto luxo vem se expandindo no Brasil, com aumento da demanda no Rio e em São Paulo e crescimento também fora dos grandes centros, pressionando os preços para cima e gerando valorização recorde.
No Rio de Janeiro, os preços dos imóveis de alto padrão no Rio subiram aproximadamente 200% nos últimos cinco anos, enquanto imóveis de outras categorias tiveram incremento médio de 150% na cidade, segundo Leonardo Schneider, vice-presidente do Sindicato da Habitação do Rio (Secovi-Rio).
É na orla de Ipanema e do Leblon que estão os metros quadrados mais caros do Brasil, estima Luiz Paulo Pompéia, diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). Nos dois bairros, os mais cobiçados do Rio, o metro quadrado de um apartamento de frente para o mar custa em média R$ 40 mil atualmente, podendo chegar a R$ 51 mil, de acordo com o Secovi-Rio.
Para Frederico Judice Araújo, o mercado de alto luxo do Rio está se beneficiando mais do que a média brasileira em função dos megaeventos que acontecerão nos próximos anos e dos investimentos em infraestrutura e segurança que vêm a tiracolo. Ele é membro da família proprietária da Judice & Araujo, imobiliária especializada em imóveis do segmento.
"Assim como mercado financeiro antecipa movimentos de empresas para comprar ações, o mercado imobiliário antecipou o movimento de melhora da cidade como um todo. O Rio vai melhorar muito para poder receber esses grandes eventos e isso tem um impacto direto no mercado imobiliário", diz, citando investimentos como a expansão do metrô até a Barra da Tijuca, na zona oeste, e a política de segurança pública das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que buscam expulsar o tráfico armado de favelas.
"O momento é inedito, nada se compara. A Judice está há 36 anos no mercado (fluminense) e nunca vimos um momento tão bom no Rio. Desde que o Rio deixou de ser capital, ficou meio largada durante muitos anos, e agora vem retomando uma posição mais forte."
O imóvel mais caro que a empresa oferece no Rio no momento é um apartamento de 1.600 metros quadrados na praia de Ipanema, à venda por R$ 64 milhões.

Casa no condomínio Movimento Terras, em Itaipava, Rio de Janeiro. Foto: Divulgação/Judice & Araujo.
Para José Conde Caldas, presidente da Associação de Empresas Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), o mercado carioca está passando a ser um mercado nacional e até internacional, atraindo compradores de outros estados e também de fora do país.
"O Rio hoje é a bola da vez. Muita gente quer voltar a morar na cidade. Isso existiu no passado, nos anos 1960, quando o Rio era muito procurado. Mas depois veio uma sucessão de maus governos e as pessoas queriam ver o Rio de costas."
Conde Caldas, que é dono da construtora Concal, diz ter presenciado um exemplo desta tendência dois anos atrás, quando lançou um empreendimento de luxo de frente para a praia de Ipanema, com seis apartamentos de a partir de R$ 7 milhões cada. Quatro deles foram comprados por pessoas de fora da cidade.
"Eu quis conhecer os compradores para saber por que estavam comprando no Rio. Eram pessoas com negócios que estavam indo muito bem e queriam comprar o apartamento como investimento, e para ter uma casa de veraneio no Rio", conta.
Internacionalização
O segmento de casas, apartamentos e coberturas com cifras na casa dos milhões se beneficia de fatores como a queda de juros, o maior acesso a crédito, a economia aquecida e a grande visibilidade do Brasil diante da Copa e da Olimpíada de 2016, lista Judice Araujo. Ele observa que o mercado também vem sendo impulsionado pelo aumento do poder aquisitivo de partes da população.
"Vemos o crescimento da classe média, mas também a subida da classe média para a média alta e a classe alta prosperando. Isso tem um impacto positivo no mercado de alto padrão. Vemos nitidamente que mais pessoas têm tido condições de comprar um imóvel maior ou uma segunda moradia de veraneio", diz Judice Araujo.

