Mostrando postagens com marcador construção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador construção. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Feira reúne novidades para o setor da construção

O Dia, Cristiane Campos, 11/ago

O setor de construção busca sempre soluções para otimizar o serviço e que também contribuam para a preservação do meio ambiente. A Feira Construir, por exemplo, que começa quarta-feira no Riocentro, apresentará novidades como o elevador que aciona bateria em caso de falta de luz e que não precisa de casa de máquina, um robô que limpa piscinas sozinho, ar condicionado sem dreno, além de iniciativas de automação residencial, como controle de identificação de portaria que grava rosto, voz e identidade do visitante em apenas quatro segundos.
"Esperamos movimentar em torno de R$ 110 milhões em negócios e receber 50 mil pessoas", prevê VictorMontenegro, diretor de Negócios da feira.
Ele complementa que haverá demonstrações ao vivo durante o evento e palestras para profissionais do ramo.

De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio, Roberto Kauffmann, as perspectivas para o setor são boas. "Isso tudo por conta da proximidade dos grandes eventos que o Rio sediará até 2016, o crescimento do setor, que se mantinha em média de 5% ao ano, deve alcançar 7% em relação ao PIB até o fim de 2013", estima.

Outros fatores vão impulsionar o mercado como o projeto de instalação de polo de inovações tecnológicas voltado para construção civil na Baixada.

Sistema deixa casa segura

O controle de identificação de portaria promete deixar a casa ainda mais segura. O sistema grava rosto, voz e identidade do visitante em quatro segundos. Ele também registra o horário de chegada e o lugar para onde a pessoa irá.

Já o robô X-Treme caminha no fundo da piscina e limpa sem desperdício de água e economia de 90%. Ainda sobe as paredes e continua o trabalho, já que é pr o g r a mado c o m um GPS e não repete a trajetória. O equipamento funciona até quatro horas, ligado por fio de 34 metros.

Elevadores sustentáveis

Outra solução inédita da Feira Construir é o elevador movido à bateria. Em caso de falta de energia, ele acende a luz, desce ao primeiro pavimento e abre as portas. Além disso, não precisa de casa de máquinas e fosso. O equipamento opera com óleo orgânico, 100% reciclável e biodegradável.

O evento vai mostrar ainda uma tinta à base de látex feita para superfícies lisas como vidro, borracha, gradis e até automóveis. Após a secagem, ela forma película emborrachada que pode ser removida com as mãos. A novidade no setor de pisos é o uso de PVC para substituir o laminado.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

O grande guia do apartamento pequeno - 13 dicas para projetar seu apartamento pequeno

Mudanças na economia e no estilo de vida levam à procura por unidades compactas: não se planeja mais os ambientes, e sim, as atividades, como o comer, dormir e trabalhar.


00-o-grande-guia-do-apartamento-pequeno

Se a arquitetura pode nos ajudar a viver melhor, nem é preciso dizer que ela vale ouro num imóvel pequeno. E hoje, mais do que nunca, essa arte se vê convidada a interpretar a diversidade. “Há uma mudança comportamental, sobretudo nas grandes cidades: a multiplicação dos arranjos familiares, com diferentes estilos de vida”, analisa Fábio Abreu de Queiroz, pesquisador do Núcleo de Estudos de Habitares Interativos da Universidade de São Paulo (Nomads-USP). Por isso, morar bem em imóveis reduzidos atualmente tem muito a ver com flexibilidade: o modelo de casa separada por cômodos de repente deixa de fazer tanto sentido. “A divisão burguesa em área social, íntima e de serviço, uma herança do século 19, continua sendo reproduzida. Mas é hora de projetar não mais os ambientes, e sim as atividades”, afirma o arquiteto Guto Requena, de São Paulo. Uma pesquisa do portal de tendências WGSN afirma que a sala de jantar está prevista para desaparecer em 2020, seguida pelo estar. Parece distante? Nem tanto. Em metragens mínimas, tudo é percebido como uma coisa só, principalmente se levarmos em conta como as novas tecnologias afetaram nossa rotina e embaralharam lazer e trabalho. Há um olhar multiuso. Para que uma bancada de escritório confinada se podemos usar a mesa de jantar ou o sofá? Por que a cozinha não pode ser encarada como parte da área social? Pois é justamente o que temos visto, a despeito das plantas engessadas dos empreendimentos. “Elas acabam sendo modificadas para atender àquilo que as pessoas sonham: espaços abertos e nada estanques”, complementa Fábio. No fim, o que todos querem é mais conforto e praticidade. “Há no ar um novo valor de busca do essencial e da simplificação da vida, que está relacionado à tendência do morar compacto: uma consciência de que o maior não necessariamente é o melhor”, conclui Sabina Deweik, do instituto italiano de pesquisa Future Concept Lab.


