sábado, 12 de janeiro de 2013

COMO DECORAR O QUARTO DOS FILHOS






Excelente matéria que saiu no Jornal Hoje e está no hojeemcasa.com





O quarto do filho

sáb, 12/01/13
por Gustavo Calazans |
categoria Quarto
Há dois lados neste caso complicado que pode ser a idealização do quarto dos nossos filhos. De um lado, crianças que demandam cada dia mais – pequenos adultinhos com super desejos vorazes, exigentes e apurados. Do outro, estamos nós, adultos que num tanto somos crianças frustradas em um mundo moderno cheio de apelos e brinquedinhos.
Tanto eles querem ter como nós queremos dar. Tudo bem, vá lá! Nenhum problema em tudo isto se soubermos cuidar dos limites. Vejamos algumas sugestões de quartos com soluções simples que mostrarm um caminho do meio entre tantos desejos e vontade de agradar.
Uma rede, quer coisa mais gostosa? Por que não colocar no quarto do seu filho, principalmente nas regiões onde o calor nos expulsa dos lençóis em certas noites?
Veja que temos um pequeno mezanino neste quarto, um daqueles que vimos há algumas semanas aqui neste blog no quarto vizinho a este, o mano desse guri. Aqui ele acomoda brinquedos, mas podia perfeitamente ser a cama de uma amiguinho ou do próprio irmão.
Dividir um mesmo quarto, dentre outras coisas, nos ensina muita coisa nesta vida. Veja que é tudo muito simples, mas já impregnado de personalidade. Conclusão número 1: para ser legal não precisa haver exagero, só precisa refletir quem se é.
Não resisti e coloquei de novo, aqui abaixo, a imagem do quarto vizinho do menino aí de cima. Só pra mostrar que personalidade é algo que se desenvolve desde cedo, e suas expressões vão se mostrando na tenra idade.
Incrível como dois irmãos podem viver em espaços tão diferentes, né? Claro que a estrutura é muito parecida, mas o como se ocupa o espaço é bem diferente. Conclusão número 2: respeite seu filho na medida do possível, ele já é um adulto em potecial (só não vale realizar todos os desejos dele, isto quem faz é gênio da lâmpada, ok? rs)


Repito outra foto que já mostrei aqui no blog, pois ela resolve esse dilema anunciado aí em cima. No quarto dos irmãos, os guris vizinhos, as diferenças de estilo de ocupação acabam respeitadas porque eles têm espaços separados. Como fazer quando só há um quarto para se dividir? E por que dividir um mesmo espaço pode ser tão didático?
Veja que no quarto ao lado temos o espaço dividido, cada qual com o seu estilo, com suas cores e estampas. Climas diferentes numa mesma estação do ano. Chuvas e trovoadas lado a lado com um belo campo de flores num dia ensolarado.
E não é que funciona? Conclusão número 3: não importa o quão diferente sejamos, sempre há uma forma harmônica de coexistência. ;-)
Conclusão final: seja pai do seu filho, dê a ele o que for possível, mas também ensine que ele pode perseguir seus próprios sonhos por si só – a falta é uma grande professora. O quarto é só o primeiro laboratório desta aventura. Difícil esta equação, não? Mas não tem jeito, se jogue!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Caixa passa a financiar despesas com cartório e ITBI no crédito imobiliário


InfoMoney-13/12/12

De acordo com a instituição, podem ser incluídas taxas de registro e escritura, dentre outras despesas cartorárias e de ITBI, até o limite de 4% do empréstimo tomado. Vale lembrar, que os valores destas despesas variam conforme a localidade onde o cartório estiver situado. 
Crédito imobiliário Na opinião do diretor executivo de Habitação e Governo da Caixa, Teotônio Rezende, a medida trará às famílias mais tranquilidade para obter o financiamento imobiliário. “Com esta nova opção, a Caixa amplia ainda mais o acesso à moradia própria, proporcionando planejamento e facilidade de pagamento das despesas”, argumenta. 
Até a primeira semana de dezembro, a CEF alcançou R$ 93,7 bilhões em contratações do crédito imobiliário, montante 33,1% superior ao registrado em igual período do ano passado.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

