sábado, 13 de julho de 2013

Aprenda a usar paletes na decoração de áreas externas



Olá.

Vi esta matéria no O Globo e achei interessante postar aqui.

Para quem está procurando soluções para áreas externas, este material é bastante interessante.

Este material pode ser encontrado no Rio de Janeiro na CEASA.


O GLOBO  - Publicado: 


No jardim com almofadas, o estrado vira sofá
Foto: Reprodução da internet


No jardim com almofadas, o estrado vira sofá


Jardins e outras áreas externas podem ganhar um toque especial na sua casa com o uso de paletes. De madeira resistente e com tiras que são fáceis de manusear, eles podem virar vasos, cerca, sofás e até um espaço para guardar coisas de quintal, como pás e vassouras.

Outra dica bacana é usar os paletes para fazer um sofá. E isso não requer muito trabalho. Você pode colocar a estrutura dele no chão com algumas almofadas em cima (ou não). Uma sugestão é usar o encosto e o assento de tecido impermeável, podendo assim, deixar seu novo móvel ao ar livre. Já para quem gosta de uma decoração mais produzida, os paletes podem virar cadeiras e mesas mais incrementadas.

Condomínios cariocas devem fazer autovistoria até 1° de janeiro



O Globo Publicado: 
Proprietários de apartamentos devem comunicar a realização de obras aos síndicos e administradores
Laudos devem ser assinados por engenheiros ou arquitetos e síndicos e administradores são responsáveis pelos prédios
Foi publicado nesta sexta, no Diário Oficial do município, um decreto regulamentando a lei que institui a obrigatoriedade de autovistoria em condomínios a cada cinco anos. A primeira delas deverá ser realizada até o dia 1° de janeiro de 2014. Pelo texto assinado pelo prefeito Eduardo Paes, apenas as edificações residenciais unifamiliares e bifamiliares; as com até dois pavimentos e área construída inferior a mil metros quadrados; as situadas em áreas de interesse social; e as que tiverem recebido habite-se há menos de cinco anos não precisam realizar a vistoria. Todos os outros prédios do município, inclusive os tombados, preservados e tutelados, estão obrigadas a cumprir a lei. Prédios que tenham marquise ou varandas projetadas sobre calçadas, independente de seu tamanho, também deverão fazer as vistorias periódicas.

A vistoria técnica deve ser realizada por engenheiros ou arquitetos, habilitados nos conselhos de engenharia e arquitetura. Eles assinarão laudos, que não tiveram um modelo definido pela prefeitura — como era pedido pelos profissionais que já atuam na área — e deverão ser guardados por até 20 anos. Síndicos e administradores dos prédios ficam responsáveis tanto pela contratação dos profissionais quanto por comunicar à Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU) que o prédio está em condições adequadas de conservação, estabilidade e segurança. Essa comunicação será feita online em um formulário disponível nos sites da prefeitura (www.rio.rj.gov.br) e da secretaria (www.rio.rj.gov.br/web/smu).

Nos casos em que forem atestadas necessidades de obras, deverá ser pedido um licenciamento prévio à SMU. E após os reparos realizados, um laudo complementar deverá atestar as boas condições do prédio, o que deve ser incluído no formulário online. Se a vistoria atestar risco iminente, as obras devem ser iniciadas imediatamente e a Defesa Civil comunicada para verificar a necessidade de isolamento da área.

Proprietários de apartamentos que realizarem obras que possam modificar a estrutura do prédio devem ter acompanhamento de engenheiros ou arquitetos, responsáveis pelas reformas, e estão obrigados a comunicar ao responsável pelo prédio — que pode ser o síndico ou o administrador — sobre as obras.

A fiscalização do cumprimento da lei será feita por amostragem e levará em consideração aspectos como a idade das edificações; as áreas que concentrem edificações de grande porte; os principais eixos de circulação de pedestres e veículos; e áreas de Proteção do Ambiente Cultural.


Maior prédio do mundo é aberto na China .