13 dicas para projetar seu apartamento pequeno

Os arquitetos cada vez mais têm de lidar com o intrincado processo de projetar para apartamentos pequenos. Aqui, eles compartilham suas dicas mais preciosas












 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Acaba retrofit de casarão em Laranjeiras



O Globo, Pelos 4 Cantos, 25/Nov

Palacete do fim do século XIX volta a ter função residencial
Construído em estilo eclético, o Palacete do Morro da Graça, em Laranjeiras, foi residência do senador Pinheiro Machado - que dá nome à rua onde está localizado - entre o fim do século XIX e início do XX, abrigou uma empresa de engenharia e o colégio Sacre-Coeur de Jesus. Em 2008, sediou uma edição do Casa Cor. Agora, retoma sua vocação original: a residencial. Reformado pela incorporadora Rossi, o Parque Laranjeiras acaba de ser entregue aos moradores.


No casarão, que tem a fachada, o hall e parte do jardim frontal tombados pelo município, foi mantido o piso em ladrilho hidráulico do hall e a fachada ganhou a cor da época de Pinheiro Machado, descoberta durante as obras.
- Em uma das paredes do hall, até deixamos exposta a prospecção cromática que fizemos para mostrar as várias cores que o imóvel já teve. Assim, todos vão poder conhecer um pouquinho da história desse patrimônio da cidade - destaca Rodrigo Lorenzo, supervisor de incorporação da Rossi.

Com três andares, o imóvel agora tem 16 apartamentos entre 60 e 95 metros quadrados. Dez deles, são lofts. No primeiro andar, fica a área de lazer com salões de festa e de jogos, piano-bar, espaço gourmet e sala de leitura. A área verde ganhou paisagismo de Benedito Abbud, piscina, churrasqueira, playground e pergolados. Um prédio já existente no terreno e que abrigava escritórios também foi adaptado para o uso residencial. Agora, tem 42 apartamentos de três e quatro quartos. Um terceiro bloco foi construído seguindo características da fachada do casarão para dar unidade ao conjunto.


Investimento de R$ 7 bilhões muda a face do Porto do Rio


Brasil Econômico, 13/nov

Com projeto similar ao de Puerto Madero, em Buenos Aires, e com significativo atraso em relação a outros países, o Porto do Rio começa a ganhar nova cara com o Projeto Porto Maravilha, orçado em R$ 7,6 bilhões e realizado por meio de uma parceria público-privada. A previsão é de que as obras sejam concluídas até 2015. Do total, R$ 4,1 bilhões serão aplicados em revitalização, reurbanização e infraestrutura e os R$ 3,5 bilhões restantes representam prestação de serviços municipais.

Segundo Sérgio Lopes, diretor financeiro da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio (Cdurp), em pouco mais de um ano de obras, os recursos já estão garantidos e o cronograma está adiantado. Até o momento, R$ 1 bilhão já foram empregados. O projeto inclui uma das intervenções mais discutidas pelos cariocas: a derrubada do elevado da Perimetral.

A vocação imobiliária da área, com potencial de construção de quatro milhões de metros quadrados, tem se confirmado, com o interesse de grandes empresas, algumas com as obras já iniciadas. "Grandes empresas, como a Tishman, já começaram a construir. Temos 70 projetos aprovados e outros 39 estão em análise na prefeitura", diz Lopes.

Além de hotéis e centros de convenções, importantes para que a cidade torne um centro de negócios cada vez mais forte, a área vai abrigar diversos edifícios comerciais. Para Marcelo Haddad, diretor-executivo da Rio Negócios, agência promotora de investimentos na capital carioca, o aumento da oferta de escritórios na região vai ser importante para combater uma das principais críticas dos empresários que desejam vir para o Rio: o custo.

"Várias empresas falam que o Rio é caro. Com a oferta de escritórios, nossa capacidade de atração de negócios se multiplica", explica Haddad, ressaltando, porém, que o projeto vai ser relevante também para as outras áreas centrais do Rio. "O Porto Maravilha vai trazer para a cidade do Rio uma qualidade de instalações rara no Centro. Vai gerar atração, mas também migração. Parte deste Centro 'atual' deve começar a se qualificar quanto às instalações, para não perder seus clientes para o Porto", completa.

A revitalização e o fato de cada vez mais empresas se instalarem na região devem incentivar que o número de moradores locais salte dos atuais 20 mil para mais de 100 mil até o final das obras. Apenas o Porto Olímpico - que englobará equipamentos não esportivos para a Olimpíada de 2016, como a Vila de Mídia, a Vila dos Árbitros, além de dois centros de tecnologia e logística - vai ter 1330 apartamentos, que após os Jogos, serão postos à venda para servidores públicos municipais. Entre as obras que em breve vão mudar a paisagem do Porto do Rio, estão o Centro Cultural José Bonifácio, o Museu de Arte do Rio, a revitalização dos galpões da Gamboa e o Museu do Amanhã, que será entregue ao público em julho de 2014.

