segunda-feira, 9 de abril de 2012

DOCUMENTAÇÃO: VERIFIQUE ANTES DE COMPRAR



Ao comprar um imóvel, o consumidor deve realizar uma pesquisa detalhada sobre pendências relativas à documentação para evitar dores de cabeça no futuro. Com unidades usadas, o cuidado deve ser redobrado porque a moradia pode ter impostos ou condomínios atrasados, que ficarão sempre atreladas ao bem.
Imóveis residênciais (Foto: Divulgação)
Isso significa que se o comprador não verificar a existência desses tipos de débitos, pode ser cobrado no futuro por condomínios atrasados do antigo dono.
Já há diversas decisões na Justiça que obrigam o proprietário do imóvel a pagar dívida de condomínio do antigo proprietário. “Chamada de propter rem, essa obrigação recai sobre o dono pelo fato de ele ser titular do direito sobre a coisa, no caso o imóvel, e fica sujeito a pagá-la”, explica Rodrigo Giordano de Castro, advogado da área cível do escritório Peixoto e Cury Advogados.
Segundo o advogado, isso acontece quando o consumidor não faz uma pesquisa detalhada das pendências do imóvel usado e acaba sendo cobrado.
Alguns cuidados podem evitar esse tipo de situação. De acordo com o Manual de Orientações de Consumo do Procon de São Paulo, é fundamental verificar no Cartório de Registro de Imóveis se a matrícula da moradia está atualizada. Assim, havendo alguma pendência, é possível regularizar ou simplesmente desistir da compra do bem.
Outro cuidado é procurar o condomínio ou a administradora do prédio para se certificar que o apartamento ou casa tem dívidas pendentes e pedir uma declaração por escrito confirmando que não existem pagamentos atrasados. Na opinião de Castro, é importante consultar um advogado, que está apto a elaborar um contrato de compra com cláusulas para proteger o comprador. “Se o contrato for bem redigido, o dono do imóvel pode acionar na Justiça o antigo proprietário para ressarci-lo do pagamento das pendências.”

MATÉRIA DO ZAP: http://www.zap.com.br/revista/imoveis/categoria/antes-de-fazer-seu-negocio/para-compra/

sábado, 17 de março de 2012

MINHA CASA MINHA VIDA - 2.240 UNIDADES SORTEADAS




Bairro Carioca terá 2.024 moradias será entregue em abril de 2012






Um novo empreendimento, com moradias sociais — destinadas a famílias com renda até R$ 1.600 — está surgindo ao lado da estação do metrô de Triagem. A Prefeitura do Rio entregará o projeto Bairro Carioca, lançado em outubro do ano passado, em abril de 2012.

Com a construção a pleno vapor, a nova zona residencial da cidade terá 2.240 moradias, além de escolas, creches, complexos esportivos e centro comercial. Os apartamentos serão financiados pela Caixa, dentro do programa “Minha casa, minha vida 2”, a R$ 50 por mês, em dez anos, para as famílias com renda mensal até R$ 490. Para quem ganha até R$ 1.600, a parcela será equivalente a 10% do rendimento.

Mas, quem vislumbra adquirir um dos imóveis sociais não precisa esperar. Ontem, o município sorteou 1.424 moradias em dois empreendimentos de Santa Cruz e num de Senador Camará. Na terça-feira, entregará mais 210 unidades do condomínio Vivendas das Patativas, em Campo Grande. a ser ocupadas por moradores da comunidade Beira Linha, que fica sob o viaduto de Bangu.

Na cidade do Rio, já foram entregues quatro mil casas desde a criação do programa federal, em 2009. De acordo com estimativas do secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar, até o fim do ano, mais sete mil imóveis neste perfil ficarão prontos.
Na esfera estadual, o secretário de Habitação Leonardo Picciani estima entregar 1.260 moradias sociais até dezembro, e contratar mais 13.740, que estarão distribuídas por todo o estado.

terça-feira, 13 de março de 2012

FINALMENTE APARTAMENTOS COM 2 E 3 QUARTOS NA FREGUESIA



Village Vert Freguesia - Jacarepaguá

São apartamentos de 2, 3 e 4 quartos com suíte, varanda e Gourmet, piso em porcelanato na sala, quartos e varandas e instalação para split em todas as unidades, além de ampla cobertura duplex com previsão para exclusivas piscinas.

