quarta-feira, 20 de março de 2013

TOWNHOUSES HOTEL LAPA - SEU MELHOR INVESTIMENTO EM UMA REGIÃO CADA VEZ MAIS VALORIZADA.



HOTELARIA
A Facility Soluções Imobiliárias vai construir três hotéis no Centro do Rio. O primeiro deles, batizado de Townhouses Hotel Lapa, tem lançamento para breve. Com investimento de R$ 27 milhões vai gerar 210 postos de trabalho. Deve abrir as portas em 2014. Os outros dois projetos ainda não têm data para sair do papel. A Rio Negócios dá suporte.



Como efeito inevitável do bom momento econômico do país e de todo o processo de revitalização da cidade em função da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016, o Rio de Janeiro vive hoje um boom imobiliário. 

Esse boom se traduz na valorização das áreas antigas, regiões nobres onde não há mais espaços para crescer. O metro quadrado na orla de Ipanema e Leblon, por exemplo, chega a valer o dobro (R$ 40 mil) em relação aos pontos mais luxuosos de Miami, com o preço das coberturas atingindo até R$ 40 milhões. A criação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) valorizou ainda os imóveis de áreas menos abastadas, e até municípios da Baixada Fluminense e bairros antes pouco explorados pelas construtoras vêm recebendo novos empreendimentos.
 

A valorização do m2 comercial, em função da carência de espaços corporativos, também tem sido enorme em toda a cidade.
 

Nos próximos anos, a região mais valorizada tende a ser justamente o centro do Rio: uma área única, que hoje reúne as melhores oportunidades de investimentos.
 

Se a tendência é que todo o mercado carioca continue aquecido, a região do centro será, sem dúvida, o seu ponto de ebulição.




IMAGENS DO TOWNHOUSES HOTEL LAPA


          





segunda-feira, 18 de março de 2013

Obras e condomínios transformam a região do Recreio dos Bandeirantes!



Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, vive um momento único. Só em obras para melhoria na infraestrutura de transporte, a maior demanda dos moradores, estão sendo investidos mais de R$ 4 bilhões. 

Os projetos são da Prefeitura, para criação de três vias expressas, a Transoeste, a Transcariocae a Transolímpica, além de pavimentação de vias internas do bairro.

Os investimentos privados também são elevados e condomínios que formam verdadeiros bairros surgem no local e nas áreas que tocam a Barra da Tijuca e Jacarepaguá. Só no primeiro semestre deste ano, 663 unidades foram lançadas na região, sendo 242 residenciais e 421 comerciais. 
O bairro encontrasse hoje em quarto lugar no ranking de lançamentos de unidades, atrás apenas de Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Campo Grande, de acordo com a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ).
A primeira grande obra, já em curso, é a criação da Transoeste, que ligará a Barra da Tijuca ao bairro de Santa Cruz, passando pelo Recreio. Com 56 quilômetros de extensão, o projeto deverá custar R$ 800 milhões ao município.
A duplicação da Avenida das Américas e da Rodovia Bandeirantes está permitindo a instalação do sistema Bus Rapid Transit (BRT), de corredores expressos para ônibus articulados.
Trinta estações serão distribuídas por toda a extensão da via.
Segundo a prefeitura, o BRT diminuirá em 40% o tempo de locomoção entre os bairros de início e fim do corredor e terá capacidade de transportar até 200 mil pessoas por dia.
O potencial da Transoeste se amplia quando é levada em conta a integração do corredor ao sistema metroviário, afirma o secretário municipal de Obras, Alexandre Pinto. "Em pouco tempo, haverá esta ligação com o metrô, permitindo ao morador do Recreio abandonar o carro, ajudando a desafogar o trânsito como um todo." O secretário detalha que as obras da Transoeste estão perto de serem concluídas. 
A previsão é que terminem até o fim do primeiro semestre do próximo ano. A primeira estação, no Novo Leblon, foi inaugurada neste mês.
Ligando a Barra ao aeroporto do Galeão, a Transcarioca, segunda grande obra que passará pela região, deverá ter um total de 39 quilômetros de extensão.
Já completamente licitada, sairá por aproximadamente R$ 1,6 bilhão.
A primeira fase, também em curso, ligará a Barra à Penha, e responderá por R$ 700 milhões dos R$ 1,6 bilhão. O compromisso da Secretaria de Obras é de entregar a via até 2014, antes da Copa do Mundo.
O BRT da Transcarioca terá 45 estações pelas quais passarão até 400 mil pessoas por dia, o dobro da Transoeste. Será o primeiro corredor de transporte de alta capacidade no sentido transversal da cidade. A expectativa da prefeitura é de que ele reduza em 60% o gasto de tempo no trajeto entre a Barra e a Ilha do Governador, onde o BRT terá uma estação. Além da via expressa para ônibus, serão erguidas nove pontes, construídos quatro mergulhões e dez viadutos.
O último grande projeto, a Transolímpica, terá início no próprio Recreio, ligando o bairro até Deodoro, passando por Jacarepaguá e o bairro de Sulacap.
"A licitação para a construção da via será feita até novembro", afirma o secretário de Urbanismo.
Alexandre Pinto informa que a obra caminha dentro do cronograma esperado pela prefeitura, devendo ser entregue até dezembro de 2015. Ela também contará com um BRT, com projeção inicial de transporte de 100 mil passageiros por dia. Assim como na Transcarioca, o custo esperado para a Transolímpica é de R$ 1,6 bilhão.
Para os moradores do Recreio, no entanto, o mais importante serão os trabalhos da prefeitura para pavimentação de vias internas do bairro. Por muito tempo negligenciadas, as ruas receberão investimento de R$ 32 milhões para drenagem e asfaltamento. No total, serão 18 vias renovadas, resultando em urbanização de 50 mil metros quadrados no bairro. "Esse projeto vai ajudar a melhorar bastante a questão do saneamento na região", afirma Pinto.
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Faturamento da Blue Tree Hotels cresce 27,5%