Empresas migram para região central da cidade

O número de empresas que se instalará na área do Projeto Porto Maravilha cresce a cada dia. Fontes do setor garantem que a Oi tem projetos para mudar a sua sede para a região (apesar de a companhia não confirmar a informação), acompanhando a decisão tomada pela GVT, que investiu R$ 5 milhões na reforma de um prédio no local, e o Banco Central do Brasil, que vai empregar R$ 80 milhões em sua nova sede. O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) também prevê se instalar na região.

Investimento de R$ 7 bilhões muda a face do Porto do Rio

Confirmando a vocação da cidade do Rio para tecnologia, a Microsoft foi a última empresa a anunciar R$ 200 milhões para a revitalização de um prédio histórico na região, que vai abrigar uma aceleradora de negócios, um Laboratório de Tecnologia Avançada e um centro de desenvolvimento da plataforma de busca da companhia, o Bing. No primeiro semestre, a Cisco havia anunciado R$ 50 milhões para a instalação de um Centro de Inovação, na Avenida Presidente Vargas, que apesar de distante da área principal, faz parte do projeto de revitalização da Zona Portuária. A área do Porto Maravilha abriga o Centro de Operações da Prefeitura do Rio e em breve englobará também o Centro de Segurança do Governo do Estado.

Os edifícios comerciais serão um dos destaques da região do Porto do Rio. Grandes empresas, como Tishman Speyer, MDL Realty, CHL, São Carlos, Fibra Experts, além da Sandria Projetos e Construções anunciaram investimentos. Especula-se ainda que, em vez de construir uma nova sede, a Oi poderia ocupar um dos prédios da MDL.

Segundo Marcelo Haddad, diretor-executivo da Rio Negócios, as empresas são atraídas porque a cidade está próxima dos centros comerciais e industriais do país; possui um complexo educacional de engenharia quatro vezes melhor do que outras cidades; abriga grandes empresas, como Vale e Petrobras; e capta talentos. "O acesso ao capital é outro atrativo. É aqui que estão Finep, BNDES e os fundos de pensão", finaliza.

Nome sujo para morador que atrasar o condomínio


O Dia, 13/nov

Quem deixar de pagar o condomínio pode ter o nome incluído na lista negra do serviço de proteção ao crédito. É o que prevê o novo Código Civil, que vai à votação hoje às 14h30, em Comissão Especial na Câmara e deve começar a valer em 2014.

A nova medida, que vai compor o conjunto de leis, promete fechar o cerco contra moradores que deixam de pagar a taxa condominial. Isso porque, no momento que o síndico acionar a Justiça exigindo o pagamento das taxas em atraso, o nome do réu (inadimplente) irá para o SPC, até que a ação seja julgada ou as partes entrem em conciliação.

Outra novidade é a agilidade no julgamento da ação. Especialista em Direito Imobiliário, Arnon Velmovitsky explica que hoje as ações por inadimplência levam em média dois anos para serem julgadas. Pelo novo código, os boletos de cobrança passarão a valer como títulos para execução imediata.

Segundo dados do Secovi-Rio (Sindicato da Habitação) de setembro, o nível de inadimplência em prédios residenciais da capital chega a 10,17%. Para o diretor da APSA, administradora de condomínios, Leonardo Schneider, o aumento na impontualidade do pagamento de condomínio tem relação direta com a redução da multa por atraso - de 20% para 2%.

"Desde 2003, com a mudança do Código Civil, o número de pessoas que atrasam o pagamento em até 30 dias cresceu cerca de 40%", avalia.

ATENÇÃO AOS BOLETOS

Especialista em Direito Imobiliário e atual presidente da Comissão de Direito Imobiliário do IAB (Instituto dos Advogados Brasileiros), Arnon Velmovitsky, orienta que o consumidor tenha, agora, mais atenção aos boletos de cobrança do condomínio. Dessa forma, ele evita, que o síndico entre com um processo de cobrança na Justiça e o nome dele vá parar no Serviço de Proteção ao Crédito - SPC ou Serasa.

CONCILIAÇÃO

Quando as contas apertarem em casa, a saída é procurar o síndico e ter uma conversa franca. "Quem não puder pagar o condomínio em dia deve negociar com o síndico ou com a administradora do imóvel. Uma vez protestado o título bancário, o nome da pessoa será incluído nas listas de devedores", explica o advogado Arnon Velmovitsky.

FALÊNCIA

Para Jayme Rocha, do escritório Taunay & Rocha Advogados, não só os devedores saem perdendo com a dívida. "A falta de rigor tem levado as administradoras praticamente à falência, prejudicando os moradores", alerta o especialista.

SEM VOZ

De acordo com o Artigo 1.335 do atual Código Civil, o morador que deve condomínio não pode votar e nem participar das assembleias deliberativas.