Todos os apartamentos têm armários na cozinha, quartos, banheiros.
Tudo isso sem custo adicional para o cliente.

Na região mais valorizada de Jacarepaguá, a Freguesia, o Village vert está localizado numa rua calma, arborizada, ao lado do Village Florença, sucesso absoluto de vendas da FMAC já no lançamento e pronto para morar.

Está bem próximo ao intenso comércio do bairro, mas com a tranquilidade da natureza e facilidade de acesso aos principais pontos da cidade.

Composto de 2 blocos com 70 unidades cada. Unidades tipo de 2 e 3 quartos com suíte, Área privativa entre 76,34 e 92,16m². Unidades garden de 186,40 e 189,26m². Coberturas duplex de 3 e 4 quartos entre 141,14 e 211,38m². Piso em porcelanato na sala, quartos e varanda, com previsão para split nos quartos e sala. Armários nos quartos, banheiros e cozinha. Ampla área de lazer e segurança. Possui 1300m² de área verde exclusivos para você e sua família.

Fique perto de tudo!
» Escolas e Cursos; Farmácias;
» Padarias e Supermercados;
» Bares e Restaurantes;
» Lojas de Conveniências e Shoppings;
» Bancos;
» Hospitais e Clínicas.

Esteja a poucs minutos de qualquer lugar: 
 A 5 minutos da linha amarela;
 A 15 minutos da praia da Barra da Tijuca e toda a estrutura de entretenimento e lazer da região.
 Facilidade de transporte.





ATENDIMENTO PELO (21) 8522-9511
MARQUE UMA VISITA EM SEU ESCRITÓRIO/RESIDENCIA OU SE PREFERIR MARQUE UMA VISITA AO APARTAMENTO DECORADO.


domingo, 19 de fevereiro de 2012



PARA QUEM QUER INVESTIR NA COSTA VERDE CHEGOU A OPORTUNIDADE:





 ESPAÇO PARADISÍACO. VISTA PARA A MARINA. CONFORTO, LAZER E SOFISTICAÇÃO REUNIDOS EM UM ÚNICO LUGAR.


MAIORES INFORMAÇÕES
 (21) 8522-9511 / 8354-7435.
OU ENVIE UM E-MAIL PARA: luciana.biosa@gmail.com

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Os valores de aluguel dos escritórios de alto padrão dispararam


