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terça-feira, 16 de julho de 2013
Registro de imóveis poderá ser feito online em breve
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Brasileiros compram apartamentos em Miami, nos Estados Unidos, para economizar e ainda saem no lucro por estarem localizados em cidade litorânea
Luxo que cabe no bolso
DIÁRIO DA MANHÃ
THAMYRIS FERNANDES
A busca por imóveis no exterior tem se tornado maior entre os brasileiros há algum tempo, especialmente nos Estados Unidos. De acordo com dados recentes sobre o setor, a preferência de quem adquire um imóvel fora do País é Miami, na Flórida, um dos destinos mais procurados quando o assunto são compras.
Segundo Sérgio Araújo, presidente de imobiliária que trouxe a possibilidade de aquisição de imóveis no exterior por goianienses, um dos motivos que levam os brasileiros a buscarem um imóvel na cidade americana são os preços dos apartamentos. Conforme explicou, os valores podem competir com imóveis em alguns setores de Goiânia ou sair mais baratos.
Como ressaltou o presidente, é possível encontrar apartamentos de US$ 3,5 mil a US$ 10 mil o metro quadrado, dependendo da região em que o imóvel estiver. Em Goiânia, por exemplo, o preço médio do metro quadrado dos apartamentos, calculado pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) de Goiás, chegou a superar os R$ 4 mil, em junho de 2013.
"Quanto mais próximo à praia, mais salgado é o preço. Mas, de forma geral, os imóveis saem mais ou menos pelo valor de um apartamento no Setor Bueno, na Capital, próximo ao Parque Vaca Brava", comparou Sérgio.
VENDAS
Com até 25% dos preços mais baixos que no Brasil, a demanda brasileira só tem crescido nos últimos dois anos, segundo o presidente. Dados da Associação de Corretores de Imóveis de Miami (Miami Association of Realtors), em 2011, 12% do total de imóveis vendidos a estrangeiros foram comprados por brasileiros.
A mesma sondagem mostra que os compradores do Brasil só não compraram mais imóveis que os venezuelanos, que respondem por 17% dos imóveis adquiridos. Embora sem números específicos, a associação afirma que em 2012 os brasileiros continuaram entre os principais compradores.
Outras sondagens do mercado imobiliário americano mostram também que os investidores do Brasil estão entre os maiores consumidores de apartamentos de mais de US$ 1 milhão. "As pessoas que mais buscam esse tipo de imóvel é quem já se organizou aqui no Brasil. Empresários que estão melhor estruturados financeiramente e que têm condições de investir quantia maiores", comentou Sérgio.
De acordo com o diretor e fundador de uma das primeiras imobiliárias brasileiras a atuarem nos Estados Unidos, Leo Ickowicz (também corretor de imóveis), somente nos últimos três anos sua empresa fechou mais de 600 negócios com brasileiros em Miami. "Antes as pessoas tinham uma visão negativa da cidade, mas agora é possível, pois ela está mais cosmopolita. Tem tudo que uma cidade como Nova York ofereceria, com um visual e um clima muito parecido com o Rio de Janeiro. Isso sem falar na boa fama de Miami quanto à segurança."
Segundo Leo, a questão da proximidade com o Brasil também conta bastante na hora da escolha, bem como a boa aceitação da língua portuguesa e espanhola na cidade. "Há uma série de atrativos aos brasileiros, inclusive a grande comunidade latino-americana que hoje está instalada em Miami. Além disso, a noite da cidade é bem badalada, cheia de celebridades, o que ainda conta pontos a favor."
OPORTUNIDADE
"Pra mim e minha família foi um ótimo investimento. O apartamento é muito bom, eu posso alugá-lo quando não estou usando, economizo com hospedagem quando vou a Miami e ainda tenho o privilégio de convidar familiares e amigos para a cidade", ressaltou o empresário Mendel Goldman, que acabou de comprar um novo apartamento em Miami.
"Desde criança vou à cidade várias vezes ao ano porque tenho família lá, mas nunca imaginei que teria o conforto de estar em minha própria casa", disse. De acordo com Mendel, essa é uma excelente oportunidade, pelos preços e pela facilidade que é a transação. "Você só precisa estar dentro da legalidade, tanto brasileira quanto norte-americana; e ser cliente de um banco que atue também nos Estados Unidos."
Conforme ressaltou o empresário, esse é um investimento possível a qualquer classe social. Segundo ele, há preços para todos os bolsos e os custos dentro da cidade, em muitos casos, são iguais aos do Brasil ou até mais baratos. "A alimentação, por exemplo, é bem em conta em Miami e os serviços são de uma qualidade bem superior. Além disso, tudo na cidade é bem acessível quando o assunto é a língua, tida com a terceira mais falada da cidade", acrescentou.