DESPEJO

Além de ficar fora das decisões do condomínio, o inadimplente corre o risco de ter a moradia apreendida para pagar as dívidas, mesmo que seja o único imóvel da família.  

terça-feira, 6 de novembro de 2012

A fabricação de bairros



IstoÉ, Fabíola Perez, 07/nov

De tempos em tempos, o mercado imobiliário lança tendências que se tornam febre no País. A novidade agora são os bairros planejados, construídos a partir do zero para oferecer comodidades aos seus moradores. Estimulados pelo aumento da renda da população nos últimos anos e pelos programas de ampliação ao crédito, os empreendimentos consistem, na sua maioria, em prédios residenciais, torres comerciais, shoppings, hotéis, praças, lojas de serviços diversos e até ruas e avenidas - tudo isso concentrado em uma mesma área. Hoje, as maiores capitais brasileiras desenvolvem projetos exatamente com esse perfil. "É um modelo que estimula o desenvolvimento de uma determinada região e deverá ser o mote do setor imobiliário nas próximas décadas", afirma Cláudio Bernandes, presidente do Secovi-SP.


Em geral, os novos bairros são erguidos em regiões com potencial de valorização. Foco de uma recente explosão imobiliária, a avenida Marquês de São Vicente, na zona oeste de São Paulo, vai receber, em um terreno de 250 mil metros quadrados, 30 torres residenciais para um contingente de 12 mil moradores - o tamanho de algumas pequenas cidades do interior paulista. O bairro, chamado de Jardim das Perdizes e que está sendo construído pelas empresas Tecnisa e PDG, é diferente dos condomínios tradicionais. Cerca de 40% do terreno foi doado à Prefeitura de São Paulo para a construção de vias e áreas verdes. Uma parte imensa, de 50 mil metros quadrados, será transformada em parque, com acesso livre ao público. Detalhe interessante é o prazo de construção - seis anos, uma enormidade diante do tempo que prédios convencionais demoram para sair do papel. Para as empresas, trata-se de um negócio e tanto: estima-se que o projeto gere vendas acima de R$ 4 bilhões.

Outro projeto que começou a ser construído em Osasco é o bairro Jardins do Brasil, da construtora Ezetec. O administrador de sistemas Gustavo Souza, 25 anos, conta que sempre morou na região e, agora, decidiu investir em um apartamento dentro do bairro planejado. "Vou economizar 25 minutos para chegar o trabalho."

A parceria com o setor público é vital para esses projetos. Em Recife, o primeiro bairro planejado de Pernambuco, a Reserva do Paiva, ocupa uma área de 526 hectares próxima à praia de Boa Viagem. O bairro, que será construído ao longo de 15 anos com um investimento de R$ 2,6 bilhões, já conta com um condomínio residencial de 66 casas. "Como contrapartida ao projeto, vamos construir hospitais e centros de capacitação para a comunidade", afirma Luis Henrique Valverde, diretor da Odebrecht Realizações Imobiliárias, incorporadora responsável pela Reserva do Paiva. O Rio de Janeiro, palco do maior boom imobiliário do País, também assiste à expansão das novas comunidades. Em parceria com a Cyrela, a incorporadora Carvalho Hosken está construindo o bairro Cidade Jardim, na Barra da Tijuca. "É uma das únicas áreas nobres da cidade que comporta a implantação dos novos bairros", diz Ricardo Correa, diretor da Carvalho Hosken. 

Embora os empreendimentos revelem uma forte tendência imobiliária, o modelo de comunidades planejadas é alvo de críticas entre alguns especialistas. O arquiteto e professor planejamento urbano da faculdade de Belas Artes, Giovanni Di Prete Campari, diz que, quando espaços planejados ganham força, é sinal de que algo não vai bem na organização das cidades. "São lugares que oferecem qualidade de vida e segurança, mas que não interagem com os demais nichos sociais", afirma Felipe Cavalcante, presidente da Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil (Adit Brasil), a questão é outra. "Os novos bairros são uma reação à falta de planejamento do poder público em infraestrutura urbana", diz.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Decreto que desapropria refinaria será publicado hoje