A emergente Barra da Tijuca vive fase de expansões



Valor Econômico, Cezar Faccioli, 30/nov

Um dos poucos centros especializados em decoração e design no país, o CasaShopping, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, está 100% locado há cinco anos. Dados como esse animaram o grupo controlador, Marcon Empreendimentos Imobiliários, a investir R$ 100 milhões na expansão do centro, que prevê 40 novas lojas, em 10 mil m² para o ramo de decoração, 9 mil m² de escritórios corporativos, 4 mil m² para restaurantes, 4 mil m² para serviços e conveniência.
Serão 27 mil m² adicionais de área bruta locável (ABL), elevando o total para 70 mil m². As dimensões chamam atenção se comparadas ao lançamento do centro comercial, em 1984. Foram 25 mil m² de ABL, sendo 18 mil m² de lojas e 7 mil m² de salas comerciais.
O peso do bairro nos grandes eventos, como os Jogos Olímpicos, e no mercado imobiliário também interferiu na decisão de ampliar o shopping. Os estudos prévios levaram em conta a forte concentração de investimentos públicos e privados no Rio e o desempenho da Barra da Tijuca em crescimento populacional, renda per capita e atração de grandes projetos.
O Censo de 2010 do IBGE apontou um aumento populacional de 72% na emergente Barra e uma redução de 4% na Zona Sul, a área nobre mais tradicional. Em paralelo a essa migração, assiste-se a uma alavancagem das obras de infraestrutura. Até 2016, serão 40 mil novas unidades imobiliárias e R$ 8 bilhões de investimentos em saneamento e transporte.
O CasaShopping busca acompanhar todo esse crescimento, para atender a forte demanda no segmento de decoração para casa e empresas. A proximidade com novos condomínios e escritórios recém-construídos, na avenida Ayrton Senna, ajuda a motivar a oferta de serviços no shopping. O diretor-geral do shopping, Francisco Grabowsky, explica que além de ampliar o espaço para a alimentação, a nova área terá minimercado, farmácia, pet shop e padaria.
"Vamos aumentar o movimento, sem comprometer a vantagem em relação aos shoppings convencionais," afirma. As obras reservaram um andar inteiro no subsolo para estacionamento, com 600 vagas. "Fora isso, instalaremos um heliponto, para atender a clientela dos escritórios corporativos," explica.
Outro grande centro de compras do bairro, o BarraShopping prevê a inauguração das 45 lojas para o primeiro semestre de 2014, o ano da Copa do Mundo. Serão 9,5 mil m² adicionais de área bruta locável (ABL). O investimento total da expansão iniciada neste ano é de R$ 243,9 milhões. A receita anual do centro comercial em 2011 alcançou R$ 1,5 bilhão. O faturamento é o maior do grupo Multiplan, um dos líderes do segmento no Brasil, e resultou de 27,1 milhões de visitas.

Superintendente comercial do BarraShopping, Jussara Nova Raris destaca como importantes diferenciais das obras atuais a oferta de 628 vagas de estacionamento coberto e a construção de 4,2 mil m² de escritórios para aluguel. Faltando mais de um ano para a abertura do novo espaço, 32 das 45 novas lojas estão definidas ou em fase final de negociação.
Os dados confirmam o diagnóstico sobre o potencial de crescimento das vendas na região, a que mais cresce na cidade. Somente no primeiro semestre deste ano, as vendas atingiram R$ 724,9 milhões, um aumento de 8,7% em relação ao mesmo período do ano passado. "O resultado em vendas, somado ao intenso fluxo de clientes, que gira em torno de 100 mil pessoas por dia, são provas concretas de que temos condições de crescimento", afirma Jussara.
Para evitar a saturação, o shopping aposta na capacidade de conciliar a variedade de operações e o padrão de qualidade. "O shopping se mantém em constante renovação. Investimos em obras de modernização - até o final de 2013, por exemplo, todos os banheiros do complexo serão reformados - e na abertura de grifes almejadas, mantendo um mix de lojas dinâmico."