Edifício Vitra, no Itaim Bibi, São Paulo, com preços de apartamentos a partir de R$ 9,2 milhões. Foto: Divulgação/Coelho da Fonseca.
A empresa é a afiliada no Rio da Christie's International Real State, braço imobiliário da casa de leilões que entrou no Brasil em 2007. No ano seguinte foi a vez da Sotheby's International Realty, da casa de leilões rival, também britânica, que estabeleceu escritório em São Paulo.
A entrada de ambas no mercado nacional reflete o maior interesse internacional por imóveis de alto padrão no país. Mas seu crescimento vem sendo impulsionado pela demanda interna, afirma o diretor da SIR no Brasil, Fábio Rossi, que tem planos de triplicar as vendas da empresa nos próximos três anos, a partir da descentralização.
A empresa atualmente tem escritórios em São Paulo e Porto Alegre. Nos próximos três anos, a meta é abrir escritórios em 15 cidades de médio porte no Brasil.
"Vamos para 15 cidades com população acima de dois milhões de habitantes, nas quais identificamos potencial de mercado para esse segmento. A nossa meta é ter vendas da ordem de R$ 1 bilhão no Brasil nos próximos três anos", diz Rossi.
A empresa vem apresentando crescimento de 15% ao ano, diz Rossi, e 95% das vendas são para brasileiros. Mas o interesse de compradores estrangeiros no país vem aumentando, diz Rossi, que acredita que o mercado de luxo no Brasil caminha para uma maior internacionalização.
"Em cidades como Nova York, Milão e Londres, os estrangeiros chegam a representar 30% do mercado, o que mostra que temos um grande potencial de crescimento no Brasil", diz.
De acordo com Rossi, a procura de imóveis de alto padrão aumentou também entre investidores, tendência que atribui às turbulências na economia mundial após a crise financeira de 2008.
"O mercado imobiliário se mostrou como o lugar mais seguro e como o melhor investimento. Algumas ações viraram pó, o imóvel não. O imóvel bem localizado, de luxo, subiu de preço. Todo mundo fala que o mercado imobiliário americano está caindo, mas em Nova York, em frente ao Central Park, os preços continuam subindo. A Grécia está quebrada, mas o imóvel de luxo lá está mais caro", exemplifica.
Descentralização
Rio e São Paulo são os principais mercados para empreendimentos milionários, mas o aumento da procura no Nordeste tem sido substancial, afirma Francisco Próspero, diretor executivo da In's no Brasil. A empresa portuguesa atua no Nordeste há dez anos, com sede em Fortaleza, e em 2010 tornou-se afiliada da Christie's International Real State. O faturamento vinha crescendo em 20% ao ano, e no ano passado superou os 30%.

Terravista Trancoso Golf Course, casa à venda na Bahia por R$ 3,8 milhões. Foto: Divulgação/Sotheby´s Interantional Realty.
Até três anos atrás, Próspero diz que o público-alvo da empresa eram sobretudo europeus, como alemães, ingleses, italianos e nórdicos. Hoje, os brasileiros ultrapassaram os estrangeiros e são responsáveis por cerca de 60% das vendas da empresa.
"Com o crescimento da economia no Brasil, as pessoas aqui estão com uma maior capacidade financeira, ao contrário do que ocorre na Europa, dado o contexto internacional da economia", diz. "São compradores do Nordeste, São Paulo, Brasília, Pará, tanto pessoas que compram como uma segunda residência para passar férias ou como um investimento", diz.
De acordo com Próspero, o portfólio da In's tem cerca de 250 imóveis de alto padrão nos estados que representa – Ceará, Maranhão, Piauí e Pará. "São coberturas com piscinas nas capitais, apartamentos de mil metros quadrados em condomínios de luxo com vista para o mar, casas de praia, fazendas de recreio com cavalos e lagos", exemplifica.
Os preços dos imóveis de alto padrão nesses estados variam de R$ 1 milhão a R$ 8 milhões, estima Próspero. Já no Rio, o patamar é bem mais alto.
No Rio e em São Paulo, o valor dos imóveis é puxado para cima pela falta em bairros cobiçados onde não há espaço para novas construções e escassos lançamentos imobiliários. Mas a alta de preços não assusta as empresas que atuam no setor. Afiliada da Christie's em São Paulo, a Coelho da Fonseca teve crescimento de 35% em 2011 e tem meta de crescimento de 50% para este ano.
Segundo Fernando Sita, diretor geral de vendas da Coelho da Fonseca, a redução da taxa de juros e o maior acesso a crédito também vem estimulando a compra de imóveis pela classe AA.
"Há quatro anos era impensável você vender um imóvel de alto padrão financiado, mas hoje isso está se tornando uma coisa habitual. O rico opta por comprar um imóvel caro, mas fica com seus recursos em mãos para ter liquidez, e pega um empréstimo de 70% ou 80% do valor", diz.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

SEGUIMENTO ECONÔMICO




Econômico

O Globo, Negócios & Cia, 15/fev

A Living, construtora do segmento popular da RJZ Cyrela, lança o Way Residencial Bandeirantes, em Curicica. Projeto de R$ 65 milhões, terá 236 unidades de dois e três quartos. 



sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Proposta obriga cartórios a avisar sobre descontos para registro de imóveis


Arruda: pessoas de baixa renda têm
de arcar com custos cartoriais altos
para a formalização e registro do bem.
A Câmara analisa o Projeto de Lei 2591/11, do deputado Edmar Arruda (PSC-PR), que obriga os cartórios a informarem aos beneficiários sobre os descontos em todos os atos realizados para a aquisição do primeiro imóvel residencial financiado pelo Sistema Financeiro da Habitação.