O Globo, Celia Costa, Diego Barreto e Emanuel Alencar, 16/out


Presidente de Manguinhos diz ter projetos de investir R$ 1,4 bi em seu parque de refino e estocagem
O governo do estado publica hoje mesmo decreto que desapropria a Refinaria de Manguinhos, o que permitirá aos avaliadores do estado fazerem uma inspeção imediata do imóvel. O anúncio foi feito ontem pelo governador Sérgio Cabral, via assessoria de imprensa. Em nota, Cabral reforça que o imóvel onde está situada a refinaria tem as características ideais para a implementação de unidades habitacionais. No terreno de 500 mil metros quadrados, acrescenta o governo, pode ser construído um bairro planejado, com apartamentos, escolas, áreas de lazer, postos de saúde e biblioteca. Cabral havia anunciado que a unidade seria desapropriada no domingo, após a ocupação policial do complexo de Manguinhos e da Favela do Jacarezinho. As comunidades receberão, a partir de dezembro, duas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).  
Depois de ter declarado ter sido surpreendido com o anúncio, o presidente da empresa, Paulo Henrique Menezes, disse ontem, por meio de nota, que vem desenvolvendo grandes projetos para ampliação e modernização de seu parque de refino e estocagem. Os investimentos na unidade chegam a R$ 1,4 bilhão. Ainda na nota, o presidente afirma que a empresa, "embasada na Constituição federal e nas leis do país, confia nas instituições públicas para a garantia de seus direitos de livre iniciativa de sua atividade econômica".
Usando um tom duro contra a empresa - que tem quase 7 mil acionistas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) -, o governo afirma na nota que o estado já moveu contra a refinaria ações judiciais de cobrança de impostos no valor de R$ 406 milhões e que já foram aplicadas multas no valor de R$ 130 milhões. "A Refinaria de Manguinhos já há muito tempo não funciona de fato como refinaria, mas sim como uma grande distribuidora de combustíveis", diz ainda o Poder Executivo.
Cabral acrescentou que a Secretaria estadual do Ambiente vai calcular o valor da "remediação ambiental da área, cujo custo o estado solicitará ao Poder Judiciário que seja descontado do valor a ser pago à empresa pelo imóvel".
- anos para descontaminar
No entanto, o poder público terá de ter paciência no processo de transformação de uma área que sofreu anos de contaminação. A presidente do Instituto estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, disse ontem que ainda não havia discutido o assunto no órgão, mas ressaltou tratar-se de um processo moroso, que "demanda um tempo enorme". Ela afirmou ainda não ter condições de precisar que tempo seria esse, mas assegurou serem necessários pelo menos dois anos para o início da construção dos imóveis.
- A remediação total (da área) demanda um tempo enorme, mas é possível começar as intervenções com menos de 100% do terreno descontaminado. A área da antiga General Electric (GE), por exemplo, exigirá quatro anos de descontaminação. Ainda vamos ter que fazer estudos disse Marilene. - Acredito que o processo na refinaria dure pelo menos dois anos.
Especialista em descontaminação de solo, o engenheiro Alexandre Maximiano reforçou a necessidade de uma ampla investigação para garantir a segurança dos futuros moradores. Ele disse que há a possibilidade de o terreno estar contaminado por hidrocarbonetos carcinogênicos, ou seja, que podem ser causadores de câncer.

Construtoras investem em bairro planejado





Folha de São Paulo, Carolina Matos, 14/out


Terrenos de até 25 quarteirões - raros hoje na capital paulista, principalmente nos endereços mais centrais - modelados para aproximar residências, escritórios, comércio e parques.
Os empreendimentos com ares de bairros planejados, total ou parcialmente abertos à comunidade do entorno, são a aposta de grandes construtoras na cidade.
São projetos com valor estimado de venda de até R$ 4 bilhões. O mais recente, apresentado pela Odebrecht Realizações Imobiliárias no início deste mês, prevê, em 80 mil metros quadrados (ou oito quarteirões), prédios comerciais, residenciais, hotel, shopping e um parque.
O empreendimento, nas imediações do Brooklin e da Chácara Santo Antônio, na zona sul, terá acesso livre da população externa --exceto as torres residenciais.
A estimativa é que, depois de todas as fases entregues, em 2020, o local receba 65 mil pessoas diariamente, sendo 45 mil de fora.
"Esse modelo é comum em cidades que passaram por revitalização, como Nova York", diz Paulo Aridan, diretor regional da Odebrecht Realizações para São Paulo.
Na Barra Funda, zona oeste, uma área de 250 mil metros quadrados (25 quarteirões) abrigará torres residenciais, comerciais, centro para lojas de conveniência e praça aberta ao público.
O projeto é da Tecnisa e da PDG, responsáveis também pela infraestrutura da área, incluindo a abertura de nove ruas e duas avenidas.
Diferentemente do empreendimento do Brooklin, em que já houve lançamento de uma torre de escritórios --o metro quadrado foi comercializado por R$ 14,2 mil--, o da Barra Funda aguarda liberações para começar as vendas.
"Pretendemos lançar a primeira etapa, que são seis prédios residenciais e a praça, até o fim do ano", diz Fabio Villas Bôas, diretor-executivo técnico da Tecnisa.
A estimativa é que o empreendimento seja totalmente entregue em seis anos.
PEQUENO SHOPPING
Em Interlagos, também na zona sul, um terreno de 200 mil metros quadrados (20 quarteirões) reunirá residências, clube, parque e um "mall" (pequeno shopping) aberto ao público.
O projeto, da Tiner e da Brookfield Incorporações, teve a primeira fase lançada em 2008 e deverá estar concluído em 2016.
"Optamos por abrir ao público só o centro comercial porque a preferência dos potenciais compradores era que o empreendimento fosse fechado", diz Ricardo Laham, diretor da Brookfield.
Diferentemente dos casos do Brooklin e da Barra Funda, o terreno adquirido há quase dez anos não faz parte de nenhuma operação urbana. Não houve, portanto, exigência específica da prefeitura quanto à ocupação. "Áreas desse tipo praticamente não existem mais em São Paulo."

