quinta-feira, 12 de abril de 2012

Casa nova com desconto


O Dia, 12/abr

Subsídio para aquisição de imóvel no 'Minha Casa, Minha Vida' sobe para R$ 25 mil

O governo federal estabeleceu em R$ 25 mil, por beneficiário, o valor do subsídio para construção de moradias dentro da segunda fase do programa 'Minha Casa, Minha Vida' em cidades com até 50 mil habitantes. A medida foi publicada ontem no Diário Oficial da União.
No Rio de Janeiro, 55 municípios se enquadram na nova portaria, entre elas Vassouras, Sapucaia e Paraíba do Sul. O subsídio vale para famílias com renda de até três salários mínimos - R$1.866. Antes, o subsídio máximo era de R$ 23 mil.
DÉFICIT HABITACIONAL
A comissão para os bancos e agentes financeiros, que fecharem negócios do programa, foi fixada em R$ 1.160, valor usado para custear despesas de contratação, serviços de análise de viabilidade técnica, jurídica e documental dos projetos, bem como os custos de acompanhamento e vistorias das obras até a conclusão e entrega das casas.
O texto também determinou a quantidade de imóveis que terão tal benefício, levando em conta o saldo negativo de habitações nas regiões brasileiras: são 107,3 mil unidades habitacionais, sendo 60,2 mil em cidades do Nordeste; 13,6 mil na região Norte; 12,6 mil na região Sudeste; 11,2 mil no Centro-Oeste; e 9.562 na região Sul.
Desde o lançamento em 2009 no estado do Rio de Janeiro, o 'Minha Casa, Minha Vida 1' já contratou 50.674 unidades, representando um investimento da ordem de R$ 3,3 bilhões. Desse total, 11.757 já foram entregues.
No 'Minha Casa, Minha Vida 2', que teve início em 2011, já foram financiadas 38.974 unidades, no valor total de R$ 2,7 bilhões.
Apenas na cidade do Rio de Janeiro, a primeira fase do programa entregou para famílias com renda de até R$1.600, até o mês de fevereiro de 2012, 5.367 unidades.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

DOCUMENTAÇÃO: VERIFIQUE ANTES DE COMPRAR



Ao comprar um imóvel, o consumidor deve realizar uma pesquisa detalhada sobre pendências relativas à documentação para evitar dores de cabeça no futuro. Com unidades usadas, o cuidado deve ser redobrado porque a moradia pode ter impostos ou condomínios atrasados, que ficarão sempre atreladas ao bem.
Imóveis residênciais (Foto: Divulgação)
Isso significa que se o comprador não verificar a existência desses tipos de débitos, pode ser cobrado no futuro por condomínios atrasados do antigo dono.
Já há diversas decisões na Justiça que obrigam o proprietário do imóvel a pagar dívida de condomínio do antigo proprietário. “Chamada de propter rem, essa obrigação recai sobre o dono pelo fato de ele ser titular do direito sobre a coisa, no caso o imóvel, e fica sujeito a pagá-la”, explica Rodrigo Giordano de Castro, advogado da área cível do escritório Peixoto e Cury Advogados.
Segundo o advogado, isso acontece quando o consumidor não faz uma pesquisa detalhada das pendências do imóvel usado e acaba sendo cobrado.
Alguns cuidados podem evitar esse tipo de situação. De acordo com o Manual de Orientações de Consumo do Procon de São Paulo, é fundamental verificar no Cartório de Registro de Imóveis se a matrícula da moradia está atualizada. Assim, havendo alguma pendência, é possível regularizar ou simplesmente desistir da compra do bem.
Outro cuidado é procurar o condomínio ou a administradora do prédio para se certificar que o apartamento ou casa tem dívidas pendentes e pedir uma declaração por escrito confirmando que não existem pagamentos atrasados. Na opinião de Castro, é importante consultar um advogado, que está apto a elaborar um contrato de compra com cláusulas para proteger o comprador. “Se o contrato for bem redigido, o dono do imóvel pode acionar na Justiça o antigo proprietário para ressarci-lo do pagamento das pendências.”

MATÉRIA DO ZAP: http://www.zap.com.br/revista/imoveis/categoria/antes-de-fazer-seu-negocio/para-compra/

sábado, 17 de março de 2012

MINHA CASA MINHA VIDA - 2.240 UNIDADES SORTEADAS




Bairro Carioca terá 2.024 moradias será entregue em abril de 2012






Um novo empreendimento, com moradias sociais — destinadas a famílias com renda até R$ 1.600 — está surgindo ao lado da estação do metrô de Triagem. A Prefeitura do Rio entregará o projeto Bairro Carioca, lançado em outubro do ano passado, em abril de 2012.

Com a construção a pleno vapor, a nova zona residencial da cidade terá 2.240 moradias, além de escolas, creches, complexos esportivos e centro comercial. Os apartamentos serão financiados pela Caixa, dentro do programa “Minha casa, minha vida 2”, a R$ 50 por mês, em dez anos, para as famílias com renda mensal até R$ 490. Para quem ganha até R$ 1.600, a parcela será equivalente a 10% do rendimento.

Mas, quem vislumbra adquirir um dos imóveis sociais não precisa esperar. Ontem, o município sorteou 1.424 moradias em dois empreendimentos de Santa Cruz e num de Senador Camará. Na terça-feira, entregará mais 210 unidades do condomínio Vivendas das Patativas, em Campo Grande. a ser ocupadas por moradores da comunidade Beira Linha, que fica sob o viaduto de Bangu.

