domingo, 30 de novembro de 2014

OPORTUNIDADE PARA INVESTIR OU MORAR EM CAMPO GRANDE


Depois de uma repaginada na Direção da Tenda, a Construtora está lançando sua mais nova "joia".

A 5 minutos do Park Shopping, com BRT na porta e próximo do Tunel da Grota Funda,   o Empreendimento RESERVA DAS ÁRVORES promete ser o melhor investimento da região com o mais baixo custo.

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sábado, 29 de novembro de 2014

Prefeitura planeja criar parceria público-privada para gerir o Parque do Flamengo

O Globo, 28/nov


O modelo é inspirado no Central Park, em Nova York, que sofreu com problemas de conservação e violência, mas deu a volta por cima depois que passou a ser gerido por uma organização privada sem fins lucrativos. Com base nisso, a prefeitura do Rio pretende buscar uma parceria público-privada para o Parque do Flamengo. O secretário municipal de Conservação, Marcus Belchior, disse que a Fundação Getúlio Vargas (FGV) está realizando um estudo - que deve ser concluído em um mês - para viabilizar o novo modelo de administração. A ideia é que a mudança ocorra no aniversário de 50 anos do parque, comemorado ano que vem.


- O Parque do Flamengo é muito grande, com 1,2 milhão de metros quadrados, e não recebe apenas moradores das imediações. É grande o número de turistas e de pessoas de outros bairros. É difícil fiscalizar a conservação do paisagismo, o ordenamento e também a questão da área de desenvolvimento social, por causa do grande número de população de rua. Há ainda a questão da segurança pública. A manutenção do parque custa cerca de R$ 7 milhões por ano - disse o secretário.

UM PONTO DE ENCONTRO DOS CARIOCAS

A proposta foi discutida na semana passada no Arq.Futuro, realizado no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico. Entre os participantes do encontro, que discutiu o tema "Parques do Brasil", estava Elizabeth Barlow Rogers, fundadora da Central Park Conservancy, entidade que nos anos 1980 passou a gerir e transformar o parque de Nova York. Hoje, 75% da receita que mantém o Central Park vêm de doações individuais, empresas e fundações. Durante o seminário, Elizabeth declarou que, no começo, havia temor de que o parque fosse privatizado e ficasse para os ricos, mas isso foi superado com o envolvimento de todos no processo.

 O modelo é inspirado no Central Park, em Nova York, que sofreu com problemas de conservação e violência, mas deu a volta por cima depois que passou a ser gerido por uma organização privada sem fins lucrativos. Com base nisso, a prefeitura do Rio pretende 
O presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, Washington Fajardo, disse que a proposta da nova gestão não prevê fechamento do parque ou cobrança de ingresso.

- A Lota de Macedo Soares, uma das responsáveis pelo projeto, já preconizava isso em 1965. Desde aquela época, já se pensava que o parque deveria ser gerido por uma fundação - lembrou Fajardo. - O novo modelo de gestão não exclui o poder público, que deve continuar fiscalizando.

Ainda segundo Fajardo, o Parque do Flamengo tem capacidade de produzir receita em quantidade suficiente para financiar a sua manutenção. Os recursos viriam da Marina da Glória, churrascaria, museu, quiosques, clubes e de eventos esportivos e musicais.

- É importante que toda a arrecadação fique vinculada ao parque - acrescentou. - Não significa usar o dinheiro para fazer algo no parque. É para mantê-lo seguro, bonito e conservado.

Para o presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ), Pedro da Luz Moreira, a parceria com a iniciativa privada é interessante, mas ressalta a necessidade de total transparência no contrato. Na avaliação do arquiteto, o parque precisa ganhar vitalidade:

- Uma ideia é franquear quiosques, à semelhança do que já existe na Lagoa, para incentivar as pessoas a frequentarem o parque em qualquer horário. É importante dar confiabilidade à população de que o local é seguro.

USUÁRIOS DO PARQUE PEDEM MAIS SEGURANÇA

Os usuários do parque cobram mais segurança. Em qualquer horário, é possível ver grande número de moradores de rua e usuários de droga. Os roubos de bicicletas têm sido constantes.

- Pela manhã, me sinto mais segura. Vejo policiamento e guardas municipais em vários pontos, mas, mesmo assim, já presenciei roubos de bicicletas. A situação é pior no fim da tarde, quando alguns pontos do parque ficam perigosos. O ideal seria que nos dias de verão pudéssemos passear em qualquer horário - diz Érica Barreto dos Santos, que costuma fazer caminhadas com a cadelinha de estimação.