Financiamento de móveis e eletrodomésticos é a nova vedete entre os bancos



publicado em 10/10/2012 às 11:12 ,
atualizado em 15/10/2012 às 12:25
por Guilherme Yoshida | Fonte: ZAP Imóveis



com o crescimento do mercado imobiliário nos últimos anos e a popularização do programa federal Minha Casa, Minha Vida, os setores de móveis, eletrodomésticos e até eletrônicos pegaram carona na alta e também viram a demanda aumentar.

E, de olho nesta fatia do mercado, os bancos não perderam tempo e lançaram cartões específicos para o financiamento de produtos destes segmentos.
Desde o dia 1º deste mês, a Caixa Econômica Federal comercializa o Moveiscard, um cartão para financiamento de móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos e que pode ser utilizado em diversas lojas credenciadas em todo o país.

Móveis e eletrodomésticos podem ser adquiridos em diversas lojas credenciadas do país (Foto: Banco de imagens / Think Stock)
O cartão financia até 100% do bem a ser adquirido, com prazo de até 60 meses, sendo dois meses de utilização e 58 meses de amortização, com taxas de juros que variam de 0,90% a 1,80% ao mês.
Para ter acesso ao Moveiscard, o interessado deve se dirigir a uma agência da Caixa e apresentar documento de identidade, CPF, comprovante de renda e endereço. A utilização dos recursos será feita por meio de um cartão e o pagamento das prestações será em débito em conta.
Já o Itaú Unibanco, desde 2011, oferece a seus clientes o Construshop, o plástico financia até R$ 300 mil e pode ser usado para pagar qualquer item adquirido em estabelecimentos de construção, móveis e decoração que aceitem Mastercard Débito.
A instituição financeira dispõe do serviço, porém, apenas para correntistas, que têm até seis meses para fazer suas compras. Nesse período, serão cobrados somente os juros das compras realizadas. Após esse prazo, são até 54 meses para pagar. As taxas são a partir 2,39% ao mês, sem cobrança de tarifas.

Juros dos cartões para este tipo de financiamento variam de 0,90% a 2,39% ao mês, dependendo do correntista (Foto: Banco de imagens / Think Stock)
O banco ainda informa, por meio da sua assessoria, que caso seja necessário um novo limite, o cliente poderá contratar outro financiamento e utilizar o mesmo cartão, uma vez que o serviço tem uma validade de cinco anos.
Em busca desse novo nicho, o Banco do Brasil conta com o cartão Ourocard Crediário, que oferece vantagens como o parcelamento em até 48 vezes das compras realizadas diretamente nas lojas, sem impactar o limite do cartão de crédito.
Uma das exigências do banco estatal, que permite comprar qualquer tipo de bem e serviço, exceto veículos, é que o débito das parcelas ocorra diretamente na conta corrente. Os juros variam de 1,88% a 1,95% ao mês, dependendo do número de parcelas.
Os bancos Santander e Bradesco não contam com nenhum serviço similar, enquanto o HSBC não respondeu até o encerramento desta reportagem.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Saiba quais variáveis observar para amortizar o financiamento imobiliário



Jornal da Globo, 09/out




Quanto maior o valor da entrada, menor a taxa de juro cobrada porque o "risco" de o tomador do empréstimo não conseguir honrar a dívida é menor.
A concorrência bancária começa a chegar aos financiamentos imobiliários. Essas operações, que já chegaram a ter taxas acima de 12%, hoje podem ser encontradas a um custo efetivo total de 7,9%. Por isso, nada de fechar uma operação com o primeiro agente financeiro. Também nesta seara é preciso pesquisar.
Na verdade, contratar um financiamento imobiliário exige paciência para muita pesquisa. Pois, como são operações de longo prazo, qualquer diferença no custo provoca um impacto significativo na renda das famílias.
Cada caso é um caso, mas há regras gerais que podem auxiliar na escolha do melhor modelo para você. Por exemplo, em mais de 90% dos casos, os financiamentos atuais são feitos pelo Sistema de Amortização Constante (SAC) e não pela Tabela Price.
Isso porque, na tabela price você paga prestações menores no início do financiamento, mas elas não amortizam o saldo devedor. Esta amortização só terá início a partir da metade do prazo do financiamento.
Segundo consultores financeiros, para entrar num financiamento imobiliário com mais segurança é necessário observar o valor da entrada. O melhor, segundo eles, é financiar apenas 50%, ou seja, ter pelo menos a metade do valor do imóvel como entrada. Mas a média no mercado é de operações com entradas que variam de 30 a 40% do valor do imóvel.
Quanto maior o valor da entrada, menor a taxa de juro cobrada porque o "risco" de o tomador do empréstimo não conseguir honrar a dívida é menor.
Mas essas são regras gerais, é claro que há condições específicas que devem ser avaliadas. Por exemplo, se você não tem filhos, não tem dívidas e nenhuma obrigação financeira pode sim entrar num financiamento com um valor bem menor de entrada. Afinal, sua renda disponível é maior do que uma família com crianças e que tenha outros endividamentos como automóveis.
A regra diz que quanto menor o prazo, menos juros você paga. Mas é necessário avaliar caso a caso. A prestação do financiamento de Lucas e Ludmila está consumindo uma parcela muito alta da renda da família. Neste caso, reduzir o valor da parcela passa a ter um peso importante na hora da decisão.
Para saber como amortizar o seu financiamento imobiliário, você deverá levar em conta as seguintes variáveis:

