Mostrando postagens com marcador NOVA IGUAÇU. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador NOVA IGUAÇU. Mostrar todas as postagens

sábado, 18 de outubro de 2014

Imóveis populares na Baixada

O Dia, 16/out

Os municípios de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, vão receber mais 1.800 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida. O investimento total é de R$ 151,7 milhões e serão beneficiadas cerca de 7.200 pessoas nas duas cidades.

A principal condição para uma família adquirir imóvel, por meio do programa federal, é estar enquadrada nas faixas de renda previstas. Desta forma, é preciso ter rendimento bruto mensal de até R$ 5 mil, desde que não tenha casa própria ou financiamento em qualquer unidade da federação, ou recebido anteriormente benefícios de natureza habitacional do governo federal.

A seleção dos beneficiários é de responsabilidade das prefeituras para as famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil (faixa 1). Os interessados devem se cadastrar na sede administrativa do município. Nas outras duas faixas de renda (2 e 3), a contratação é feita diretamente com a construtora com financiamento pela Caixa Econômica Federal ou o Banco do Brasil.

A faixa 2 é voltada para as famílias com ganho mensal bruto de até R$ 3.275 e a faixa 3, para rendimento total entre R$ 3.275 e R$ 5 mil. Uma das regras do contrato assinado entre os beneficiários do programa determina que o novo morador da faixa 1 não pode vender o imóvel, sem a devida quitação dos valores. Além disso, o comprador, de qualquer faixa de renda, que passar o imóvel não terá direito a novo subsidio habitacional do governo.

A assinatura dos dois contratos para a Baixada Fluminense ocorreu ontem com a participação do ministro das Cidades, Gilberto Magalhães Occhi. Em Caxias, serão 900 moradias dos residenciais Bolonha, Florência e Mendonza, beneficiando cerca de 3.600 pessoas em 45 blocos de apartamentos. Os condomínios serão construídos na Av. Governador Leonel de Moura Brizola.

Em Nova Iguaçu serão construídas mais 900 unidades. O i nv e s t i ment o d e R$67,5 milhões também beneficiará cerca de 3.600 pessoas com renda familiar de até R$ 1,6 mil. O Condomínio Parque, localizado no bairro Valverde, será composto por 15 blocos com 60 apartamentos, sendo cada de cinco andares de 12 unidades por andar.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Arco vai atrair 2 milhões de moradores em 20 anos


O Dia, 21/mar

Aumento populacional está em estudo sobre que Firjan detalha hoje em Nova Iguaçu
O Arco Metropolitano, anel viário que vai atravessar a Baixada Fluminense ligando o Porto de Itaguaí ao Complexo Petroquímico em Itaboraí, causará profundos impactos no Rio de Janeiro nas próximas duas décadas e vai dobrar a população que vive no entorno da obra. Essas são algumas das conclusões que a Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) vai apresentar para as autoridades, entre elas o vice-governador Luiz Fernando Pezão, no seminário 'Visões do Futuro: Potencialidades e Desafios para o Estado do Rio de Janeiro', que acontece hoje em Nova Iguaçu.
Iniciado em 2011, o estudo que será revelado nesta manhã destaca as mudanças sócio-econômicas previstas para os municípios de Itaguaí, Japeri, Mangaratiba, Mesquita, Nova Iguaçu, Nilópolis, Paracambi, Seropédica e Queimados, além de apontar para os gargalos que poderão prejudicar a continuidade do desenvolvimento nas respectivas regiões.
A previsão da Firjan é que a população dessas cidades da Baixada dobre em 15 anos a partir da inauguração do Arco dos atuais 1,6 milhão de pessoas para um total entre 3 e 4 milhões. Deste modo, questões como mobilidade e manejo sustentável do solo nos entornos do Arco devem incorporar os planos diretores municipais.
Em contrapartida, os custos de transporte para a vazão de produtos e bens até o Porto de Itaguaí deve sofrer uma redução de até 20%.
Até 2018, a Firjan ainda prevê que a ponta de Itaguaí do Arco se consolide como o maior polo petroquímico e gás- químico do país com a chegada da base de apoio da Petrobrás, que terá capacidade de operação superior a de Macaé, atualmente a maior em operação no Brasil.