quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Valor do metro quadrado no RJ ultrapassa R$ 8,3 mil e se torna o mais caro do Brasil




Info Money, Fabiana Pimentel, 04/out

Pela primeira vez, o preços dos imóveis cariocas ficaram mais caros que os de Brasília
O preço do metro quadrado dos imóveis no Rio de Janeiro chegou a R$ 8.358 em setembro deste ano. Com este valor, a cidade possui o metro quadrado mais caro do Brasil.
Pela primeira vez no Índice FipeZap de Preços de Imóveis Anunciados, o preço dos imóveis dos cariocas ultrapassou o valor do metro quadrado em Brasília. Em setembro, os brasilienses tiveram de pagar R$ 8.143 por metro quadrado.
No mesmo mês do ano passado, o valor do metro quadrado no Rio de Janeiro era de R$ 7.082, contra R$ 7.859 em Brasília.


Valorização carioca
No Rio de Janeiro, o bairro mais caro é o Leblon. A região atingiu o valor de R$ 18.332 no mês passado, 12,14% a mais que no mesmo período de 2011, quando o metro quadrado na região custava R$ 16.347.
Em Ipanema a valorização dos imóveis foi de 15,24% entre setembro de 2011 e deste ano. No mês passado, o metro quadrado na região custava R$ 16.984, enquanto que em setembro do ano passado o preço era de R$ 14.738.
Outro bairro que aparece entre os mais caros da cidade é a Lagoa. O preço do metro quadrado na região no mês passado era de R$ 14.795, 11,25% a mais que no mesmo período do ano passado quando o preço era de R$ 13.299.
A Gávea e o Jardim Botânico também encareceram entre o ano passado e este ano, sendo 13,05% e 17,13%, respectivamente. O preço do metro quadrado do primeiro bairro passou de R$ 12.325 para R$ 13.934.
Já no Jardim Botânico, que teve a maior valorização do período, o metro quadrado passou de R$ 11.240 para R$ 13.165 neste ano.

Casarão que foi símbolo de luxo no Rio agora abriga a Casa Cor



O Estado de São Paulo, Heloisa Aruth Sturm, 04/out

Edificação construída em 1922 na zona sul entrou em decadência e começou a ser reformada no início dos anos 2000
O casarão quase centenário já foi hotel de luxo, hospital, internato e casa estudantil. Com localização privilegiada, entre as Praias de Botafogo e do Flamengo, zona sul do Rio, o espaço que entrou em decadência nas últimas décadas ressurge revigorado para abrigar a versão carioca da Casa Cor, mostra de arquitetura de interiores que começou ontem e vai até 19 de novembro.
São 52 ambientes criados pelos participantes na edificação de mais de 4 mil m² de área construída. O edifício na Avenida Rui Barbosa foi erguido em 1922 para acomodar os ilustres hóspedes que viriam participar das comemorações do centenário da Independência.
O projeto dos irmãos italianos Antonio e Francesco Jannuzzi era formado por quatro prédios e tinha quase duas centenas de quartos. O material usado na construção era de altíssimo padrão. Quatro meses após a inauguração, o Hotel Sete de Setembro foi desmembrado. Em 1924, parte dele deu lugar ao hospital infantil Abrigo Arthur Bernardes. Dois anos depois, outra edificação seria adaptada para abrigar o Internato da Escola de Enfermagem Anna Nery. O quarto ocupado pela então estudante Teresinha de Jesus, hoje com 75 anos, foi escolhido por seu filho, o arquiteto Fábio Bouillet, para abrigar o estúdio high-tech e, assim, homenagear a mãe.
A casa foi retomada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1995. A restauração iniciada nos anos 2000 continua e a ideia é transformar o local no Colégio Brasileiro de Altos Estudos. "A ideia de montar a Casa Cor ali é divulgar o prédio e, com isso, captar verba para a restauração", afirma a arquiteta Maria Helena Hermes.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Paisagem vencedora no concurso da sede do golfe

 

O Globo, Diego Barreto, 02/out

As instalações da área social serão erguidas às margens da Avenida das Américas, na Reserva de Marapendi, na Barra
Uma ideia que valoriza a paisagem da Barra foi a vencedora do concurso nacional promovido pelo Comitê Rio 2016 e pelo Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) para escolher o responsável pela elaboração do projeto da sede do campo de golfe das Olimpíadas de 2016. Dois moradores do Rio, os arquitetos Pedro Évora, de 34 anos, e Pedro Rivera, de 38, sócios do escritório Rua Arquitetos, assinarão o projeto executivo dos edifícios que abrigarão a área social e as áreas de serviço da modalidade. A vitória foi emocionante para Pedro Évora, que é neto do jogador de basquete Affonso Évora, armador da seleção olímpica que conquistou a primeira medalha brasileira no basquete e em esportes coletivos, um bronze nos jogos de 1948, em Londres, na Inglaterra.
- Minha vontade de participar na realização das Olimpíadas de 2016 era muito grande. A medalha sobre a mesa e as muitas histórias do meu avô sobre aquela conquista histórica fazem essa vitória no concurso ser ainda mais especial, é uma honra - disse o arquiteto.
As instalações da área social serão erguidas em uma área de 950 mil metros quadrados às margens da Avenida das Américas, na Reserva de Marapendi, na Barra. O projeto do campo está sendo desenvolvido pelo escritório americano Hanse Golf Course Design, escolhido também por meio de concurso, no último mês de março. A modalidade, que foi disputada somente nos jogos de 1900 e 1904, voltará ao programa olímpico no Rio depois de 112 anos.
 