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01/03/2013 - 13h54



Em 2012, a Blue Tree Hotels avançou com seu plano de expansão, que vinha sendo desenhado por seus executivos desde o ano anterior. Os importantes resultados que a rede hoteleira presidida por Chieko Aoki conquistou são sinais de assertividade, principalmente no que diz respeito ao seu faturamento e aumento do portfólio.

Entre janeiro e dezembro de 2012, a soma das receitas dos hotéis administrados pela empresa Blue Tree Hotels registrou incremento de 27,5% atingindo R$ 325.490.883. O resultado foi superior ao alcançado em 2011 (R$ 255,4 milhões). 

O índice de 2012 é quase três vezes maior que o apontado pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional), que indica crescimento de 10% no setor no ano passado.

Para 2013, a meta da diretoria da rede hoteleira é conquistar mais 30% de crescimento, juntamente ao início da operação de 2,3 mil novos apartamentos inaugurados pela companhia. 

Durante o último ano, a rede somou mais 1.019 novos apartamentos ao seu inventário. Em abril foi iniciada a operação do Blue Tree Premium Congonhas (528 quartos), um dos maiores complexos hoteleiros da capital paulista; em agosto foi a vez do Blue Tree Park Búzios Beach Resort (335), o maior e mais completo resort do litoral norte do Rio de Janeiro. 

Já em outubro, a Blue Tree inaugurou a sua primeira unidade (156 apartamentos) em Rio Verde (GO), conhecida como a capital do agrobusiness da Região Centro-Oeste.

De janeiro de 2012 até o momento, foram assinados cinco novos contratos de administração para empreendimentos que somam 1.340 novos quartos à rede, com inauguração prevista para o período entre 2014 e 2016. 

Em 2013, a rede continua focada na expansão da bandeira Blue Tree e, em breve, anunciará novos projetos. De acordo com Aoki, a melhoria nos resultados na hotelaria passará pelos eventos esportivos. 

“Inclusive no que tange a qualificação da mão de obra, ao longo dos próximos anos”, ressaltou Aoki, reforçando que o objetivo da companhia é longo prazo, sustentável e em destinos com crescimento. 
Redação O POVO online


quarta-feira, 13 de março de 2013

FRAMES RESIDENCE - VILA DA MÍDIA



O  MUNDO ESCOLHEU O RIO 

O RIO ESCOLHEU A CALPER.

