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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

LEAD AMÉRICAS BUSINESS

LANÇAMENTO RJZ CYRELA

LEAD AMÉRICAS BUSINESS
Um Investimento Raríssimo

Decida-se por ter seu negócio no ponto mais nobre do início da Avenida das Américas

Um Empreendimento que proporciona o melhor aproveitamento em todos os espaços

O LEAD AMÉRICAS BUSINESS dispões de uma grande diversidade de ambientes para oferecer total flexibilidade a cada segmento de negócio. São 7 blocos que compõem um conjunto de 803 unidades em um terreno de 42,618 m².





Avenida das Américas, 2.480

MAIORES INFORMAÇÕES

(21) 9640-78865

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Fim de ano pode ser boa época para comprar imóvel


Este final de ano pode ser um bom momento para quem já vinha procurando imóveis. Além da desaceleração da alta dos preços no mercado imobiliário, algumas construtoras oferecem descontos ou melhores condições de negociação neste período, de olho no maior poder de compra dos consumidores, que recebem o 13º salário, e na redução dos estoques para alcançar um bom fechamento anual.

 Como a adoção de uma estratégia mais agressiva de vendas depende da condição de cada construtora, e não apenas do fator sazonal, a orientação é aproveitar boas oportunidades se a intenção já era comprar um imóvel, mas não encarar o momento como uma chance única de conseguir bons preços na compra do imóvel.

Segundo especialistas, o cenário é propício para que algumas oportunidades surjam principalmente entre as construtoras que possuem capital aberto, uma vez que, com as ações negociadas em Bolsa, elas precisam alcançar certas metas e mostrar bons resultados aos acionistas nos balanços trimestrais.

Para isso, algumas delas buscam oferecer promoções para reduzir seus estoques e aumentar o fluxo de caixa. “Algumas empresas fazem promoções ostensivamente, anunciam descontos, mas outras acabam apenas oferecendo melhores condições nos plantões de vendas”, explica o professor titular de real estate da Escola Politécnica da USP, João da Rocha Lima. Algumas boas ofertas, como ele acrescenta, podem não estar estampadas em anúncios, mas sim aparecer durante o momento da transação ou da negociação.

Luiz Fernando Gambi, diretor de comercialização e marketing do Secovi-SP, complementa que muitas empresas acabam trabalhando seus descontos de forma mais "banal", sem grandes alardes. “Muitas empresas, quando querem incentivar as vendas, comunicam aos seus canais de venda que estão flexibilizando sua tabela de desconto. Elas avisam aos vendedores que se antes eles poderiam dar descontos de 2%, agora podem trabalhar com 3%”, diz.

Marcelo Dzik, diretor de incorporação da construtora Even, afirma que o final de ano é um momento em que a construtora busca aproveitar a maior disponibilidade de renda dos consumidores por causa do décimo terceiro e também a maior intenção de compra de algumas pessoas que pretendiam comprar seu imóvel em 2012, mas ainda não o fizeram. Mas, ele explica que as oportunidades são muito mais condicionadas à necessidade de desovar unidades em estoque em um determinado momento, ou ao tipo de produto oferecido do que ao encerramento do ano.

Para encontrar maiores descontos nesta época, uma dica dos especialistas é partir do comprador a oferta de melhores opções de pagamento. Oferecer uma entrada maior, por exemplo, é algo que pode gerar descontos durante o ano todo, mas no final do ano a oferta pode surtir ainda mais efeito se a construtora estiver em busca de melhores resultados antes do ano acabar.



Cuidados 

Ainda que todos os fatores levantados indiquem que os compradores podem se beneficiar neste final de ano, é importante que a decisão da compra seja planejada. Grandes “saldões”, descontos, brindes e vendas diretas com as construtoras são jogadas de marketing que podem ser muito bem-vindas, mas não devem ser o fator norteador da compra.