Corrida para Zona Oeste exige investimento em transportes




O Globo, Danielle Nogueira, 30/Nov

Aumento da população em áreas longe do Centro requer soluções de massa. Trens e metrô devem ser prioridade, dizem técnicos
O Rio de Janeiro se expande para a Zona Oeste. Dos dez bairros que mais crescem na capital, oito estão nessa área, segundo o IBGE. Camorim lidera as estatísticas, com crescimento populacional de 150,6% entre 2000 e 2010. Recreio e Barra da Tijuca também estão entre os que encabeçam a lista, com aumentos de 118,9% e 47,4%, respectivamente. Bem acima da variação da população carioca no período (7,8%).
Os novos moradores acompanham o movimento do setor imobiliário, que tem concentrado seus lançamentos na Zona Oeste devido à maior disponibilidade e preços mais baixos de terrenos que em outras regiões, como Zona Sul e Centro, onde muitos bairros estão encolhendo. São Cristóvão, por exemplo, é o bairro que mais perde gente no Rio. Em 2010, havia 30% menos moradores que no início da década.
A migração resulta ainda da prioridade dada aos investimentos públicos em infraestrutura na Zona Oeste, a reboque das Olimpíadas de 2016, e da fuga da população para condomínios fechados devido à violência. Embora esse movimento tenha perdido força com as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), foi forte nos anos 2000, o que fez de bairros como a Barra verdadeiros ímãs de gente.
A nova geografia demográfica vem criando desafios para a gestão pública de transportes. Como a maior parte dos deslocamentos é feita entre casa e trabalho, o governo tem pela frente a tarefa de unir os polos do município que concentram moradores aos centros geradores de empregos, sem agravar o já caótico trânsito na cidade.
Para especialistas, a solução de curto e médio prazo é investir no sistema público de transportes, com ênfase na redução do tempo de espera nos trens da Supervia e na expansão do metrô. A longo prazo, a estratégia deve ser acompanhada por políticas de habitação e desenvolvimento que estimulem a moradia onde está o emprego, e vice-versa.
Levantamento feito pelo especialista em planejamento urbano Mauro Osório mostra que a população carioca está concentrada na chamada Zona Suburbana (basicamente Zona Norte, excluindo Tijuca) e na Zona Oeste, que detêm, juntas, 79,3% dos residentes. A oferta de trabalho formal nas duas áreas responde por 46,9% do total. No Centro, ocorre o inverso. Enquanto 35,43% dos empregos formais estão lá, a região abriga apenas 4,71% dos moradores do Rio.
- Temos de estimular novas moradias na área de planejamento 1 (Centro e Zona Portuária), bem como o adensamento produtivo na área de planejamento 5 (antiga área rural do Rio, que responde por parte da Zona Oeste, como os bairros de Santa Cruz e Campo Grande). Ao mesmo tempo, precisamos desestimular a moradia na Zona Oeste, ao contrário do que vem sendo feito hoje - diz Osório, que coordena o Observatório de Estudos sobre o Rio da Faculdade de Direito da UFRJ.
Boa parte dos projetos que visam a melhorar a mobilidade urbana tem a Zona Oeste como eixo central. Entre eles estão os quatro corredores logísticos batizados de Bus Rapid Transit (BRT), que têm R$ 5,2 bilhões de investimentos públicos. Pensados em conjunto, os corredores tornarão mais fácil a vida de turistas e atletas que chegarem ao Rio para os Jogos Olímpicos de 2016, mas vão resolver parcialmente problemas dos moradores da cidade, dizem especialistas.
O primeiro BRT, a Transoeste, foi inaugurado em junho deste ano e liga Santa Cruz ao terminal Alvorada, na Barra. A Transcarioca, em obras, ligará a Barra ao Aeroporto Internacional Galeão/Tom Jobim. A Transolímpica, por sua vez, conectará o Recreio a Deodoro, no subúrbio da Central do Brasil. E a TransBrasil ligará Deodoro ao Aeroporto Santos Dumont, no Centro. Todas as vias estarão prontas até 2016, e estima-se que reduzirão em até 60% o tempo gasto no trajeto.
- Os BRTs são uma boa solução a curto e médio prazos, mas são suficientes? Provavelmente não. A maior parte das pessoas que se deslocam diariamente vai para o Centro. É preciso criar mais alternativas para ligar a Zona Oeste ao Centro, como uma linha dupla do metrô - diz Paulo Cézar Ribeiro, do Programa de Engenharia de Tranportes da Coppe/UFRJ.
Supervia amplia frota e revitaliza estações
Com investimento previsto de R$ 5,6 bilhões, a linha 4 do metrô ligará a Barra a Ipanema, numa linha contínua à que conecta o bairro da Zona Sul ao Centro. O ideal, diz Ribeiro, é que as composições que partissem da Barra seguissem para Botafogo, por exemplo. O especialista em transportes da Uerj Alexandre Rojas lembra que um ônibus transporta até cem pessoas, enquanto uma composição do metrô, até três mil. Daí sua relevância para desafogar o trânsito.
Rojas ressalta ainda a importância dos trens da Supervia. Para ele, é preciso não apenas modernizá-los como reduzir o intervalo entre eles, de modo a atrair mais usuários e, assim, diminuir o número de veículos em circulação.
A Supervia está investindo, em parceria com o governo do estado, R$ 2,4 bilhões até 2020 na modernização e expansão da frota, revitalização das estações e sinalização. Está prevista a compra de 120 trens chineses e a reforma de outros 73 até 2016. Uma leva de 29 composições (com quatro carros cada) já chegou ao Brasil, uma oferta adicional de cem mil lugares.
A promessa da companhia é que, com os novos trens, o tempo de espera dos usuários cairá para até três minutos no ramal Deodoro e para seis minutos nos demais ramais. Hoje, quem opta por esse meio de transporte tem de esperar pelo menos o dobro do tempo.