A CONSTRUTORA CALPER TEM ORGULHO EM CONTRIBUIR PARA O CENÁRIO OLÍMPICO DE 2016.

A CALPER IRÁ CONSTRUIR NO RECREIO DOS BANDEIRANTES, O FRAMES, O EMPREENDIMENTO QUE RECEBERÁ A MÍDIA INTERNACIONAL DURANTE OS JOGOS OLÍMPICOS DE 2016.

A VILA DA MÍDIA IRÁ HOSPEDAR OS PROFISSIONAIS DA IMPRENSA RESPONSÁVEL PELA TRANSMISSÃO DOS JOGOS.

UM PROJETO ÚNICO PARA SER LEMBRADO, UM INVESTIMENTO SÓLIDO ERGUIDO EM UM LUGAR INSPIRADOR, QUE IRÁ PROMOVER O DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO, CONSTRUINDO NOVOS CONCEITOS URBANÍSTICOS E ESTILO DE VIDA.

TODAS AS UNIDADES SERÃO ENTREGUES COM PISO DE PORCELANATO EM TODOS OS CÔMODOS, FECHADURAS BIOMÉTRICAS E ESQUADRIA COM PINTURA ANODIZADA.

ALÉM DISSO, AS UNIDADES TERÃO:  
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APARTAMENTOS TIPOS - BANCADA E COOKTOP GRILL NAS VARANDAS
COBERTURAS - CHURRASQUEIRA E PISCINA COM DECK DE MADEIRA.

NO FRAMES, TUDO GIRA EM TORNO DA QUALIDADE DE VIDA. POR ISSO, A CALPER ESCOLHEU  A MELHOR ACADEMIA DO MERCADO PARA FAZER PARTE DO SEU CONDOMÍNIO E DA SUA VIDA, A CIA ATHLETICA. OS MORADORES TERÃO DISPONÍVEL UMA GRANDE VARIEDADE DE ATIVIDADES:

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quinta-feira, 7 de março de 2013

Odebrecht coloca Porto Maravilha em nova fase·


            
Por Paola de Moura | Do Rio

Vilard, diretor da OR: explica que foco no corporativo procura atender a falta de espaços modernos no Centro do Rio
Trump Towers, Solace ou Port Corporate são alguns dos projetos de edifícios corporativos anunciados na região do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, no último semestre do ano passado. Por enquanto, o porto é um emaranhado de obras e mais de uma dezena de projetos de construção, a maioria edifícios comerciais. Mas a Odebrecht Realizações Imobiliárias decidiu testar o mercado na nova região, com o primeiro edifício construído dentro das especificações de toda a operação consorciada urbana. A expectativa do mercado é saber qual o valor do metro quadrado na região.
No dia 23, a OR lança o Porto Atlântico, um empreendimento de sete torres estimado em R$ 1,7 bilhão de Valor Geral de Vendas (VGV). Localizado bem no meio da região, na saída do Santo Cristo, a construção será dividia em duas fases. A primeira com quatro torres, uma será corporativa de 28 mil metros quadrados, um edifício comercial com 330 salas e dois hotéis da rede Accor: um Novotel e um Ibis. A obra deve ficar pronta no primeiro semestre de 2016. A segunda fase abrange três torres corporativas, uma delas com heliporto, num total de 66 mil metros quadrados.