Fazer consertos antes de vender o imóvel pode valorizá-lo em até 20%
Pequenas reformas deixam melhor impressão ao comprador e a venda acontece mais rapidamente, afirmam especialistas
O GLOBO Publicado:

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Na hora de vender um imóvel, o que vale mais a pena? Consertar aquele azulejo quebrado do banheiro, dar um jeito na infiltração e trocar o trinco frouxo da porta ou vender do jeito que está mesmo?
Especialistas do mercado imobiliário do Rio afirmam que o melhor é arrumar antes de vender. Segundo eles, deixando tudo bem apresentável é possível conseguir até 20% a mais na venda, dependendo dos custos com as obras, que devem variar de 5% a, no máximo, 10% sobre o preço do imóvel.
O diretor do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ), Laudimiro Cavalcanti, acredita que pequenas obras são bons investimentos, pois ao ver um imóvel em más condições, a única coisa que o comprador terá em mente é a certeza de vai ter que gastar mais dinheiro ainda.
— A primeira impressão realmente é a que fica. Vale a pena o proprietário gastar de 8% a 10%, não mais que isso, para arrumar a casa em coisas como pintura, infiltração, troca de azulejos, janelas e torneiras. Agora, mudar um piso inteiro já não vale a pena, inclusive porque o novo comprador pode detestar — afirma Cavalcanti, que considera um retorno de até 15% sobre o valor do imóvel.
Edison Parente, vice-presidente comercial da Renascença Administradora, explica que um imóvel precisando de reformas pode se valorizar ou se desvalorizar, em média, até 20% do valor de venda. Para o diretor da Sawala Imobiliária, Sandro Santos, quem vende o imóvel não ganha tanto pela valorização, mas sim pela liquidez.
— Um imóvel reformado vende mais rapidamente. Se, no mesmo prédio, há um apartamento em excelente estado de uso e outro que precisa de obras, o que está em boas condições será vendido antes — ressalta Santos.
— Como a oferta de imóveis para venda é grande, o ideal é que se ofereça o imóvel em bom estado de conservação antes de vender, pois o período de vacância é bem menor, ou seja, não vai demorar tanto para vender. O imóvel estará competindo em igualdade com a grande maioria, que está em bom estado — completa Edison.
Espaço ambientado ajuda os pequenos a desenvolverem o gosto por ler
O GLOBO - Publicado:

Muitos dos nossos hábitos começam na infância, e um deles é o de ler. Mas, convenhamos, uma biblioteca com enormes prateleiras repletas de livros talvez não vá despertar esse interesse em uma criança. Por isso, é importante que os pequenos tenham um espaço com a carinha deles — lúdico e com livros ao alcance das suas maõzinhas. O cantinho da leitura não precisa ser luxuoso, muito menos caro. O ideal é que seja apenas colorido, aconchegante e decorado com a ajuda dos pequenos.
— O lugar tem que ser alegre, colorido, com livros variados, além de CDs de músicas e de histórias, material para desenho e alguns brinquedos para as crianças se sentirem à vontade — orienta a escritora e contadora de histórias Cléo Busato, que acredita que, tendo um local agradável para a leitura, a criança vai relacionar o hábito como algo prazeroso.
Na Oba!, as arquitetas Leila Bittencourt e Fernanda Casagrande desenvolvem espaços voltados para a literatura que agradam os pequenos. Em alguns projetos, há inclusive mesas para a criançada desenhar. Já em outros, uma almofada gostosa, livros e brinquedos são suficientes.
A dica para espaços pequenos, na sala ou no quarto da criança, por exemplo, é colocar almofadas pelo chão e uma pequena mesinha ou estante baixa com os livros ao alcance deles. Outra sugestão é organizar o lugar com tapetes macios ou emborrachados que permitem que a criança sente e deite, além de decorar as paredes.
— É importante observar que informação demais também atrapalha. O ideal é colocar poucos elementos, que instiguem a criança, e oferecer novos livros periodicamente — afirma a escritora.
Berço sem uso
O que fazer com o berço se seu filho já cresceu ou ou se você aderiu ao método pedagógico Montessori, em que os objetos ficam à altura da criança e ela dorme num colchão? Pois saiba que a lateral vazada do berço pode virar uma prateleira prática para colocar os livros infantis. Além de não ocupar muito espaço, incentiva a criança a ler!
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