segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Reforço com o 13º salário

O Dia, Imóveis, 30/nov

Novembro e dezembro são os meses mais aguardados por quem trabalha de carteira assinada, pois é neste período que as empresas depositam o 13° salário. Em vez de usar o dinheiro extra para pagar dívidas anteriores ou fazer novas contas, que tal aplicar na compra do imóvel ou na construção e reforma da unidade?

Segundo pesquisa da Associação Comercial de São Paulo, cerca de 3,7 milhões de brasileiros pretendem destinar parte do 139 salário para reformar a casa.

POUPANÇA DAS FAMÍLIAS

"O uso do abono de Natal tem a ver com a estratégia de poupança de cada família. Tudo começa com a vontade de conquistar o imóvel. Com isso, a pessoa deixa de fazer dívidas durante o ano, vai guardando outros extras como bônus e prêmios, além do 13º salário. Ele pode ser usado para complementar a parcela de um financiamento ou a prestação que é paga à construtora no caso de unidade na planta, além das intermediárias", explica Mário Amorim, diretor-geral da Brasil Brokers no Rio.

Fellipe Pedro, diretor da agência de publicidade Minha Comunicação, lembra que a Leduca lançou empreendimento em dezembro do ano passado que teve 75% das unidades vendidas.

"Acredito que o 13° salário foi mais um fator positivo para este resultado. O interessado pode, por exemplo, dar lance maior no sinal e, proporcionalmente, ter maior desconto no valor final do imóvel", frisa Pedro. A agência atende a sete construtoras que estarão com lançamentos até o fim do ano.

Linha de financiamento para construção ou reforma

O 13° salário também é um grande aliado para quem de¬seja construir ou reformar o imóvel, já que é possível contar com este dinheiro para qui¬tar as prestações do financia¬mento de materiais de construção. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, oferece o cartão Construcard.

Segundo dados do banco, de janeiro a outubro deste ano a instituição somou mais de 250 mil contratos por esta linha de financiamento, dos quais 17.266 são do Rio.

O financiamento Construcard tem duas fases: utilização e amortização. A primeira é para a compra do material de construção. Durante esse período, que pode variar entre dois e seis meses, o cliente paga somente os juros das com¬pras feitas. A segunda fase, que pode variar entre um e 238 meses, conforme relacionamento do cliente, é para o pagamento mensal das prestações até a quitação do contrato. As taxas de juros variam de 1,50% a 2,33%.

Aproveitando a época, o banco promoveu recentemente a primeira semana Construcard, com condições facilitadas nas compras feitas com o cartão nos estabelecimentos participantes.

Empreendimentos para todos os perfis

Durante o mês de de-zembro, a Fmac está com campanha no Village de Capri, em Jacarepaguá. O condomínio de 96 unidades, que está pronto para morar, tem entrada a partir de R$ 9.709 e 90% do imóvel financiado pela Caixa.

"Oferecemos esta condição especial para beneficiar o uso do 139 salá¬rio" afirma Rodolfo Machado, diretor da Fmac.

Na Taquara, as construtoras MR2 e Martinelli lançaram o Connect Life - Work - Trade, complexo multiuso com 390 unidades, das quais 120 são de residenciais, sendo a maior parte de quarto e sala.

Os imóveis têm preços a partir de R$ 193 mil e o empreendimento contará ainda com serviços pay-per-use (pague somente se usar), lazer com opção de mais de 25 itens e segurança 24 horas.

Já em Campo Grande, a Revori oferece o J Fernandes, com 28 unidades entre apartamentos de três quartos e coberturas com quatro quartos. As unidades têm preços a partir de R$ 425 mil. 

domingo, 30 de novembro de 2014

OPORTUNIDADE PARA INVESTIR OU MORAR EM CAMPO GRANDE


Depois de uma repaginada na Direção da Tenda, a Construtora está lançando sua mais nova "joia".

A 5 minutos do Park Shopping, com BRT na porta e próximo do Tunel da Grota Funda,   o Empreendimento RESERVA DAS ÁRVORES promete ser o melhor investimento da região com o mais baixo custo.