A tendência para 2013 é de valorização dos imóveis das Zonas Oeste e Norte, em função dos investimentos públicos e privados em mobilidade urbana.


Procura maior que a oferta: investimento sem risco

O Globo, Projetos de Marketing, 30/Nov


A procura por imóveis pela população do Rio de Janeiro tem sido maior que a oferta do mercado, o que faz com que os negócios nesta área representem um investimento muito seguro e rentável, sem risco de perda para o comprador. A avaliação é do presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), José Conde Caldas, que considera o momento muito favorável à aquisição de imóveis.
"Sempre que existir uma demanda maior que a oferta, o negócio será rentável. E é o que acontece com este mercado no Brasil inteiro. Mas, sem dúvida, este é um fenômeno que se aplica bem ao Rio de Janeiro", observa Caldas.
O diretor de Incorporações da Dominus, Marcelo Oliveira, endossa a avaliação do dirigente e diz que esta é a hora ideal para se adquirir bens imóveis, tanto para quem quer morar quanto para investimento." É um momento perfeito para comprar um apartamento, pois quem tem dinheiro aplicado em renda fixa hoje está perdendo para a inflação", opina.
Mobilidade x valorização
A análise feita pela ADEMI-RJ mostra que a tendência esboçada para 2013, por causa dos investimentos públicos e privados em mobilidade urbana - o Bus Rapid Transpor (BRT) TransOeste e o corredor expresso em construção entre bairros das Zonas Oeste e Norte, por exemplo -, é de valorização dos imóveis localizados nas duas regiões.
Para José Conde Caldas, bairros como Santa Cruz (Zona Oeste), Méier e Madureira(Zona Norte) e Campo Grande (Zona Oeste) estão no topo da lista dos locais que receberão mais lançamentos imobiliários, pela grande disponibilidade de terrenos. "Os bairros que ficaram décadas a fio sem receber lançamentos serão alvos de grandes construtoras", anunciou o executivo.

A experiência da Ademi-RJ no setor revela que o perfil do comprador de imóveis no Rio de Janeiro ainda é, preferencialmente, voltado à aquisição com fins de habitação. Segundo ele, grande parte dos interessados, um percentual acima de 80%, quer o imóvel para moradia final. "A grande valorização deste mercado, registrada nos últimos anos, atrai investidores de olho na oportunidade de locação dos imóveis. Eles representam algo entre 10 e 12%, o restante são investidores para compra e venda", afirma o presidente da entidade.
Diferença entre regiões
Embora não haja um padrão médio de valorização para o município inteiro, por causa da diferenciação expressiva entre bairros e regiões, José Conde Caldas qualifica como "alto" o nível de rentabilidade alcançado a partir da compra de um imóvel. Ele usa como exemplo o Leblon, na Zona Sul, e a Tijuca, na Zona Norte.
"O Leblon teve valorização de 100% nos últimos três anos. A Tijuca também teve boa valorização, algo entre 40 e 50%", afirmou ele, que prevê novidades a partir do ano que vem, apesar de reconhecer que os bairros da Zona Sul carioca são os mais valoriza dos. As novidades antevistas pelo diligente são decorrentes do fato de os bairros da Zona Sul serem áreas consolidadas, que darão espaço a outras regiões.
Para quem tem um dinheiro guardado mas ainda está em dúvida sobre onde aplica suas economias, o presidente da Ademi-Rio recomenda a compra de imóveis, que são investimentos bastante seguros e, diante do aquecimento do mercado, de fácil comercialização em caso de necessidade de venda "Investir em imóveis é um grande negócio. Em São Cristóvão, por exemplo, quem investiu na compra de imóveis na planta, teve lucro de 200%, em apenas quatro anos. O mercado anda muito aquecido e, dependendo da localização, a venda do imóvel se concretiza em cerca de 30 dias", informou.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Aprenda a fazer uma horta criativa com pouco espaço