Conforme Rocha Lima explica, a compra de um imóvel, em muitos casos, representa o gasto mais alto da família, por isso é preciso ter cautela. “Um imóvel não é uma mercadoria que você entra na loja e compra. É uma decisão lenta, que exige reflexão, exige um olhar de 20 anos para frente e, em um horizonte mais curto de tempo, exige um olhar sobre a estabilidade do emprego e a capacidade de pagamento”.

As eventuais promoções de final do ano e as valorizações mais modestas, portanto, não devem acelerar a compra. O processo costuma ser demorado e durar cerca de seis a sete meses, segundo o professor da Politécnica. Por isso, fechar o negócio em um mês apenas pela motivação da promoção pode não ser uma boa decisão.

Gambi também acrescenta que de fato algumas empresas, para demonstrar aos acionistas resultados, reforçam as vendas em períodos de mudança de trimestre, mas mesmo assim elas não são capazes de oferecer descontos tão altos. “Elas podem estar dispostas a abrir mão de um pequeno lucro, mas olhando os balanços das empresas de capital aberto, a maior parte das incorporadoras têm margem de lucro de 11%, 12%. Então, se elas oferecerem 12% de desconto, elas não ganham nada”, afirma.

Portanto, segundo o diretor do Secovi, muitas vezes descontos superiores a 12% podem ser impraticáveis e sinalizar que o imóvel tem algum tipo de problema que tem impedido sua venda.

Por: Priscila Yazbek

Fonte: Exame 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

CARIOCA RESIDENCIAL - 1º BLOCO 90% VENDIDO EM APENAS 1 DIA - E VOCÊ, VAI FICAR FORA DESTA?

O Lançamento do Carioca Residencial foi um sucesso.

Gente bonita, gente inteligente e investidores compareceram ao stand de vendas no domingo - 1º de setembro - para realizar o melhor investimento do momento: Comprar uma unidade do Carioca Residencial.

O Projeto RIO PARQUE CONDOMÍNIO BAIRRO que já se tornou realidade, alcançou 61% de  valorização nos últimos 24 meses. Após o sucesso de vendas do América Condomínio Clube e do Rio Residencial  esta é a última oportunidade para se viver do jeito mais exclusivo, e agora com um parque bem em frente a sua casa.

Próximo do Shopping Nova América e Metrô, acesso fácil e rápido a Linha Amarela e Avenida Brasil, o Carioca Residencial é o melhor investimento imobiliário.


Para quem perdeu o Bloco Samba teremos o Chorinho. É correr para aproveitar!

Entre em contato e faça sua reserva pois vai acabar muito rápido.

(21) 8522-9511 ou 8354-7435

Algumas imagens do dia 1º de Setembro



quinta-feira, 1 de agosto de 2013

INVESTIMENTO EM FUNDOS DI, LCIs, LCAs, CDBs...veja a matéria e analise os riscos.


Olá.

Sempre que converso com as pessoas afirmo que o melhor é investir em imóvel.

Saiu uma matéria no Brasil econômico, hoje, que eu quero compartilhar.

Justifica as minhas declarações quando a imóvel.

Cimento, tijolo, pedra e areia não desvalorizam.

Faça sua análise e pense bem antes de investir.


Um abraço.





Uma grande sopa de letras no cardápio dos bancos

Brasil Econômico, 01/ago

Fundos DI, LCIs, LCAs, CDBs e toda uma sopa de letras está no cardápio dos bancos de varejo para ser ofertado aos clientes. Uns rendem mais, outro menos e a dificuldade de quem ainda pouco entende de finanças para escolher a melhor opção é grande. Por isso, o gerente da agência acaba exercendo um papel fundamental. Por isso, a reportagem do Brasil Econômico visitou agências dos seis maiores bancos do país para saber como esses profissionais estão instruindo os pequenos investidores.
 