Apartamentos com 2 quartos a partir de R$ 160.000,00 com lazer completo, vaga de garagem e uma valorização contínua.

FGTS como parte da entrada, Subsídio e Entrada Facilitada são alguns dos atrativos para investir neste Empreendimento que já está em construção.

MAIORES INFORMAÇÕES (21) 9640-78865










sábado, 29 de novembro de 2014

Prefeitura planeja criar parceria público-privada para gerir o Parque do Flamengo

O Globo, 28/nov


O modelo é inspirado no Central Park, em Nova York, que sofreu com problemas de conservação e violência, mas deu a volta por cima depois que passou a ser gerido por uma organização privada sem fins lucrativos. Com base nisso, a prefeitura do Rio pretende buscar uma parceria público-privada para o Parque do Flamengo. O secretário municipal de Conservação, Marcus Belchior, disse que a Fundação Getúlio Vargas (FGV) está realizando um estudo - que deve ser concluído em um mês - para viabilizar o novo modelo de administração. A ideia é que a mudança ocorra no aniversário de 50 anos do parque, comemorado ano que vem.


- O Parque do Flamengo é muito grande, com 1,2 milhão de metros quadrados, e não recebe apenas moradores das imediações. É grande o número de turistas e de pessoas de outros bairros. É difícil fiscalizar a conservação do paisagismo, o ordenamento e também a questão da área de desenvolvimento social, por causa do grande número de população de rua. Há ainda a questão da segurança pública. A manutenção do parque custa cerca de R$ 7 milhões por ano - disse o secretário.

UM PONTO DE ENCONTRO DOS CARIOCAS

A proposta foi discutida na semana passada no Arq.Futuro, realizado no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico. Entre os participantes do encontro, que discutiu o tema "Parques do Brasil", estava Elizabeth Barlow Rogers, fundadora da Central Park Conservancy, entidade que nos anos 1980 passou a gerir e transformar o parque de Nova York. Hoje, 75% da receita que mantém o Central Park vêm de doações individuais, empresas e fundações. Durante o seminário, Elizabeth declarou que, no começo, havia temor de que o parque fosse privatizado e ficasse para os ricos, mas isso foi superado com o envolvimento de todos no processo.

 O modelo é inspirado no Central Park, em Nova York, que sofreu com problemas de conservação e violência, mas deu a volta por cima depois que passou a ser gerido por uma organização privada sem fins lucrativos. Com base nisso, a prefeitura do Rio pretende 
O presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, Washington Fajardo, disse que a proposta da nova gestão não prevê fechamento do parque ou cobrança de ingresso.

- A Lota de Macedo Soares, uma das responsáveis pelo projeto, já preconizava isso em 1965. Desde aquela época, já se pensava que o parque deveria ser gerido por uma fundação - lembrou Fajardo. - O novo modelo de gestão não exclui o poder público, que deve continuar fiscalizando.

Ainda segundo Fajardo, o Parque do Flamengo tem capacidade de produzir receita em quantidade suficiente para financiar a sua manutenção. Os recursos viriam da Marina da Glória, churrascaria, museu, quiosques, clubes e de eventos esportivos e musicais.

- É importante que toda a arrecadação fique vinculada ao parque - acrescentou. - Não significa usar o dinheiro para fazer algo no parque. É para mantê-lo seguro, bonito e conservado.

Para o presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ), Pedro da Luz Moreira, a parceria com a iniciativa privada é interessante, mas ressalta a necessidade de total transparência no contrato. Na avaliação do arquiteto, o parque precisa ganhar vitalidade:

- Uma ideia é franquear quiosques, à semelhança do que já existe na Lagoa, para incentivar as pessoas a frequentarem o parque em qualquer horário. É importante dar confiabilidade à população de que o local é seguro.