As taxas para registro e escritura são reduzidas em 50%, além de outros benefícios para programas de baixa renda e imóveis de interesse social, como os do programa Minha Casa, Minha Vida. A proposta altera a Lei 6.015/73, que regulamenta os registros públicos.

Pela proposta, uma placa indicativa sobre a redução do valor, afixada em local visível, cumpre a obrigação.
Segundo o autor da proposta, poucas pessoas sabem da existência de tal benefício, e mesmo pessoas de baixa renda têm de arcar com custos cartoriais altos para a formalização e registro do bem adquirido. “De acordo com a associação dos cartórios, é o comprador que precisa avisar que se encaixa nos requisitos na hora de fazer o financiamento do imóvel e pedir o desconto. Isso não é admissível”, disse.

Tramitação

A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

 Fonte: 'Agência Câmara de Notícias'

HOMEOFFICE - COMO TRABALHAR EM CASA SEM INCOMODAR OS VIZINHOS


 
Em geral trabalhar com computador e telefone nos apartamentos é permitido, mas não se pode, por exemplo, usar áreas comuns para reuniões
A propagação dos profissionais liberais e autônomos, aliada à disseminação dos recursos tecnológicos como telefone celular, Internet de banda larga, webcam e Skype possibilitou a implantação dos chamado home-offices nas residências, mas trouxe um desafio extra aos condomínios de apartamentos: normatizar a atividade comercial no interior do prédio. 
 A Lello, empresa deadministração de condomínios em São Paulo, tem alertado os síndicos quanto a necessidade de orientar os moradores que trabalham em seus apartamentos, de modo a não causar nenhum desconforto aos demais condôminos, como barulho ou entra-e-sai de pessoas no prédio.
Primeiramente é importante que os condôminos observem o que está estipulado no Regimento Interno do condomínio em relação às atividades comerciais. Em geral, trabalhar usando computador e telefone, em atividades que não exijam relacionamento direto com outras pessoas, como traduções, revisões de texto e montagem de planilhas, é permitido, assim como usar o telefone.
No entanto, não se pode usar áreas comuns, como hall de entrada ou salão de festas, para reuniões de trabalho, a não ser que o condomínio disponha de espaço destinado a esta finalidade.
Do mesmo modo, não é permitido nos condomínios usar atividades que gerem consumo de gás ou de água se a cobrança desses itens for coletiva. “Esse tipo de cobrança é dimensionada para ser doméstica. Se um morador realiza uma atividade comercial em seu benefício, não pode onerar os demais condôminos com despesas extras”, afirma Angélica Arbex, gerente da Lello Condomínios.

Ela alerta, ainda, que também não é permitido realizar qualquer atividade comercial que gere excesso de barulho ou presença de prestadores de serviço em horários fora do permitido pelos condomínios. E também não se pode, em nenhuma hipótese, fazer qualquer tipo de publicidade do endereço do condomínio como ponto comercial.
“Em tempos de home-office, é importante que os condomínios tenham claro a necessidade de normatizar atividades comerciais, para não comprometer a comodidade e qualidade de vida dos demais moradores”, conclui Angélica.

domingo, 15 de janeiro de 2012

LIQUIDAÇÃO NAS LOJAS DE DECORAÇÃO COM ATÉ 70% DE DESCONTO


OGLOBO - ON LINE - 14/01








Segue a todo vapor a temporada de liquidação nos shoppings e lojas de decoração da cidade. De materiais de construção a mobiliário, há produtos mais baratos para todos os gostos, bolsos e ambientes: da varanda à área de serviço. A expectativa dos lojistas é vender até 20% mais que nas promoções do ano passado.

— Com essa iniciativa, o carioca tem a oportunidade de redecorar a casa com produtos de ponta e preços mais acessíveis — acentua Eliana Ignácio, superintende do Rio Plaza Shopping, onde a liquidação, que começou no último dia 5 e vai até 26 de fevereiro, chega a 50%.

No CasaShopping, o período da liquidação é o mesmo, mas os descontos podem chegar a 60% em todas as 120 lojas do shopping. Já na Etna, também na Barra da Tijuca, os descontos chegam a 70%, tanto na loja física quanto na on-line. É aconselhável ainda ficar de olho nas lojas virtuais. Na mobidesign.com.br, por exemplo, que vende reproduções de móveis de design clássico, todas as peças estão com 20% de desconto. Já em representantes de grandes magazines como nos sites pontofrio.com.br e leader.com.br, os descontos podem chegar a 70%, com direito a parcelamento. E nesses casos, é bom lembrar, está em vigor a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em produtos da linha branca concedida pelo governo.