As respostas foram as mais variadas, desde uma gerente do banco Itaú que disse que fundo de previdência não era bom por ter taxas negativas, até aqueles da Caixa, únicos a oferecerem LCI. A tabela de rentabilidade desses investimentos mostra que dentre as opções de renda fixa, justamente a Letra de Crédito Imobilário (LCI) é que tem o melhor retorno no ano. É parecido como do CDB, de 4,17%, a diferença é que na LCI não se paga imposto de renda, como lembra Ricardo Pereira, consultor financeiro e sócio do DinheiramaEducação Financeira.
 
Em 12 meses, levantamento feito pelo educador financeiro Mauro Calil, mostra também a LCI tem melhor retorno, assim como a Letra de Crédito ao Agronegócio (LCA).
O pequeno investidor precisa também ficar atento às taxas de administração, que reduzem os retornos. Fabio Colombo, consultor de investimentos, defende os fundos DI, como opção conservador, já que tem baixa taxa de administração se comparado a outros fundos, menor que 1,5%.
 
De acordo como consultor financeiro André Massaro, a baixa margem de lucro dos investidores devido aos custos crescentes, principalmente com os fundos, fez com que as instituições financeiras fossem pressionadas, gerando oscilação no mercado e uma maior prudência nos investimentos.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Brasileiros compram apartamentos em Miami, nos Estados Unidos, para economizar e ainda saem no lucro por estarem localizados em cidade litorânea

Luxo que cabe no bolso

DIÁRIO DA MANHÃ
THAMYRIS FERNANDES


A busca por imóveis no exterior tem se tornado maior entre os brasileiros há algum tempo, especialmente nos Estados Unidos. De acordo com dados recentes sobre o setor, a preferência de quem adquire um imóvel fora do País é Miami, na Flórida, um dos destinos mais procurados quando o assunto são compras.  
Segundo Sérgio Araújo, presidente de imobiliária que trouxe a possibilidade de aquisição de imóveis no exterior por goianienses, um dos motivos que levam os brasileiros a buscarem um imóvel na cidade americana são os preços dos apartamentos. Conforme explicou, os valores podem competir com imóveis em alguns setores de Goiânia ou sair mais baratos.
Como ressaltou o presidente, é possível encontrar apartamentos de US$ 3,5 mil a US$ 10 mil o metro quadrado, dependendo da região em que o imóvel estiver. Em Goiânia, por exemplo, o preço médio do metro quadrado dos apartamentos, calculado pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) de Goiás, chegou a superar os R$ 4 mil, em junho de 2013.
"Quanto mais próximo à praia, mais salgado é o preço. Mas, de forma geral, os imóveis saem mais ou menos pelo valor de um apartamento no Setor Bueno, na Capital, próximo ao Parque Vaca Brava", comparou Sérgio.
VENDAS
Com até 25% dos preços mais baixos que no Brasil, a demanda brasileira só tem crescido nos últimos dois anos, segundo o presidente. Dados da Associação de Corretores de Imóveis de Miami (Miami Association of Realtors), em 2011, 12% do total de imóveis vendidos a estrangeiros foram comprados por brasileiros.
A mesma sondagem mostra que os compradores do Brasil só não compraram mais imóveis que os venezuelanos, que respondem por 17% dos imóveis adquiridos. Embora sem números específicos, a associação afirma que em 2012 os brasileiros continuaram entre os principais compradores.
Outras sondagens do mercado imobiliário americano mostram também que os investidores do Brasil estão entre os maiores consumidores de apartamentos de mais de US$ 1 milhão. "As pessoas que mais buscam esse tipo de imóvel é quem já se organizou aqui no Brasil. Empresários que estão melhor estruturados financeiramente e que têm condições de investir quantia maiores", comentou Sérgio.
De acordo com o diretor e fundador de uma das primeiras imobiliárias brasileiras a atuarem nos Estados Unidos, Leo Ickowicz (também corretor de imóveis), somente nos últimos três anos sua empresa fechou mais de 600 negócios com brasileiros em Miami. "Antes as pessoas tinham uma visão negativa da cidade, mas agora é possível, pois ela está mais cosmopolita. Tem tudo que uma cidade como Nova York ofereceria, com um visual e um clima muito parecido com o Rio de Janeiro. Isso sem falar na boa fama de Miami quanto à segurança."
Segundo Leo, a questão da proximidade com o Brasil também conta bastante na hora da escolha, bem como a boa aceitação da língua portuguesa e espanhola na cidade. "Há uma série de atrativos aos brasileiros, inclusive a grande comunidade latino-americana que hoje está instalada em Miami. Além disso, a noite da cidade é bem badalada, cheia de celebridades, o que ainda conta pontos a favor."
OPORTUNIDADE
"Pra mim e minha família foi um ótimo investimento. O apartamento é muito bom, eu posso alugá-lo quando não estou usando, economizo com hospedagem quando vou a Miami e ainda tenho o privilégio de convidar familiares e amigos para a cidade", ressaltou o empresário Mendel Goldman, que acabou de comprar um novo apartamento em Miami.
"Desde criança vou à cidade várias vezes ao ano porque tenho família lá, mas nunca imaginei que teria o conforto de estar em minha própria casa", disse. De acordo com Mendel, essa é uma excelente oportunidade, pelos preços e pela facilidade que é a transação. "Você só precisa estar dentro da legalidade, tanto brasileira quanto norte-americana; e ser cliente de um banco que atue também nos Estados Unidos."
Conforme ressaltou o empresário, esse é um investimento possível a qualquer classe social. Segundo ele, há preços para todos os bolsos e os custos dentro da cidade, em muitos casos, são iguais aos do Brasil ou até mais baratos. "A alimentação, por exemplo, é bem em conta em Miami e os serviços são de uma qualidade bem superior. Além disso, tudo na cidade é bem acessível quando o assunto é a língua, tida com a terceira mais falada da cidade", acrescentou.