Do tamanho de 20 Opera Houses, o edifício tem hotéis cinco estrelas, escritórios e um resort com sol artificial


O Globo
Publicado: 



Entrada do maior prédio do mundo, na China, que tem 18 andares e 1,7 milhões de metros quadrados
Foto: Reprodução da internet

O maior prédio do mundo, o Century Global Center, abriu as suas portas na China. Localizado na província de Chengdu, ele tem tem 1,7 milhões de metros quadrados, 500 metros de comprimento, 400 metros de largura e 100 metros de altura. Toda esta grandeza é quase o tamanho de Mônaco, e o suficiente para abrigar o equivalente a 20 Opera Houses ou três Pentágonos


Dentro dele, há dois hotéis cinco estrelas, pista de patinação no gelo, bares, lojas, restaurantes, um centro de artes que compreende três auditórios, um museu de arte e espaço para exposições e conferências, entre outras atrações. Uma curiosidade um tanto peculiar deste empreendimento é que ele tem uma praia, o Paradise Island Oceanic Park. Na área de lazer, de 400 metros, está a maior tela LED do mundo, que projeta imagens de paisagens marítimas e horizontes, além de um sistema de energia com luz solar artificial.

O telhado, de aço e vidro, foi feito no mesmo clima praiana, com o formato de uma onda do mar. Ao todo, a construção de 18 andares levou três anos para ser concluída. Confira as imagens do maior prédio do mundo em nossa fotogaleria.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

O grande guia do apartamento pequeno - 13 dicas para projetar seu apartamento pequeno

Mudanças na economia e no estilo de vida levam à procura por unidades compactas: não se planeja mais os ambientes, e sim, as atividades, como o comer, dormir e trabalhar.


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Se a arquitetura pode nos ajudar a viver melhor, nem é preciso dizer que ela vale ouro num imóvel pequeno. E hoje, mais do que nunca, essa arte se vê convidada a interpretar a diversidade. “Há uma mudança comportamental, sobretudo nas grandes cidades: a multiplicação dos arranjos familiares, com diferentes estilos de vida”, analisa Fábio Abreu de Queiroz, pesquisador do Núcleo de Estudos de Habitares Interativos da Universidade de São Paulo (Nomads-USP). Por isso, morar bem em imóveis reduzidos atualmente tem muito a ver com flexibilidade: o modelo de casa separada por cômodos de repente deixa de fazer tanto sentido. “A divisão burguesa em área social, íntima e de serviço, uma herança do século 19, continua sendo reproduzida. Mas é hora de projetar não mais os ambientes, e sim as atividades”, afirma o arquiteto Guto Requena, de São Paulo. Uma pesquisa do portal de tendências WGSN afirma que a sala de jantar está prevista para desaparecer em 2020, seguida pelo estar. Parece distante? Nem tanto. Em metragens mínimas, tudo é percebido como uma coisa só, principalmente se levarmos em conta como as novas tecnologias afetaram nossa rotina e embaralharam lazer e trabalho. Há um olhar multiuso. Para que uma bancada de escritório confinada se podemos usar a mesa de jantar ou o sofá? Por que a cozinha não pode ser encarada como parte da área social? Pois é justamente o que temos visto, a despeito das plantas engessadas dos empreendimentos. “Elas acabam sendo modificadas para atender àquilo que as pessoas sonham: espaços abertos e nada estanques”, complementa Fábio. No fim, o que todos querem é mais conforto e praticidade. “Há no ar um novo valor de busca do essencial e da simplificação da vida, que está relacionado à tendência do morar compacto: uma consciência de que o maior não necessariamente é o melhor”, conclui Sabina Deweik, do instituto italiano de pesquisa Future Concept Lab.


