quarta-feira, 6 de junho de 2012

BRT COMEÇA HOJE NO RIO DE JANEIRO





A partir de hoje (06/06) começaram as operações da Transoeste, sistema viário que vai ligar Santa Cruz à Barra da Tijuca, através do recém concluído túnel da Grota Funda (futuro Túnel José Alencar, uma homenagem ao vice-presidente morto no ano passado). O túnel também estará aberto para os motoristas, a partir das 10:00h.

                No primeiro momento, a Transoeste ainda passará por um período de testes, no qual os ônibus não circularão no período de rush (os 11 ônibus articulados circularão de 10:00h às 15:00h), e irão parar em 9 estações das 35 previstas para a primeira fase do projeto (1ª fase será totalmente concluída entre os dias 21 a 23 de junho).

                Até agosto, a prefeitura espera que todo o sistema esteja em operação, onde haverá 91 ônibus articulados circulando entre Santa Cruz e o Terminal Alvorada, com um total de 59 estações e dois terminais rodoviários.

                Estima-se também que o tempo de viagem será de 50 minutos de uma ponta à outra (metade do tempo que se leva hoje). Cada veículo terá a capacidade para 140 pessoas, e irão circular com intervalos de 2,5 a 12 minutos. Haverão ônibus expressos, com menor número de paradas, e o paradores, com maior número de estações. O sistema aceitará o Bilhete Único, e a tarifa custará R$2,75.


Abaixo imagens com cada uma das etapas e suas respectivas estações, anexo algumas fotos do local e kmz para visualização no Google Maps:





sexta-feira, 1 de junho de 2012

Casa Cor começa em São Paulo esta semana




Quem gosta de decoração e mora em São Paulo poderá conferir a partir desta terça-feira (29) até o dia 22 de julho o evento mais esperado do ano para o setor, o Casa Cor 2012. Esta é a 26ª edição da programação que envolve arquitetura, decoração e urbanismo e será realizada no Jockey Club (Av. Lineu de Paula Machado, 1173). O tema deste ano é “Moda. Estilo. Tecnologia” e homenageia a top model brasileira Gisele Bündchen.
Espaço criado por Francisco Calio. A obra é chamada "Suíte Márcio Moraes", homenagem ao autor do livro "Companhia de Viagem" (Fotos: Olívia Caires/ZAP Imóveis)
“O maior legado nesses 26 anos de evento é a valorização do profissional de arquitetura, decoração e paisagismo”, afirma Angelo Derenze, presidente da Casa Cor. Esta edição reverencia a moda através de estampas e materiais inspirados no mundo fashion. Este ano a programação inclui três mostras: Casa Cor, Casa Hotel e Casa Talento Fashion. “O brasileiro começou a mudar o conceito de decoração quando começou a viajar mais. A partir daí, começou a se inspirar nas redes hoteleiras, querendo ter ambientes parecidos em sua própria casa”, diz Derenze.
Caixa Econômica Federal exalta a sustentabilidade em seu espaço, trazendo bolsas de tecido como vaso para plantas e mesa feita de caixa de ovos
Há uma programação especial para crianças aos finais de semanas, que oferece oficinas culturais com jardinagem, reciclagem e culinária, entre outros. O ingresso custa R$ 39 de terça à sexta e R$ 45 aos sábados, domingos e feriados. Há também a possibilidade de pagar R$ 75 pelo passaporte, que dá direito a visitar a mostra todos os dias. A expectativa da Casa Cor é de receber nesta edição180 mil visitantes.
Ambiente "Home Theater", criado por Andrea Teixeira e Fernanda Negrelli


Custo da portabilidade do crédito imobiliário pode cair pela metade




Quem tenta transferir uma dívida habitacional de um banco para outro, em busca de um juro mais baixo, encontra duas barreiras: a burocracia e os custos. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, já sinalizou que o governo pretende melhorar as condições da chamada portabilidade do crédito imobiliário. Segundo a Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp), dentre as mudanças – ainda não anunciadas – uma das possibilidades em estudo é facilitar o trâmite em cartório, com corte das taxas pela metade.
Governo deve anunciar, nos próximos dias, medida para facilitar a portabilidade do crédito imobiliário (Foto: divulgação)
Para se ter uma ideia, nos imóveis financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), o custo de R$ 1.174 poderia cair pela metade, em R$ 556, considerando as taxas cobradas pelos cartórios paulistas.
“Estamos participando de reuniões com representantes do setor financeiro para encontrar uma maneira menos burocrática e onerosa para fazer a portabilidade, considerando os custos em cartório”, afirma o vice-presidente da Arisp, Francisco Ventura Toledo. Segundo ele, os estudos estão em fase final, até mesmo pela pressão do governo.
PROPOSTA - Hoje, ao fazer a portabilidade de um crédito habitacional, o consumidor tem dois gastos em cartório. Um é o registro da mudança do banco credor na matrícula do imóvel. Outro é a averbação do novo contrato de alienação. Em São Paulo, esse valor somado chega a até R$ 1.174 para imóveis financiados pelo SFH em função de desconto garantido por lei. Ou R$ 2.348 para imóveis fora do SFH avaliados em até R$ 500 mil.
A proposta em estudo vê a possibilidade de exigir apenas duas averbações, que são mais baratas que o registro em matrícula. A primeira delas aconteceria entre o banco originário e o novo credor, e poderia ser feita eletronicamente. E a segunda envolveria o novo banco e o mutuário. De acordo com Toledo, da Arisp, para fazer a mudança os bancos podem se valer de um artigo já existente na lei que regula o SFH, sem necessidade de nova legislação.
CUSTOS – Transferir a documentação do imóvel no cartório é um dos pontos que pesam mais nos custos da portabilidade da dívida habitacional. “Se o financiamento já está no final, a vantagem do juro menor pode não compensar a troca diante do gasto com a documentação”, avalia o educador financeiro Reinaldo Domingos.
Outra taxa cobrada pelos bancos é de uma nova avaliação do imóvel, pré-requisito para a transferência. A avaliação custa entre R$ 400 e R$ 1.215 nas principais instituições (veja tabela). Além disso, existe a taxa de administração do contrato. “Tudo isso deve ser considerado pelo cliente ao fazer a simulação da portabilidade de uma dívida habitacional”, diz Domingos.