Aluguel de escritórios de alto padrão sobe 17,9% na capital

Jornal do Commercio, Circe Bonatelli, 16/fev

Os valores de aluguel dos escritórios de alto padrão na capital dispararam no ano passado, impulsionados pelo descompasso entre oferta e demanda. Segundo levantamento da consultoria imobiliária Colliers International, o valor médio para locação de imóveis corporativos de classe A na cidade cresceu 17,9% em 2011, maior alta registrada desde 2007, quando chegou ao pico de 54,8%. O dado do ano passado representa forte aceleração se comparado ao avanço de 9,2% em 2010. Para este ano, a consultoria ainda espera nova alta, na faixa de 10%.
A taxa de vacância (percentual de imóveis vagos do estoque total) foi de apenas 1,6% no quarto trimestre, um dos menores níveis entre as 172 cidades em 56 países onde é realizada a pesquisa. Se considerado o estoque de Alphaville, bairro empresarial de Barueri, na Região Metropolitana, a taxa de vacância sobe para 5,1%.
Nos últimos anos, vem aumentando o número de empresas que procuram se instalar em prédios mais espaçosos e funcionais, que ajudam a melhorar a produtividade das operações. Entre as principais locatárias estão as instituições financeiras prestadoras de serviços e companhias ligadas ao varejo. "O aumento dessa demanda está atrelado ao crescimento generalizado da economia nos últimos anos", explicou o gerente de escritórios da Colliers, André Strumpf.
Por outro lado, o mercado imobiliário não consegue atender imediatamente o aumento da procura devido à falta de terrenos para novos prédios, à demora no processo de licenciamento e ao período para execução das obras. "Um novo empreendimento leva cerca de quatro anos para ser entregue", observou Strumpf.
A conseqüência é que o valor médio pago mensalmente pelo metro quadrado duplicou nos últimos cinco anos, passando de R$ 52,5 em 2006 para R$ 118,5 no final de 2011. Entre os bairros pesquisados, o preço mais alto foi verificado nas regiões da Faria Lima (R$ 185), Itaim (R$ 178) e Vila Olímpia (R$ 133). Entre aqueles abaixo da média ficaram Chácara Santo Antônio (R$ 68), Alphaville (R$ 69) e Barra Funda (R$80).
DEMANDA E TENDÊNCIAS. A taxa de vacância de 1,6% na capital nos últimos três meses do ano foi maior que a taxa de 0,5% do trimestre anterior e acima também do 1,2% registrado em igual trimestre do ano anterior. Entre as regiões pesquisadas, as mais ocupadas foram Barra Funda e Chácara Santo Antônio, com vacância zero, Berrini e Paulista, com 0,4%, e Vila Olímpia, com 0,5%.
Apesar de baixo, o nível de vacância de 1,6% na capital no quarto trimestre foi o maior do ano passado. Além disso, inter¬rompeu um ciclo de queda da vacância que perdurava desde o fim de 2009, quando estava em 8,4%, e seguiu até o terceiro trimestre de 2011, quando atingiu 0,5%, o menor percentual do ranking global da Colliers. A consultoria atribuiu a elevação no fim do ano passado ao aumento da cautela do empresariado. "Com os preços altos dos alugueis e as incertezas vindas da Europa, muitas empresas puxaram o freio de mão", disse.
Para este ano, a consultoria estima que serão entregues 500 mil metros quadrados de imóveis corporativos classe A em São Paulo, volume bem maior que os cerca de 190 mil metros quadrados entregues em 2011. No entanto, o gestor descarta a possibilidade de recuo nos valores de locação, argumentando que a demanda continuará crescente e que boa parte dos novos empreendimentos a serem entregues já têm contratos firmados de pré-locação. "Não haverá queda, apenas crescimento mais moderado em relação a 2011, na faixa de 10%", estima.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

NOVIDADES SOBRE O MERCADO IMOBILIÁRIO NO BRASIL


Demanda local impulsiona mercado imobiliário de alto luxo no Brasil

Júlia Dias Carneiro
Da BBC Brasil no Rio de Janeiro
Atualizado em  2 de fevereiro, 2012 - 13:08 (Brasília) 15:08 GMT