- Taxa de juro embutida;
- Prazo restante do financiamento;
- Sua idade (ela influencia no preço do seguro);
- Sistema de amortização;
- Saldo devedor.

sábado, 6 de outubro de 2012

Lançamentos no Recreio unem sofisticação, serviços diferenciados e integração à natureza

Vizinhança que não para de crescer

O Globo, Projetos de Marketing, 30/set

Em apenas três décadas, o Recreio dos Bandeirantes deixou de ser uma região com tímidas casas construídas por pequenos grupos que se reuniam e compravam lotes em meio ao areal e à densa vegetação, e se transformou em um dos bairros mais charmosos do Rio. Graças aos investimentos em infraestrutura, particularmente saneamento e transporte público, o Recreio é considerado hoje um local seguro para quem planeja comprar um imóvel para viver ou investir. Prova disso é que o segundo semestre de 2012 registrou um grande números de lançamentos imobiliários e, até o fim do ano, a oferta só tende a crescer. De acordo com Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), o bairro registrou na última década uma valorização de 20% ao ano."O metro quadrado que em 2002 era comercializado a R$ 1.4 mil, hoje gira em torno da R$ 8 mil", diz.
Em comum, os projetos das construtoras estão incorporando a principal característica da região: a natureza. Espaços de lazer exclusivos e projetos sofisticados também são a marca dos no¬vos endereços do Recreio. A PDG acaba de lançar o Terrara Sky Houses, com projeto que privilegia a vida ao ar livre. São 156 casas que trazem como diferencial a possibilidade de escolha entre mais de cinco plantas para o primeiro piso. "Nossa proposta une conforto e bem-estar, privilegiando a liberdade de quem gosta de viver em casa", explica Marcos Saceanu, diretor de incorporação da PDG. A empresa ainda tem mais planos para o bairro, "os investimentos em infraestrutura no Recreio nos motivaram a continuar apostando na região", completa Saceanu.
O Private-Aqua & Gourmet é o condomínio de luxo da Leduca, com 122 unidades, sendo 90 com piscinas exclusivas e todas com churrasqueira na varanda. "O Recreio é uma região em plena evolução. "Nós percebemos a demanda por empreendimentos de alto valor. A ideia do Private é suprir essa necessidade, atraindo famílias que estão em busca de um condomínio sofisticado e exclusivo", destaca Paulo Marques, sócio-diretor da Leduca.

Também em fase de lançamento, o Concetto, parceria da construtora Calçada com a INK Engenharia, aposta no conceito híbrido e une prédios de três andares com coberturas e casas duplex num terreno de 30 mil m². João Paulo Matos, diretor-presidente da Calçada, explica o interesse pelo bairro: "O Recreio foi uma das regiões que mais recebeu investimentos nos últimos anos, isso se refletiu em mais conforto e acessibilidade aos moradores" - avalia. Com o objetivo de atender à demanda dos Jogos Olímpicos de 2016, o recém-lançado Heritage Design Hotel, da Calper tem conceito inspirado no mar. "Queríamos que o hóspede se sentisse no mar, nosso projeto destaca elementos como claridade, transparência e o movimento das ondas", explica Ricardo Ranauro, sócio-diretor da Calper.
Em julho, a Brookfield Incorporações lançou o Onda Carioca Condominium Club, no Recreio. Como o próprio nome diz, o empreendimento tem como inspiração o estilo de vida do carioca, com quadra de areia, espaço para altinho e futevôlei. Foi exatamente essa proposta que atraiu o analista de sistemas Ruy Sebastião de Mello, aos 54 anos, que comprou uma unidade de 107m² do condomínio. "O Recreio tem uma atmosfera bairrista, a vida parece mais tranquila e, ao mesmo tempo, temos um excelente infraestrutura", diz. Já a Labes Melo aproveita o bom momento para lançar a segunda fase do Enjoy Prime House. São 32 casas com cinco suítes.
Boa fase - As imobiliárias também comemoram a boa fase. Juntas, a Sawala, Martinelli e Habitat vão oferecer mais de duas mil unidades no Recreio e Jacarepaguá até o fim do ano, com opções para unidades residenciais, comerciais e corporativas.


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

APARTAMENTOS COM 1 E 2 QUARTOS NO RECREIO - INÉDITO


O Option Full Services Residences será localizado ao lado do Uprise, no Recreio





 Option Full Services Residences ficará localizado ao lado do Terreno do Uprise, como pode ser visto na imagem acima.
A Mozak engenharia anunciou que lançará no Recreio, o Option Full Services Residences, um residencial com serviços com administração da Protel com unidades de 1 quarto ( aproximadamente 46 m²) ou 2 quartos ( aproximadamente 60 m²) localizado na Av. das Américas, quase em frente ao Shopping Recreio.
Devido á carência por este tipo de imóvel, que tanto serve para moradia como investimento para fins de renda, esperasse um verdadeiro sucesso, com a real possibilidade de todas as unidades serem vendidas no lançamento.