USUÁRIOS DO PARQUE PEDEM MAIS SEGURANÇA

Os usuários do parque cobram mais segurança. Em qualquer horário, é possível ver grande número de moradores de rua e usuários de droga. Os roubos de bicicletas têm sido constantes.

- Pela manhã, me sinto mais segura. Vejo policiamento e guardas municipais em vários pontos, mas, mesmo assim, já presenciei roubos de bicicletas. A situação é pior no fim da tarde, quando alguns pontos do parque ficam perigosos. O ideal seria que nos dias de verão pudéssemos passear em qualquer horário - diz Érica Barreto dos Santos, que costuma fazer caminhadas com a cadelinha de estimação.

Por meio de nota, a Polícia Militar afirmou que o 2º BPM (Botafogo) recebeu o reforço de policiais do Batalhão de Grandes Eventos, do Grupamento de Policiamento Transportado em Ônibus Urbanos, do Regimento de Polícia Montada e do Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas para atuar no parque. Ainda segundo a PM, o policiamento na região também foi intensificado com mais viaturas e carrinhos elétricos, inclusive à noite.

IPTU de imóveis comerciais vai subir em todos os distritos de SP

Folha de São Paulo, 28/nov

O comércio de São Paulo terá o IPTU reajustado em todos os 96 distritos do município a partir de 2015. A média do aumento para os comerciantes será de 26%, contra 3,5% para as residências.

O reajuste, aprovado na Câmara Municipal em 2013, teve a cobrança autorizada nesta semana, após um ano de embargo na Justiça devido a ações do PSDB, oposição ao prefeito Fernando Haddad ( PT), e da Fiesp, que representa as empresas de SP.

Os novos carnês devem começar a ser entregues pela prefeitura no início de 2015, com reajuste máximo de 15% para os imóveis residenciais e de 30% para os comerciais.

Na maioria dos distritos da cidade ( 56), o reajuste médio para os imóveis comerciais ficará entre 25% e 29%, o que indica aumento máximo para quase a totalidade deles.

Segundo a Associação Comercial de São Paulo, o reajuste acabará sendo repassado aos consumidores, principalmente no caso dos pequenos estabelecimentos.

Comerciantes de Água Rasa ( 28%), Alto de Pinheiros ( 27,7%), Anhanguera ( 25,3%) e Aricanduva ( 26,6%) serão os mais afetados, em média.

Entre os contribuintes comerciais, haverá 27 mil isentos do imposto - 5% de um total de 517 mil. No caso dos 2,6 milhões de imóveis residenciais, os isentos são 40%.

Como o reajuste foi inicialmente aprovado para ser aplicado em 2014, a prefeitura agora terá de encaminhar um projeto de lei à Câmara para que o aumento autorizado na Justiça não tenha efeito retroativo e, dessa forma, seja aplicado apenas em 2015.

O projeto também definirá a devolução de um total de R$ 169 milhões aos contribuintes que pagariam menos ou estariam isentos do IPTU em 2014, caso o processo não fosse barrado na Justiça.

Relator do Orçamento na Câmara, o vereador Ricardo Nunes ( PMDB) disse que uma reunião nesta sexta ( 28) deve definir de onde sairá o dinheiro para essa devolução.

"Para pagar esse valor retroativo, terei que criar uma nova despesa no Orçamento. De onde vai tirar é que ainda é a dúvida", disse Nunes.

A gestão Haddad, que estima arrecadar R$ 800 milhões anuais com o reajuste, ainda estuda de quais projetos irá retirar os valores para quitar esse devolução.

Também não está definido como os beneficiários receberão esses valores, o que pode ocorrer por meio de depósito em conta ou abatimento no próximo carnê de 2015.