Daniel Vilard, diretor-superintendente da construtora conta que, no Centro do Rio, apenas 30% dos prédios oferecem qualidade considerada boa, com condições de instalações para TI, pé direito alto ou vagas de estacionamento. "Há empresas imobilizadas em três, quatro, às vezes até cinco diferentes endereços." Por isso, explica, o primeiro foco para a região portuária é o corporativo. A vacância neste segmento no Rio é uma das menores do país: 2,8%.
Vilard não informa o preço do metro quadrado, mas já há quem aposte nos preços de partida. "Hoje, no Centro, em um triple A, o aluguel é cotado entre R$ 140 a R$ 180 o metro quadrado. Na Barra da Tijuca custa entre R$ 100 e R$ 130", diz Alberto Robalinho, diretor da CBRE no Rio. "Como a Barra é mais distante, o preço de mercado, naturalmente é menor", explica.
Daniel Cherman, presidente da Tishman Speyer, lembra do lançamento do Ventura, na avenida República do Chile, instalado na região próxima às sedes da Petrobras e do BNDES mas não tão nobre. A primeira torre do triple A foi entregue m 2008. "Quando o Ventura começou a ser construído, diziam que não havia demanda. Éramos chamados de loucos", diz. "Hoje, depois da segunda torre, é exemplo de sucesso", afirma Cherman. Atualmente, os aluguéis no Ventura variam entre R$ 170 e R$ 180 o metro quadrado. "Imagino que uma empresa que paga caro num escritório antigo no Centro, sem instalações adequadas, possa gastar o mesmo para instalar-se numa área nova, com grandes lajes e espaços mais modernos."
A Tishman, também, possui dois empreendimentos na região. O primeiro deles a cerca de 500 metros da região em reformas. Cherman acredita que o projeto será um sucesso. Localizado no início da Avenida Brasil, o Port Coporate também está prestes a ser lançado. O investimento será R$ 250 milhões numa torre de 22 andares sendo 18 de escritórios, com 32 mil metros quadrados disponíveis para locação e 560 vagas de estacionamento. Cherman prevê um aluguel cerca de 30% menor do que o Ventura. "Não estamos na região diretamente beneficiada, mas muito próximos dela. Acreditamos que será bastante atrativo devido ao custo menor."
A diferença se dá em função da não obrigação em adquirir os Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepac). Como o Port Corporate está fora da região reformada, não é necessário comprar os títulos, nas mãos hoje do Fundo de Investimento Imobiliário Porto Maravilha, administrado pela Caixa Econômica.
O segundo projeto será construído numa região mais central do Porto da Marítima. Num terreno conhecido como Pátio da Marítima, em frente à Cidade do Samba, será erguido outro triple A com 2 torres de 60 mil metros quadrados cada. Lá foi necessária a aquisição de Cepacs. "Apostamos no Rio, porque vem crescendo mais que a média nacional", diz. "O Porto começa com empreendimentos corporativos. Mas será, no futuro, um bairro completo, com residencial, shopping e serviços."
Para Christian Bettoni, gerente comercial da JTavares, corretora de imóveis para empreendimentos corporativos, até 2017 a demanda no Porto será crescente. "O petróleo é mesmo o carro-chefe dessa aceleração. Há muitas empresas do setor divididas pelo Centro, que precisam de grandes escritórios para se unir".
Bettoni acrescenta que há poucas ofertas de terrenos para as construtoras, o que também valoriza os imóveis construídos. Para se ter ideia dos preços, a JTavares está vendendo um galpão na avenida Pedro Alvares, de 2.400 metros, por R$ 8 milhões. "Quando o Porto começar a precificar, ficará mais fácil para as transações serem fechadas", acredita o gerente.

Aportes na região passam de R$ 3 bilhões·        

O projeto Porto Maravilha prevê a renovação de 5 milhões de m2, num investimento que passa de R$ 3 bilhões. A região vai ganhar 122 quilômetros de dutos de água, 35,5 quilômetros de dutos de drenagem e 26 quilômetros de redes de gás. Setenta quilômetros de ruas serão pavimentadas, 650 mil m2 serão reurbanizados, com o plantio de 15 mil árvores e a instalação de três estações de esgoto.
A construção e a operação é da concessionária Porto Novo, união da OAS, com a Odebrecht e a Carioca Engenharia. As empresas venceram a licitação da Prefeitura do Rio feita em 2010 para reformarem toda a área e, ao mesmo tempo, prestarem serviços à população. Na região, nenhum serviço é prestado pelas empresas públicas. (PM)