Na cidade do Rio, já foram entregues quatro mil casas desde a criação do programa federal, em 2009. De acordo com estimativas do secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar, até o fim do ano, mais sete mil imóveis neste perfil ficarão prontos.
Na esfera estadual, o secretário de Habitação Leonardo Picciani estima entregar 1.260 moradias sociais até dezembro, e contratar mais 13.740, que estarão distribuídas por todo o estado.

terça-feira, 13 de março de 2012

FINALMENTE APARTAMENTOS COM 2 E 3 QUARTOS NA FREGUESIA



Village Vert Freguesia - Jacarepaguá

São apartamentos de 2, 3 e 4 quartos com suíte, varanda e Gourmet, piso em porcelanato na sala, quartos e varandas e instalação para split em todas as unidades, além de ampla cobertura duplex com previsão para exclusivas piscinas.

Todos os apartamentos têm armários na cozinha, quartos, banheiros.
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Na região mais valorizada de Jacarepaguá, a Freguesia, o Village vert está localizado numa rua calma, arborizada, ao lado do Village Florença, sucesso absoluto de vendas da FMAC já no lançamento e pronto para morar.

Está bem próximo ao intenso comércio do bairro, mas com a tranquilidade da natureza e facilidade de acesso aos principais pontos da cidade.

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domingo, 19 de fevereiro de 2012



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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Os valores de aluguel dos escritórios de alto padrão dispararam


Aluguel de escritórios de alto padrão sobe 17,9% na capital

Jornal do Commercio, Circe Bonatelli, 16/fev

Os valores de aluguel dos escritórios de alto padrão na capital dispararam no ano passado, impulsionados pelo descompasso entre oferta e demanda. Segundo levantamento da consultoria imobiliária Colliers International, o valor médio para locação de imóveis corporativos de classe A na cidade cresceu 17,9% em 2011, maior alta registrada desde 2007, quando chegou ao pico de 54,8%. O dado do ano passado representa forte aceleração se comparado ao avanço de 9,2% em 2010. Para este ano, a consultoria ainda espera nova alta, na faixa de 10%.
A taxa de vacância (percentual de imóveis vagos do estoque total) foi de apenas 1,6% no quarto trimestre, um dos menores níveis entre as 172 cidades em 56 países onde é realizada a pesquisa. Se considerado o estoque de Alphaville, bairro empresarial de Barueri, na Região Metropolitana, a taxa de vacância sobe para 5,1%.
Nos últimos anos, vem aumentando o número de empresas que procuram se instalar em prédios mais espaçosos e funcionais, que ajudam a melhorar a produtividade das operações. Entre as principais locatárias estão as instituições financeiras prestadoras de serviços e companhias ligadas ao varejo. "O aumento dessa demanda está atrelado ao crescimento generalizado da economia nos últimos anos", explicou o gerente de escritórios da Colliers, André Strumpf.
Por outro lado, o mercado imobiliário não consegue atender imediatamente o aumento da procura devido à falta de terrenos para novos prédios, à demora no processo de licenciamento e ao período para execução das obras. "Um novo empreendimento leva cerca de quatro anos para ser entregue", observou Strumpf.
A conseqüência é que o valor médio pago mensalmente pelo metro quadrado duplicou nos últimos cinco anos, passando de R$ 52,5 em 2006 para R$ 118,5 no final de 2011. Entre os bairros pesquisados, o preço mais alto foi verificado nas regiões da Faria Lima (R$ 185), Itaim (R$ 178) e Vila Olímpia (R$ 133). Entre aqueles abaixo da média ficaram Chácara Santo Antônio (R$ 68), Alphaville (R$ 69) e Barra Funda (R$80).
DEMANDA E TENDÊNCIAS. A taxa de vacância de 1,6% na capital nos últimos três meses do ano foi maior que a taxa de 0,5% do trimestre anterior e acima também do 1,2% registrado em igual trimestre do ano anterior. Entre as regiões pesquisadas, as mais ocupadas foram Barra Funda e Chácara Santo Antônio, com vacância zero, Berrini e Paulista, com 0,4%, e Vila Olímpia, com 0,5%.
Apesar de baixo, o nível de vacância de 1,6% na capital no quarto trimestre foi o maior do ano passado. Além disso, inter¬rompeu um ciclo de queda da vacância que perdurava desde o fim de 2009, quando estava em 8,4%, e seguiu até o terceiro trimestre de 2011, quando atingiu 0,5%, o menor percentual do ranking global da Colliers. A consultoria atribuiu a elevação no fim do ano passado ao aumento da cautela do empresariado. "Com os preços altos dos alugueis e as incertezas vindas da Europa, muitas empresas puxaram o freio de mão", disse.
Para este ano, a consultoria estima que serão entregues 500 mil metros quadrados de imóveis corporativos classe A em São Paulo, volume bem maior que os cerca de 190 mil metros quadrados entregues em 2011. No entanto, o gestor descarta a possibilidade de recuo nos valores de locação, argumentando que a demanda continuará crescente e que boa parte dos novos empreendimentos a serem entregues já têm contratos firmados de pré-locação. "Não haverá queda, apenas crescimento mais moderado em relação a 2011, na faixa de 10%", estima.