Haddad teve dificuldade para aprovar o projeto do IPTU em 2013. Agora, terá de convencer a base aliada.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Espaço coworking em prédios residenciais começa a crescer no Rio

O Globo Online, Morar Bem, 4/nov

Com os apartamentos cada vez menores e a preferência ou necessidade de se trabalhar em casa cada vez maior, o espaço coworking em condomínios residenciais começa a surgir como solução e tendência que deve vingar. O modelo já acontece em outro estados, como Paraná e São Paulo. No Rio, porém, ainda é uma ideia praticamente na fase embrionária. Há pouquíssimos projetos que oferecem uma sala compartilhada para os moradores realizarem suas atividades profissionais dentro dos condomínios. Seria o mesmo que um espaço de yoga, ginástica ou churrasqueira, porém, como um objetivo apenas: trabalhar perto de casa sem necessariamente ser dentro do apartamento.

- Nós temos um empreendimento misto em que a parte residencial são unidades de sala e quarto, então, a ideia é oferecer este espaço para o morador receber clientes e fazer suas atividades de trabalho. O morador deixa de ter a necessidade de ter um escritório em casa e passa a ter no condomínio. É a extensão da sua casa - explica Marco Túlio Cabral, diretor da MR2 que, em parceria com a Martinelli lançou este ano o "Connect Life Work Trade", um empreendimento misto na Taquara, Zona Oeste, onde na parte residencial, de 263 unidades, os moradores terão duas salas de home office para usar.

Cabral explica que o espaço comunitário será feito sob reserva e com um custo extra, o qual será cobrado junto à taxa de condomínio. O empreendimento terá também uma parte comercial, com 110 salas. Neste caso, há duas salas destinadas para reunião.

- Apesar de ser mix, os prédios são independentes. Quem está no comercial só pode reservar as salas de reunião do seu edifício. E somente quem está na área residencial tem direito ao home office.

A RJZ Cyrela é uma das construtoras que tem adequado tal proposta em seus projetos. Tanto no "Wave Ipanema" quanto no "Riserva Golf", na Barra, os moradores têm acesso a um escritório equipado com poltronas, cadeiras, mesas e wi-fi. Já no "Ocean Pontal Residence & Beach Place", no bairro Pontal Oceânico, além do espaço coworking, haverá um sala somente destinada para os estudos.

Outra construtora que também apostou na ideia é a Leduca. No condomínio "Outside", em que entre as áreas de uso comum haverá um home office, uma espécie de escritório compartilhado, para onde os moradores podem levar seus laptops para trabalhar ou estudar.

Preço médio dos imóveis sobe 0,45% no país

O Dia, 06/nov

O preço médio do metro quadrado dos imóveis anunciados em 20 cidades do Brasil teve alta de 0,45% em outubro em relação a setembro. O Rio com 0,35% e São Paulo (0,3%) registraram a menor variação mensal desde o início da série histórica em 2008. Os dados fazem parte do índice da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), divulgado ontem.

Mesmo com valor um pouco abaixo da média, a cidade do Rio continua com o metro quadrado médio mais caro. Em outubro ficou em R$ 10.830, seguida por São Paulo com R$ 8.301. Os dois municípios que apresentaram os menores preços foram Contagem, em Minas Gerais, de R$ 3. 340 e Goiânia, em Goiás (R$4.003). A média das 20 cidades pesquisadas ficou "Rio vem em ritmo alto de valorização e era esperada a estabilização. Esta é uma boa hora para investir em imóveis" em R$ 7.482.

Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi Rio (Sindicato da Habitação), explicou que esta pequena desaceleração já era esperada.

"O Rio vem em um ritmo alto de valorização e era certo que uma hora haveria estabilização. Esta é boa hora para quem quer investir em imóvel, já que o setor vai voltar a aquecer fortemente daqui a alguns meses", avaliou.

Segundo o vice-presidente do Secovi Rio, o bairro do Leblon manteve o metro quadrado mais caro do estado, chegando a R$ 25 mil.

"Já o mais barato pode ser encontrado em bairros das zonas Oeste e Norte", indicou o dirigente.

Segundo a Fipe, houve uma queda dos preços dos imóveis em termos reais, já que a alta de 0,45% do valor médio do metro quadrado das unidades das 20 cidades pesquisadas ficou menor do que o avanço de 0,5 % esperado para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de acordo com o Boletim Focus, do Banco Central.