O mercado imobiliário de alto luxo vem se expandindo no Brasil, com aumento da demanda no Rio e em São Paulo e crescimento também fora dos grandes centros, pressionando os preços para cima e gerando valorização recorde.
No Rio de Janeiro, os preços dos imóveis de alto padrão no Rio subiram aproximadamente 200% nos últimos cinco anos, enquanto imóveis de outras categorias tiveram incremento médio de 150% na cidade, segundo Leonardo Schneider, vice-presidente do Sindicato da Habitação do Rio (Secovi-Rio).
É na orla de Ipanema e do Leblon que estão os metros quadrados mais caros do Brasil, estima Luiz Paulo Pompéia, diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). Nos dois bairros, os mais cobiçados do Rio, o metro quadrado de um apartamento de frente para o mar custa em média R$ 40 mil atualmente, podendo chegar a R$ 51 mil, de acordo com o Secovi-Rio.
Para Frederico Judice Araújo, o mercado de alto luxo do Rio está se beneficiando mais do que a média brasileira em função dos megaeventos que acontecerão nos próximos anos e dos investimentos em infraestrutura e segurança que vêm a tiracolo. Ele é membro da família proprietária da Judice & Araujo, imobiliária especializada em imóveis do segmento.
"Assim como mercado financeiro antecipa movimentos de empresas para comprar ações, o mercado imobiliário antecipou o movimento de melhora da cidade como um todo. O Rio vai melhorar muito para poder receber esses grandes eventos e isso tem um impacto direto no mercado imobiliário", diz, citando investimentos como a expansão do metrô até a Barra da Tijuca, na zona oeste, e a política de segurança pública das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que buscam expulsar o tráfico armado de favelas.
"O momento é inedito, nada se compara. A Judice está há 36 anos no mercado (fluminense) e nunca vimos um momento tão bom no Rio. Desde que o Rio deixou de ser capital, ficou meio largada durante muitos anos, e agora vem retomando uma posição mais forte."
O imóvel mais caro que a empresa oferece no Rio no momento é um apartamento de 1.600 metros quadrados na praia de Ipanema, à venda por R$ 64 milhões.

Casa no condomínio Movimento Terras, em Itaipava, Rio de Janeiro. Foto: Divulgação/Judice & Araujo.
Para José Conde Caldas, presidente da Associação de Empresas Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), o mercado carioca está passando a ser um mercado nacional e até internacional, atraindo compradores de outros estados e também de fora do país.
"O Rio hoje é a bola da vez. Muita gente quer voltar a morar na cidade. Isso existiu no passado, nos anos 1960, quando o Rio era muito procurado. Mas depois veio uma sucessão de maus governos e as pessoas queriam ver o Rio de costas."
Conde Caldas, que é dono da construtora Concal, diz ter presenciado um exemplo desta tendência dois anos atrás, quando lançou um empreendimento de luxo de frente para a praia de Ipanema, com seis apartamentos de a partir de R$ 7 milhões cada. Quatro deles foram comprados por pessoas de fora da cidade.
"Eu quis conhecer os compradores para saber por que estavam comprando no Rio. Eram pessoas com negócios que estavam indo muito bem e queriam comprar o apartamento como investimento, e para ter uma casa de veraneio no Rio", conta.
Internacionalização
O segmento de casas, apartamentos e coberturas com cifras na casa dos milhões se beneficia de fatores como a queda de juros, o maior acesso a crédito, a economia aquecida e a grande visibilidade do Brasil diante da Copa e da Olimpíada de 2016, lista Judice Araujo. Ele observa que o mercado também vem sendo impulsionado pelo aumento do poder aquisitivo de partes da população.
"Vemos o crescimento da classe média, mas também a subida da classe média para a média alta e a classe alta prosperando. Isso tem um impacto positivo no mercado de alto padrão. Vemos nitidamente que mais pessoas têm tido condições de comprar um imóvel maior ou uma segunda moradia de veraneio", diz Judice Araujo.