Os home centers também entraram na onda de preços mais baixos. Até o próximo dia 31, a Amoedo, por exemplo, terá descontos de até 70%. Na Leroy Merlin, entretanto, hoje é o último dia do saldão solidário, com descontos que podem chegar a 70% em diferentes produtos e reverte parte da renda para instituições beneficentes. Bom para quem precisa dar aquela renovada na casa.



quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Piscinas com Laterais transparentes - o novo charme das residencias







RIO - Ter uma piscina em casa, além de um luxo, acaba sendo uma forma de trazer um pouco de azul para o ambiente e/ou paisagem. Mais ainda se ela tiver laterais transparentes, como vêm fazendo alguns arquitetos e decoradores da cidade. É um truque que, dependendo do ângulo, permite ver todo o interior — e quem está dentro dele, claro. Opções muito usadas em hotéis e academias, onde costumam ficar cheias por grandes períodos e são uma atração à parte, as piscinas com pinta de aquário gigante têm se tornado comuns também em projetos residenciais.
A primeira vez que a dupla Ana Lila Denton e Juarez Farias recorreu a uma assim foi justamente para uma academia de ginástica, no Centro, há cerca de dez anos. Depois de um bom tempo, a ideia, enfim, migrou para casas e apartamentos. Eles finalizaram, por exemplo, uma cobertura de 460 metros quadrados no Jardim Botânico com um modelo que tem três por quatro metros e vidro nos quatro cantos.
— Como não podíamos construí-la no nível do piso, resolvemos dar uma leveza ao bloco, através da transparência — conta Ana Lila. — Dá uma sensação de frescor ao lugar.
Os arquitetos usaram ainda ré$de ipê para simular uma moldura no vidro. O interior da piscina ganhou recheio de pastilhas de vidro na cor azul e iluminação especial. Assim, ela vira a atração sempre que se acende a luz, e o azul toma conta de tudo. Para aproveitar a transparência que revela o que fica atrás da piscina, os dois pensaram num painel cheio de plantas para a área.
O vidro usado nesses casos precisa ser laminado e temperado, ou seja, mais seguro (ele nunca quebra em estilhaços) e resistente que os comuns. Numa cobertura dúplex de 500 metros quadrados na Lagoa, o arquiteto André Piva escolheu um com espessura de 30 milímetros para cobrir uma das laterais da piscina, que é revestida de mármore.
— Quando me deparei com a vista do lugar, pensei logo em lançar mão do vidro para permear a paisagem — lembra André. — Mas como havia uma viga invertida, só consegui fazer numa das laterais.
Além do efeito estético, a novidade acaba se transformando numa grande brincadeira, com o fundo todo à vista, mostrando quem está nadando lá dentro. Pode servir ainda como um estímulo para exibir um corpo em forma, não é mesmo?
Em outro apartamento, no Leblon, ao abrir a porta do elevador, que já sai dentro da casa, o visitante dá de cara com um banhista dentro de seu piscinão particular. Isso porque a parte de vidro da piscina fica encostada numa porta de correr da sala, também de vidro. No projeto, assinado pelo escritório Ouriço Arquitetura para um investidor que comprou o imóvel no Leblon para reformar e revender, a piscina toda de concreto foi pintada de branco por dentro. O arquiteto Beto Figueiredo explica que a ideia foi passar a sensação de um enorme bloco de gelo.

— Acabou ficando meio escultórica, meio piscina e meio instalação — diz Beto. — É uma situação bem atípica, e o objetivo foi mesmo surpreender quem chega.
Desde que viu um projeto assim numa revista americana, a arquiteta Paloma Yamagata ficou com a imagem na cabeça. Conseguiu botá-la em prática recentemente, ao construir uma piscina de três por dois metros, de mármore branco e a frente com vidro laminado de 45 milímetros de espessura, numa cobertura em Ipanema.
— É um recurso para dar também amplitude a uma piscina pequena e deixá-la mais integrada à área — explica Paloma.
Ela esclarece que, diferentemente do que se possa imaginar, não é necessário nenhum cuidado extra — apenas a limpeza normal, como em qualquer outra piscina. O custo acaba subindo em torno de 20% em relação a um modelo mais comum, sem vidro. O tempo de obra também pode aumentar alguns dias.
— Nada que não valha a pena, pelo resultado obtido — defende Cynthia Pedrosa, outra arquiteta que é entusiasta desse tipo de piscina. — O encaixe do vidro é um processo apenas um pouco mais delicado. Primeiro, monta-se uma canaleta de aço inox e borracha de silicone, para depois apoiar o vidro.
Cynthia lançou mão da transparência e criou uma piscina de hidromassagem no canto de uma sala num apartamento na Lagoa. Refletida no espelho ao fundo, virou a atração da casa.





OGLOBO - ISABELA CABAN - 08/01/2012