Por meio de nota, a Polícia Militar afirmou que o 2º BPM (Botafogo) recebeu o reforço de policiais do Batalhão de Grandes Eventos, do Grupamento de Policiamento Transportado em Ônibus Urbanos, do Regimento de Polícia Montada e do Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas para atuar no parque. Ainda segundo a PM, o policiamento na região também foi intensificado com mais viaturas e carrinhos elétricos, inclusive à noite.

IPTU de imóveis comerciais vai subir em todos os distritos de SP

Folha de São Paulo, 28/nov

O comércio de São Paulo terá o IPTU reajustado em todos os 96 distritos do município a partir de 2015. A média do aumento para os comerciantes será de 26%, contra 3,5% para as residências.

O reajuste, aprovado na Câmara Municipal em 2013, teve a cobrança autorizada nesta semana, após um ano de embargo na Justiça devido a ações do PSDB, oposição ao prefeito Fernando Haddad ( PT), e da Fiesp, que representa as empresas de SP.

Os novos carnês devem começar a ser entregues pela prefeitura no início de 2015, com reajuste máximo de 15% para os imóveis residenciais e de 30% para os comerciais.

Na maioria dos distritos da cidade ( 56), o reajuste médio para os imóveis comerciais ficará entre 25% e 29%, o que indica aumento máximo para quase a totalidade deles.

Segundo a Associação Comercial de São Paulo, o reajuste acabará sendo repassado aos consumidores, principalmente no caso dos pequenos estabelecimentos.

Comerciantes de Água Rasa ( 28%), Alto de Pinheiros ( 27,7%), Anhanguera ( 25,3%) e Aricanduva ( 26,6%) serão os mais afetados, em média.

Entre os contribuintes comerciais, haverá 27 mil isentos do imposto - 5% de um total de 517 mil. No caso dos 2,6 milhões de imóveis residenciais, os isentos são 40%.

Como o reajuste foi inicialmente aprovado para ser aplicado em 2014, a prefeitura agora terá de encaminhar um projeto de lei à Câmara para que o aumento autorizado na Justiça não tenha efeito retroativo e, dessa forma, seja aplicado apenas em 2015.

O projeto também definirá a devolução de um total de R$ 169 milhões aos contribuintes que pagariam menos ou estariam isentos do IPTU em 2014, caso o processo não fosse barrado na Justiça.

Relator do Orçamento na Câmara, o vereador Ricardo Nunes ( PMDB) disse que uma reunião nesta sexta ( 28) deve definir de onde sairá o dinheiro para essa devolução.

"Para pagar esse valor retroativo, terei que criar uma nova despesa no Orçamento. De onde vai tirar é que ainda é a dúvida", disse Nunes.

A gestão Haddad, que estima arrecadar R$ 800 milhões anuais com o reajuste, ainda estuda de quais projetos irá retirar os valores para quitar esse devolução.

Também não está definido como os beneficiários receberão esses valores, o que pode ocorrer por meio de depósito em conta ou abatimento no próximo carnê de 2015.

Haddad teve dificuldade para aprovar o projeto do IPTU em 2013. Agora, terá de convencer a base aliada.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Espaço coworking em prédios residenciais começa a crescer no Rio

O Globo Online, Morar Bem, 4/nov

Com os apartamentos cada vez menores e a preferência ou necessidade de se trabalhar em casa cada vez maior, o espaço coworking em condomínios residenciais começa a surgir como solução e tendência que deve vingar. O modelo já acontece em outro estados, como Paraná e São Paulo. No Rio, porém, ainda é uma ideia praticamente na fase embrionária. Há pouquíssimos projetos que oferecem uma sala compartilhada para os moradores realizarem suas atividades profissionais dentro dos condomínios. Seria o mesmo que um espaço de yoga, ginástica ou churrasqueira, porém, como um objetivo apenas: trabalhar perto de casa sem necessariamente ser dentro do apartamento.

- Nós temos um empreendimento misto em que a parte residencial são unidades de sala e quarto, então, a ideia é oferecer este espaço para o morador receber clientes e fazer suas atividades de trabalho. O morador deixa de ter a necessidade de ter um escritório em casa e passa a ter no condomínio. É a extensão da sua casa - explica Marco Túlio Cabral, diretor da MR2 que, em parceria com a Martinelli lançou este ano o "Connect Life Work Trade", um empreendimento misto na Taquara, Zona Oeste, onde na parte residencial, de 263 unidades, os moradores terão duas salas de home office para usar.

Cabral explica que o espaço comunitário será feito sob reserva e com um custo extra, o qual será cobrado junto à taxa de condomínio. O empreendimento terá também uma parte comercial, com 110 salas. Neste caso, há duas salas destinadas para reunião.