Edifício Vitra, no Itaim Bibi, São Paulo, com preços de apartamentos a partir de R$ 9,2 milhões. Foto: Divulgação/Coelho da Fonseca.
A empresa é a afiliada no Rio da Christie's International Real State, braço imobiliário da casa de leilões que entrou no Brasil em 2007. No ano seguinte foi a vez da Sotheby's International Realty, da casa de leilões rival, também britânica, que estabeleceu escritório em São Paulo.
A entrada de ambas no mercado nacional reflete o maior interesse internacional por imóveis de alto padrão no país. Mas seu crescimento vem sendo impulsionado pela demanda interna, afirma o diretor da SIR no Brasil, Fábio Rossi, que tem planos de triplicar as vendas da empresa nos próximos três anos, a partir da descentralização.
A empresa atualmente tem escritórios em São Paulo e Porto Alegre. Nos próximos três anos, a meta é abrir escritórios em 15 cidades de médio porte no Brasil.
"Vamos para 15 cidades com população acima de dois milhões de habitantes, nas quais identificamos potencial de mercado para esse segmento. A nossa meta é ter vendas da ordem de R$ 1 bilhão no Brasil nos próximos três anos", diz Rossi.
A empresa vem apresentando crescimento de 15% ao ano, diz Rossi, e 95% das vendas são para brasileiros. Mas o interesse de compradores estrangeiros no país vem aumentando, diz Rossi, que acredita que o mercado de luxo no Brasil caminha para uma maior internacionalização.
"Em cidades como Nova York, Milão e Londres, os estrangeiros chegam a representar 30% do mercado, o que mostra que temos um grande potencial de crescimento no Brasil", diz.
De acordo com Rossi, a procura de imóveis de alto padrão aumentou também entre investidores, tendência que atribui às turbulências na economia mundial após a crise financeira de 2008.
"O mercado imobiliário se mostrou como o lugar mais seguro e como o melhor investimento. Algumas ações viraram pó, o imóvel não. O imóvel bem localizado, de luxo, subiu de preço. Todo mundo fala que o mercado imobiliário americano está caindo, mas em Nova York, em frente ao Central Park, os preços continuam subindo. A Grécia está quebrada, mas o imóvel de luxo lá está mais caro", exemplifica.
Descentralização
Rio e São Paulo são os principais mercados para empreendimentos milionários, mas o aumento da procura no Nordeste tem sido substancial, afirma Francisco Próspero, diretor executivo da In's no Brasil. A empresa portuguesa atua no Nordeste há dez anos, com sede em Fortaleza, e em 2010 tornou-se afiliada da Christie's International Real State. O faturamento vinha crescendo em 20% ao ano, e no ano passado superou os 30%.

Terravista Trancoso Golf Course, casa à venda na Bahia por R$ 3,8 milhões. Foto: Divulgação/Sotheby´s Interantional Realty.
Até três anos atrás, Próspero diz que o público-alvo da empresa eram sobretudo europeus, como alemães, ingleses, italianos e nórdicos. Hoje, os brasileiros ultrapassaram os estrangeiros e são responsáveis por cerca de 60% das vendas da empresa.
"Com o crescimento da economia no Brasil, as pessoas aqui estão com uma maior capacidade financeira, ao contrário do que ocorre na Europa, dado o contexto internacional da economia", diz. "São compradores do Nordeste, São Paulo, Brasília, Pará, tanto pessoas que compram como uma segunda residência para passar férias ou como um investimento", diz.
De acordo com Próspero, o portfólio da In's tem cerca de 250 imóveis de alto padrão nos estados que representa – Ceará, Maranhão, Piauí e Pará. "São coberturas com piscinas nas capitais, apartamentos de mil metros quadrados em condomínios de luxo com vista para o mar, casas de praia, fazendas de recreio com cavalos e lagos", exemplifica.
Os preços dos imóveis de alto padrão nesses estados variam de R$ 1 milhão a R$ 8 milhões, estima Próspero. Já no Rio, o patamar é bem mais alto.
No Rio e em São Paulo, o valor dos imóveis é puxado para cima pela falta em bairros cobiçados onde não há espaço para novas construções e escassos lançamentos imobiliários. Mas a alta de preços não assusta as empresas que atuam no setor. Afiliada da Christie's em São Paulo, a Coelho da Fonseca teve crescimento de 35% em 2011 e tem meta de crescimento de 50% para este ano.
Segundo Fernando Sita, diretor geral de vendas da Coelho da Fonseca, a redução da taxa de juros e o maior acesso a crédito também vem estimulando a compra de imóveis pela classe AA.
"Há quatro anos era impensável você vender um imóvel de alto padrão financiado, mas hoje isso está se tornando uma coisa habitual. O rico opta por comprar um imóvel caro, mas fica com seus recursos em mãos para ter liquidez, e pega um empréstimo de 70% ou 80% do valor", diz.