Option Full Services Residences, compre sua unidade a preço de custo.

A Mozak engenharia trabalha no sistema de obra a preço de custo, onde os preços tornam-se bem mais baratos que os praticados pelo mercado, pois a obra é financiada pelos próprios adquirentes, sem juros.



MAIORES INFORMAÇÕES: (21) 8522-9511  /  8354-7435

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Crédito imobiliário volta a crescer com 'ritmo saudável', afirma entidade

 

Folha de São Paulo, Mercado Aberto, 01/out

Os financiamentos para a aquisição e a construção de imóveis voltaram a crescer e tiveram em agosto o melhor desempenho histórico, segundo a Abecip (associação de entidades de crédito imobiliário e poupança).
O volume de empréstimos chegou a R$ 8,25 bilhões, um resultado 28% maior que o apurado em julho e 4,9% acima do registrado em agosto de 2011.
No acumulado deste ano, o crédito imobiliário ficou apenas 0,5% acima do resultado dos primeiros oito meses de 2011.
O número de unidades financiadas em agosto avançou mais, 31%.
No acumulado deste ano, foram financiadas 294,7 mil unidades, 8,6% a menos que no ano passado.
Considerados os últimos 12 meses, entre setembro de 2011 e agosto deste ano, a quantidade de unidades com financiamentos foi 13% a menos que no período anterior.
"O volume de empréstimos para construtoras e incorporadoras está se recuperando. Os lançamentos estão sendo retomados, talvez não no patamar de crescimento de 42% de 2011", diz Octavio da Lazari, presidente da Abecip.
O setor deve fechar este ano com alta de 15 a 20%", segundo o executivo.
O primeiro semestre ficou "de lado", com alta de 23% do crédito para mutuário final e queda de 28% no financiamento para empresas. Para Lazari, tempos de expansão de 65%, como em 2010, não devem mais ocorrer.
"Aquele maior crescimento foi com base muito baixa. E a gente entende que nem deve mais crescer naquele patamar", afirma. "O crescimento bem sustentado para a economia é de 20 a 25%. Acima disso surge problema de insumo, mão de obra."

sábado, 21 de julho de 2012

Apartamentos com varanda, suíte e área de lazer grande atraem mais os clientes





Suíte, área de lazer grande, elevador, varanda e até três quartos, além de localização privilegiada, são alguns dos diferenciais dos empreendimentos financiados pelo programa 'Minha Casa, Minha Vida' e pelo segmento econômico. Esses condomínios ganham espaço e atraem muitos compradores que contam com crédito farto, juros ainda menores e prazo mais alongado para pagar. É possível encontrar unidades a partir de R$ 85 mil.
Esse perfil de comprador está cada dia mais exigente na hora de comprar um imóvel. Ele não aceita mais apenas a casa ou apartamento simples. Tem levado em consideração a qualidade do acabamento, a área de lazer e a segurança do local também.
A MDL Realty construiu o Vitória Duque de Caxias. A área de lazer é o principal diferencial, com itens como piscina, deck molhado, playground, praças temáticas, espaço fitness e salão de festas, entre outros. Outro atrativo está na tipologia das unidades. O Vitória conta com 32 apartamentos disponíveis e prontos para morar, de dois e três quartos. As unidades são vendidas com preços a partir de R$ 152.830.
A Even investiu na localização para chamar a atenção. O condomínio Caminhos da Barra fica próximo à Barra da Tijuca e tem unidades de dois quartos também pelo programa 'Minha Casa, Minha Vida', além de ampla área de lazer.
Região dos Lagos
A AG Prima também possui empreendimentos pelo programa habitacional do governo federal. O Praia Bela, em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos, possui 240 unidades de dois e três quartos, além de lazer e segurança 24 horas. Os apartamentos custam a partir de R$ 90 mil e contam com financiamento pela Caixa Econômica Federal em até 35 anos.
Projetos foram aprimorados
Ampla área de lazer e suíte foram as principais mudanças nos projetos do 'Minha Casa, Minha Vida', de acordo com o diretor da Brasil-Brokers, Ariovaldo Rocha Filho. Ele destaca que os projetos foram aprimorados para dar mais liquidez ao negócio.
"Para um imóvel de R$ 170 mil (limite do programa), é preciso ter uma renda familiar de R$ 5 mil. E, nestes casos, já existem empreendimentos que custam um pouco mais e oferecem também juros acessíveis, por isso foi necessário o ajuste", explica.
Ele lembra ainda que o empreendimento Minha Praia, na Avenida Salvador Allende, na Barra da Tijuca, da MDL Realty e Living, tem metragem de 48 metros quadrados, mas a localização é privilegiada. "Os 1.500 apartamentos foram vendidos em tempo recorde", afirma.






fonte:  

Meia Hora, 19/jul