Lançado em agosto, o concurso para a escolha do projeto da sede do golfe olímpico avaliou 57 trabalhos. A proposta conceitual do Rua Arquitetos se destacou por priorizar a integração da edificação com o campo, além de adotar uma série de conceitos sustentáveis como o aproveitamento de iluminação natural, captação de águas das chuvas, além de painéis de energia solar. O edifício ficará na parte mais elevada do terreno, com acesso pela Avenida Mário Fernandes Guedes.
 
- O projeto é bastante simples, idealizamos uma grande varanda, que permite a integração com o campo e a visualização do jogo. Todos os conceitos de sustentabilidade estão presentes na proposta - explica Pedro Évora, que espera concluir dentro de seis meses o projeto executivo, orçado em R$393 mil.
Segundo o presidente do IAB, Sérgio Magalhães, a qualidade dos projetos inscritos dificultou o trabalho do júri.
- O concurso foi um sucesso, com projetos de alta qualidade. O vencedor se diferenciou pela simplicidade e utilização de elementos que remetem à arquitetura brasileira e carioca no período de 1940 a 1960. O projeto valoriza a paisagem e articula o edifício em torno de uma praça.
O presidente do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman se disse satisfeito com o resultado.
- Tínhamos o desejo de abrir as portas para a cultura brasileira e de dar esta oportunidade aos jovens arquitetos do nosso país. Eles apresentaram trabalhos que enobrecem e orgulham a arquitetura brasileira.
 
Vitória olímpica
 
Criado em 2008 pela dupla de Pedros, que se formaram na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ e hoje dão aulas na PUC-Rio, o Rua Arquitetos, no Humaitá, já desenvolveu projetos ligados a habitação popular, como o Morar Carioca e a reestruturação de imóveis antigos na região central da cidade. Rivera também é diretor do Studio-X Rio, unidade carioca da rede global criada pela Faculdade de Arquitetura, Planejamento e Preservação da Universidade de Columbia (EUA) para pensar o futuro das cidades.
 
As instalações olímpicas que abrigarão o golfe foram as últimas a serem anunciadas pela prefeitura e o comitê organizador, em 2011. Inicialmente o projeto olímpico previa que as provas da modalidade fossem disputadas nos Itanhangá Golf Club, o que foi descartado pelos organizadores por inadequação do espaço. A prefeitura e o Comitê 2016 optaram pela construção do campo na Reserva de Marapendi.
 
Orçadas em R$60 milhões as instalações do golfe serão construídas em parceria público-privada entre o município, o comitê organizador e um consórcio formado pela empresa RJZ Cyrela e o empresário Pasquale Mauro. O consórcio vai arcar com os custos das obras e terá permissão para construir imóveis de luxo no entorno do campo.

Crédito imobiliário volta a crescer com 'ritmo saudável', afirma entidade

 

Folha de São Paulo, Mercado Aberto, 01/out

Os financiamentos para a aquisição e a construção de imóveis voltaram a crescer e tiveram em agosto o melhor desempenho histórico, segundo a Abecip (associação de entidades de crédito imobiliário e poupança).
O volume de empréstimos chegou a R$ 8,25 bilhões, um resultado 28% maior que o apurado em julho e 4,9% acima do registrado em agosto de 2011.
No acumulado deste ano, o crédito imobiliário ficou apenas 0,5% acima do resultado dos primeiros oito meses de 2011.
O número de unidades financiadas em agosto avançou mais, 31%.
No acumulado deste ano, foram financiadas 294,7 mil unidades, 8,6% a menos que no ano passado.
Considerados os últimos 12 meses, entre setembro de 2011 e agosto deste ano, a quantidade de unidades com financiamentos foi 13% a menos que no período anterior.
"O volume de empréstimos para construtoras e incorporadoras está se recuperando. Os lançamentos estão sendo retomados, talvez não no patamar de crescimento de 42% de 2011", diz Octavio da Lazari, presidente da Abecip.
O setor deve fechar este ano com alta de 15 a 20%", segundo o executivo.
O primeiro semestre ficou "de lado", com alta de 23% do crédito para mutuário final e queda de 28% no financiamento para empresas. Para Lazari, tempos de expansão de 65%, como em 2010, não devem mais ocorrer.
"Aquele maior crescimento foi com base muito baixa. E a gente entende que nem deve mais crescer naquele patamar", afirma. "O crescimento bem sustentado para a economia é de 20 a 25%. Acima disso surge problema de insumo, mão de obra."

'Minha casa' poderá ter luz mais barata



 

Extra, Lara Mizoguchi, 02/out

Beneficiados pelo "Minha casa, minha vida" poderão pagar menos pela luz que consomem, a partir do ano que vem. O Ministério das Cidades confirmou, nesta segunda-feira, que as unidades do programa habitacional do governo federal receberão placas para captação de energia solar, que será convertida em energia elétrica. Se o consumidor gastar menos do que for gerado, a sobra dessa energia será devolvida à rede, e ele terá descontos de até 50% na fatura.
O cálculo é da presidente da Companhia Estadual da Habitação Popular da Paraíba, Emilia Correia Lima, mentora do projeto. O percentual de economia dependerá de fatores como o clima e a manutenção das placas.
Monitorados pela Universidade Federal de Campina Grande, da Paraíba, e pela Energisa, que cobre a região, os testes vão começar no fim deste mês e durar 60 dias. Após análises, o projeto será estendido a outros estados.
Segundo o ministério, ainda não se sabe se o custo de instalação do sistema será financiado ou absorvido pelo atual valor das unidades do programa.
 
 
 

sábado, 29 de setembro de 2012

SEU 2 OU 3 QUARTOS NO RECREIO




FRAMES RESIDENCE

Construtora CALPER





                                 VENDAS :  (21) 8522-9511 OU 8354-7435