13 dicas para projetar seu apartamento pequeno

Os arquitetos cada vez mais têm de lidar com o intrincado processo de projetar para apartamentos pequenos. Aqui, eles compartilham suas dicas mais preciosas












 

Cidade Jardim




O bairro Cidade Jardim, localizado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, nasceu no século XXI e já com muitos privilégios. A cidade, aliás, será palco de grandes investimentos para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, o que torna a Barra da Tijuca um dos pontos mais desejados. Listamos abaixo 10 razões que vão fazer você ficar com muita vontade de viver em um local tranqüilo e verde como este. Confira:



1. Natureza- estar no Cidade Jardim é viver em contato com a natureza.  São parques, praças,  e ruas arborizadas com milhares de árvores plantadas;

2. Segurança – aqui é possível sentir-se seguro. O bairro possui um projeto que inclui monitoramento constante por equipamentos de última geração;

3. Praias – a região conta com transporte exclusivo para as praias chamado Beach Service. É o tipo de serviço que traz muita facilidade e conveniência aos moradores e visitantes;

4. Associação Local – para administrar e fiscalizar os serviços da comunidade, moradores criaram a Associação Amigos do Cidade Jardim. É a melhor e mais democrática maneira de preservar o patrimônio de todos e garantir a qualidade de vida no bairro;

5. Shopping Metropolitano – serão  42.500 m2 de área de lojas, restaurantes, cinemas, teatro e estacionamento;

6. Humanização – o bairro já nasceu atento às necessidades dos seus moradores e possui conceitos de consumo responsável, racionalização de custos, transporte inteligente e respeito ao meio ambiente;

7. Sua árvore – imagine ter uma árvore com o nome da sua família? Isso já acontece por aqui;

8. Paisagismo – o ambiente privilegia a organização, tanto que o noivo bairro possui  512 mil m2 de paisagismo para os moradores apreciarem;

9. Investimento – por conta dos eventos esportivos que a cidade receberá nos próximos anos, a região da Barra da Tijuca vem crescendo consideravelmente. Só nos últimos três anos, o valor do metro quadrado por lá valorizou 40%;

10. A pé – quem gosta de passear ao ar livre se sente em casa. As amplas alamedas do bairro são um convite a caminhadas e passeios de bicicleta. 

http://www.vendascyrela.com.br/BiosaCoelho


http://www.vendascyrela.com.br/BiosaCoelho

ações que preservam o meio ambiente e ainda ajudam a reduzir o valor da cota condominial

De bem com a natureza

Meia Hora, 11/jul

Construtoras estão investindo pesado em iniciativas sustentáveis nos condomínios residenciais e comerciais no Rio. São ações que preservam o meio ambiente e ainda ajudam a reduzir o valor da cota condominial. Empresas como Calçada, Eco Tinguá, GEP, Leduca, Rubi e RJZ Cyrela já adotaram o modelo.

O Reserva Natural Residencial, da GEP, em Niterói, é um exemplo. Dos quase 46 mil metros quadrados de área, apenas 30% serão usados na construção do empreendimento. Todo o restante tem floresta de Mata Atlântica virgem. "Procuramos usufruir de recursos oferecidos pela natureza, materiais ecologicamente corretos, para reduzir o impacto ambiental e o consumo de recursos ao longo do tempo", afirma Carla Cunha, gerente de marketing da GEP.

O NEO Life, da Living Construtora, do Grupo RJZ Cyrela, é outro empreendimento que se enquadra nesse conceito sustentável. Ocondomínio terá reúso de águas pluviais para irrigação de jardins e limpeza em geral, além de sistema de iluminação dos halls dos pavimentos controlado por equipamentos do tipo sensor de presença - as lâmpadas ficam acesas só quando há pessoas no ambiente.

A Leduca também dispõe de itens sustentáveis nos seus empreendimentos. Hidrômetros individuais, torneiras com fechamento automático nas áreas comuns e pontos de recarga de carros e de bicicletas elétricos fazem parte dos projetos da construtora.

Já a Rubi Engenharia usa telha clara nos seus projetos. O condomínio de casas Sunrise House Garden, que está sendo construído no Recreio, já conta com esse material. "A utilização das telhas claras tem ligação direta com a economia de energia da casa. Como ela exerce maior reflexão da luminosidade, há redução do calor dentro dos imóveis, que pode chegar a 6ºC. Como consequência, vem a redução na conta de luz, porque os aparelhos de ar condicionado e ventiladores ficam de lado", diz Joana Alvim, diretora da Rubi.