Investidores não acreditam em excesso de oferta

Os maiores investidores do Porto Maravilha são os fundos imobiliários, que adquirem terrenos e fecham parcerias com as construtoras, de olho na renda dos prédios já alugados. O negócio trouxe pela primeira vez para o Rio a marca Trump Towers. O investidor associou-se à construtora Even para erguer cinco edifícios na avenida Francisco Bicalho, região onde é permitida construir os maiores prédios, com 150 metros de altura. O volume muito grande, porém, pode assustar o investidores por conta do risco de oferta excessiva de espaço.
Fábio Terepins, diretor de Incorporação da Even no Rio, afirma que o empreendimento será erguido aos poucos para evitar uma grande oferta na área. Ao todo, a expectativa do negócio é gerar entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões
Todas as torres serão corporativas. Segundo Terepins, a localização é privilegiada. "Estaremos na entrada da cidade. Bom para quem vem do (Aeroporto do) Galeão, praticamente na entrada do viaduto Paulo de Frontin, que leva à Zona Sul, a dez minutos do Centro e com o VLT (veículo leve sobre trilhos) na porta." Para ele, todas essas facilidades trarão sedes de empresas de volta ao Rio. Com isso, a demanda que já é alta continuará aquecida. Terepins baseia-se nos últimos lançamentos da empresa. No fim de setembro, a Even lançou um prédio de 177 salas comerciais na Lapa, 100% delas vendidas em um dia. Dois meses depois, em dezembro, foram mais 140 salas, já vendeu mais de 50%.
A chance de acontecer sobre oferta de espaço no Porto é considerada quase nula pelo diretor nacional de Negócios da João Fortes, Luiz Henrique Himes. Segundo ele, a cadência será ditada pela burocracia. "Há muitos terrenos federais na região que ainda serão leiloados. É bom que haja uma cadência. É bom para o mercado que aconteça num ritmo mais lento."
Himes explica que as oportunidades são imensas. "São vários tipos de empreendimentos que podemos fazer, corporativos de alto luxo, corporativos mais simples e salas comerciais. Além disso, ainda haverá a chance de construir hotéis ou até residenciais com serviços". Para ele, no entanto, quem sair na frente será mais favorecido.
Por isso, a João Fortes está construindo o Porto 1, um prédio de salas comerciais, próximo ao triple A da Tishman, na avenida Brasil. São 260 milhões em VGV, de um prédio de oito andares. "A nossa aposta é no setor de navegação e em empresas que prestam serviços ao mercado de petróleo, mas que não necessitam de mega escritórios", diz Himes.
Outro setor econômico que empolga quem atua na região é o financeiro. Fundos internacionais e bancos estrangeiros buscam cada vez mais escritórios no Rio. "Um banco, estrangeiro, que chegue ao Rio, vai querer um empreendimento novo, seguro, sustentável e moderno. Padrão de qualidade associado a um cartão postal", conta o diretor da Brasil Brokers, Mario Amorim. Ele também espera uma ótima valorização da região. "Hoje, São Cristóvão (bairro ao lado do Porto) já está se aproximando do preço da Tijuca (bairro nobre da Zona Norte), no residencial: R$ 6 mil o metro contra R$ 7.200. Muita gente que vier trabalhar no Porto gostará de morar lá, assim como no Santo Cristo, hoje uma área ainda degradada", compara.
Amorim também não acredita numa oferta exagerada de imóveis na região portuária. "O número de lançamentos este ano deve ser pequeno: três ou quatro, no máximo. Entre comprar um terreno e erguer o prédio, leva um ano a um ano e meio".
A tese é confirmada por Fábio Lopes, presidente da MDL Realty. "A própria Caixa, como investidora, tem o interesse em que o crescimento não seja rápido demais. Para gerar retorno aos fundo". Para ele, o Porto se tornará o principal local de empreendimentos corporativos da cidade, por conta de sua infraestrutura moderna. Além da parceira com a João Fortes no Porto 1, a MDL desenvolve um edifício de lajes corporativas na avenida Rodrigues Alves com 26 pavimentos de 1.250 m2 cada e VGV estimado de R$ 450 milhões.
Com o tempo, é natural que a vacância, que há dez anos era de 20% e hoje está em 2,8%, volte a subir, mas isso não acontecerá nos primeiros lançamentos. É o que prevê Luis Constantino, sócio da MCL Investimento. "Hoje a taxa é muito baixa. Com novos espaços chegando, deve subir. Mas não vejo isto no curto prazo e sim mais no longo, depois de cinco anos do Porto já estabelecido". A previsão da maioria dos executivos é de que esse longo prazo só chegue daqui a cerca de dez anos. (PM)