Fonte:



sexta-feira, 4 de maio de 2012




MIO RESIDENCIAL PARQUES


Nasce um lugar Romântico e acolhedor. Muito conforto e beleza em espaços especialmente pensados para você e sua família.

Academia, piscinas, churrasqueira, quadra polivalente, salão de festas e outras opções de diversão para todos os gostos.

Apartamentos com plantas de metragens generosas sendo 2 dormitórios + suíte com 65m², banheiro social + lavabo e 3 dormitórios sendo os três suítes + lavabo a partir de 85m², além das coberturas duplex de até 164m².

Opção de cozinha americana.
Opção de ampliação da sala na unidade de 3 dormitórios.

Infra-estrutura para ar condicionado de parede convencional nos quartos e suítes e tubulação seca para futura instalação de ar condicionado do tipo Split na sala.
Todas as unidades serão entregues com piso.

Varandas com churrasqueira em tijolos maciços refratários, com chaminé, conforme padrões de mercado. Bancada de granito, com cuba em aço inox e torneira de mesa

Kits opcionais para revestimentos (para salas e quartos)
2 opções de piso-porcelanato e madeira laminada.
Kit deck de madeira e piscina para as unidades de cobertura.



              ASSISTA AO VÍDEO 




MAIORES INFORMAÇÕES (21) 8522-9511



terça-feira, 1 de maio de 2012

PORTO REAL SUÍTES



São 2 quartos com até 2 suítes e coberturas de 3 quartos com até 3 suítes e hidromassagem. Todos os apartamentos são mobilados (cômodos com armários de quartos, de cozinha americana e de banheiros) e contam com 1 vaga por apartamento e 2 vagas por cobertura. E tudo isso de frente para o mar.

Facilidade para quem tem barco. O Empreendimento encontra-se bem próximo da Marina de Porto Real.


Assista ao vídeo




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(21) 8522-9511

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Parcela de imóvel fica até 26% mais barata com corte de juros




Extra, 27/abr


Mas especialistas recomendam avaliação criteriosa, antes de consumidor optar pela portabilidade

Com a redução dos juros para o crédito imobiliário anunciada pela Caixa Econômica Federal (CEF), na quarta-feira, a prestação da casa própria financiada pelo banco ficou até 26% mais barata, na comparação com as condições oferecidas por outras instituições. A maior variação encontrada foi para financiamentos de R$ 100 mil, no prazo de 30 anos. A diferença entre os valores das parcelas da Caixa e do Santander chega a R$ 237,19.

Apesar dos juros mais baixos, segundo o advogado especialista em Direito Imobiliário Gustavo Vieira, deve-se ter cautela antes de optar pela portabilidade bancária do crédito imobiliário:
- O consumidor não deve entrar nesse frenesi e fechar negócio sem avaliação. Além dos juros, devem-se considerar os custos indiretos, como as despesas com cartório.
Novos fundos

Em sua estratégia para conseguir mais clientes, a Caixa também anunciou ontem o lançamento de dois fundos de investimento. Com aplicação inicial de R$ 10, é possível investir no "Caixa FI Ações Consumo", com ações de empresas ligadas ao setor de consumo, e no "Caixa FIC Geração Jovem RF". um fundo de renda fixa.

O primeiro tem uma taxa de administração de 1,6% ao ano,enquanto o segundo, de 1,3%. Contudo, a aplicação em renda fixa pode não ser vantajosa. O economista Miguel de Oliveira explica que, atualmente, esse tipo de fundo só é interessante quando a taxa de administração é de, no máximo, 0,5%.

A Caixa também reduziu a taxa de administração de outros fundos de investimento, assim como os valores para a aplicação mínima.

FGTS para imóvel sem ser do SFH

Quem compra um imóvel sem usar o Sistema Financeiro da Habitação (SFH) - forma mais comum de financiamento, usado por bancos como a Caixa - pode obter na Justiça o direito de usar o dinheiro do FGTS para quitá-lo. Essa foi a decisão da Turma Nacional de Uniformização (TNU), que é a instância máxima dos Juizados Especiais Federais, anteontem. No caso analisado, os juizes sentenciaram a favor de um trabalhador que queria o desbloqueio de seu saldo do FGTS com a finalidade de pagar prestações referentes à compra de imóvel sem financiamento.

Na sentença, o pedido foi negado com a justificativa de que o caso não se encaixaria nas hipóteses previstas na legislação, uma vez que o imóvel não foi comprado pelo SFH. Insatisfeito, o autor apresentou um pedido de uniformização à TNU, alegando que o acórdão recorrido na Justiça de São Paulo diverge da jurisprudência dominante do Superior Tribunal de Justiça (STJ) - argumento que foi confirmado no voto do juiz federal Adel Américo de Oliveira, relator do processo na Turma.