- Apesar de ser mix, os prédios são independentes. Quem está no comercial só pode reservar as salas de reunião do seu edifício. E somente quem está na área residencial tem direito ao home office.

A RJZ Cyrela é uma das construtoras que tem adequado tal proposta em seus projetos. Tanto no "Wave Ipanema" quanto no "Riserva Golf", na Barra, os moradores têm acesso a um escritório equipado com poltronas, cadeiras, mesas e wi-fi. Já no "Ocean Pontal Residence & Beach Place", no bairro Pontal Oceânico, além do espaço coworking, haverá um sala somente destinada para os estudos.

Outra construtora que também apostou na ideia é a Leduca. No condomínio "Outside", em que entre as áreas de uso comum haverá um home office, uma espécie de escritório compartilhado, para onde os moradores podem levar seus laptops para trabalhar ou estudar.

Preço médio dos imóveis sobe 0,45% no país

O Dia, 06/nov

O preço médio do metro quadrado dos imóveis anunciados em 20 cidades do Brasil teve alta de 0,45% em outubro em relação a setembro. O Rio com 0,35% e São Paulo (0,3%) registraram a menor variação mensal desde o início da série histórica em 2008. Os dados fazem parte do índice da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), divulgado ontem.

Mesmo com valor um pouco abaixo da média, a cidade do Rio continua com o metro quadrado médio mais caro. Em outubro ficou em R$ 10.830, seguida por São Paulo com R$ 8.301. Os dois municípios que apresentaram os menores preços foram Contagem, em Minas Gerais, de R$ 3. 340 e Goiânia, em Goiás (R$4.003). A média das 20 cidades pesquisadas ficou "Rio vem em ritmo alto de valorização e era esperada a estabilização. Esta é uma boa hora para investir em imóveis" em R$ 7.482.

Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi Rio (Sindicato da Habitação), explicou que esta pequena desaceleração já era esperada.

"O Rio vem em um ritmo alto de valorização e era certo que uma hora haveria estabilização. Esta é boa hora para quem quer investir em imóvel, já que o setor vai voltar a aquecer fortemente daqui a alguns meses", avaliou.

Segundo o vice-presidente do Secovi Rio, o bairro do Leblon manteve o metro quadrado mais caro do estado, chegando a R$ 25 mil.

"Já o mais barato pode ser encontrado em bairros das zonas Oeste e Norte", indicou o dirigente.

Segundo a Fipe, houve uma queda dos preços dos imóveis em termos reais, já que a alta de 0,45% do valor médio do metro quadrado das unidades das 20 cidades pesquisadas ficou menor do que o avanço de 0,5 % esperado para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de acordo com o Boletim Focus, do Banco Central.

Saem os tapumes e começa a surgir a nova orla do Centro

O Dia, 06/nov

À medida que os vestígios da Perimetral desaparecem, a paisagem da futura orla do Centro se descortina e os cariocas começam a ter noção de como ficará a área após as obras. Quando tudo estiver pronto, será possível caminhar, à beira-mar, desde a Praça 15 até o Pier Mauá, onde será construído o Museu do Amanhã. A primeira parte deste passeio será inaugurada já no primeiro semestre do ano que vem.

"Até junho de 2015, entregamos o trecho da Praça Mauá até a ponte da Ilha Fiscal", prevê o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio (Cdurp), Alberto Silva. Toda a frente marítima da região, no entanto, só estará concluída até meados de 2016, lembra ele.

A extensão total do passeio, que começa no Museu Histórico Nacional e vai até o Armazém 8, na Zona Portuária, é de 3,5 quilômetros. Um pouco mais de um quilômetro fica ao lado da Baía de Guanabara. O restante segue pelo Boulevard da Rodrigues Alves, que só deverá ficar pronto no início de 2016. "Neste trecho, teremos ainda de colocar os trilhos do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) e toda a infraestrutura subterrânea", conta Silva.

Na outra ponta, da Ilha Fiscal à Praça 15, a inauguração deve ocorrer no segundo semestre de 2015, já que depende da conclusão dos túneis da Binário e da Via Expressa, que se conectará ao Mergulhão. Na Praça da Misericórdia, onde há o terminal de ônibus que será desativado dia 23, os pedestres terão uma passagem subterrânea por onde cruzarão as pistas dos carros que ligarão o Mergulhão ao Aterro do Flamengo.

Silva afirmou ainda que as últimas partes da Perimetral serão retiradas até o mês que vem. Entre as principais estruturas, restam três pilares próximos à sede da Polícia Federal e à Rodoviária Novo Rio.