publicado em 26/09/2012 às 15:03 ,
atualizado em 02/10/2012 às 9:30
Fonte: ZAP Imóveis
Horta na janela (Fotos: Divulgação)
Ter uma horta em casa não é mais um privilégio de poucos ou apenas de moradores do interior. Hoje, não há quem não tenha um espaço que possa abrigar um vasinho de hortelã ou de salsinha. Qualquer ‘cantinho’ na área de serviço ou na própria bancada da cozinha é possível cultivar com muita criatividade alguns temperos, basta querer.
De acordo com Marcos Brancher, paisagista e sócio diretor da MbFlores, quem mora em apartamento e dispõe de um terraço gourmet, o espaço é o ideal. “Use a parede lateral para criar uma horta vertical em vasinhos. Além de agradar e ser útil aos cozinheiros de plantão, as ervas e temperos dão um charme especial ao ambiente. A horta também pode ficar dentro de casa. Na cozinha, pode-se aproveitar a janela da pia para distribuir vasos, de diversos tamanhos e formas, com vários temperos. O segredo é usar a criatividade”, completa o paisagista.
Cuidados – Brancher diz que, ao contrário do que se pensa, o cultivo de temperos deve ser cuidadoso. “Cuidar bem das ervas garante a boa evolução da planta e, como consequência, um valor condimentar mais alto”, completa.
Horta na sapateira
Para começar, o especialista no assunto recomenda a compra de mudas em fornecedores certificados e de confiança. “Se houver tempo e paciência para esperar a muda crescer, uma opção interessante são as sementes. Também é essencial reservarmos um local bem iluminado. De preferência, deixe a sua horta em um local com sol direto em pelo menos parte do dia. Em imóveis, as sacadas e a área de serviço costumam ser bons locais”, sugere.
O vaso de jardineira também tem papel importante na sobrevivência das plantas. Escolha o que melhor se adequar ao seu local, não há regras. Mas há algumas recomendações básicas como:
- Os vasos devem possuir drenos (furos embaixo) para o excesso de água escorrer.
- Vasos mais baixos secam mais rapidamente. Prefira vasos de 10 ou mais centímetros de altura.
Para hortas em vasos, geralmente as ervas aromáticas, bem como as medicinais, são as melhores opções, pois precisam de pequenas quantidades por vez e geralmente produzem constantemente. Algumas espécies são ideais para este cultivo como: cebolinha, salsinha, manjericão, manjerona, hortelã, erva-doce, erva-cidreira etc. “Após o plantio, regue bem os vasos, e mantenha-os em um local bem iluminado. Na primeira semana, evite mantê-los sob o sol direto por muito tempo. Regue todo dia, ou uma vez a cada dois dias, dependendo do ambiente. Mantenha o solo levemente úmido, mas não mantenha encharcado por longos períodos. Lembre-se que quanto maior o vaso, mais lentamente ele secará”, finaliza o paisagista.
Horta com pegador de cereal
Se desejar, adube o vaso com pequenas quantidades de húmus, adubos minerais ou adubos líquidos. Evite exageros de adubos, já que o exagero pode levar à “queima” da planta, o que pode matá-la.
Replante de vez em quando. As pequenas plantas não duram pra sempre, uma hora começarão a exibir um mau aspecto. Quando isso ocorrer, você deverá replantar as mudas, utilizando o do plantio, devendo-se trocar a terra do vaso. Se folhas doentes aparecerem, remova as mesmas imediatamente, para que a doença não se espalhe. Se insetos atacarem, remova-os manualmente ou lave-os sob água corrente.