sexta-feira, 5 de julho de 2013

Isenção de imposto sobre venda de imóveis é aprovada

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Quem vende um imóvel e utiliza o dinheiro para a compra de outro no prazo de um ano estará isento de imposto de renda incidente sobre eventuais ganhos obtidos nas transações, o chamado ganho de capital ou lucro imobiliário. Essa é a essência do relatório do senador Eduardo Suplicy (PT-SP) ao Projeto de Lei do Senado (PLS nº 21/2009), aprovado por unanimidade e em decisão terminativa nesta terça-feira pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. O projeto segue agora para a Câmara dos Deputados.

Ao duplicar o prazo atual de 180 dias para isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), o senador Eduardo Suplicy explicou que os valores elevados dos imóveis residenciais e o número de pessoas envolvidas tornam a transação, em muitos casos, altamente complexa, não se resolvendo rapidamente. Aumentando o prazo de 180 dias para 365 dias, o mérito do projeto é garantir prazo necessário para que o vendedor do imóvel compre outro nesse período e fique isento do pagamento do imposto de renda sobre os valores.

Um exemplo comum ocorre quando uma pessoa compra um imóvel e depois que os filhos crescem decide vendê-lo. Pagou-se pela casa R$ 30 mil a vinte anos e vendeu por R$ 100 mil, o imposto apenas incidirá sobre a diferença, o ganho de capital de R$ 70 mil, desde que essa pessoa não adquira outro imóvel no período de 365 dias.

“Esse lucro auferido na venda não será tributado se a pessoa física adquirir outra casa em 365 dias e atende uma reivindicação antiga”, afirmou Suplicy.

sábado, 18 de maio de 2013

IMÓVEIS DO MINHA CASA MINHA VIDA AO SEU ALCANCE SEM PRECISAR IR AO FEIRÃO


RESIDENCIAL COMPLETO ZONA NORTE 

porque não basta ser Minha Casa Minha Vida

perto da estação do trem, escolas, comércios de Pilares, Norte shopping, Supermercados Extra e Walmart, Cascadura e Madureira
imóvel dentro do Programa MCMV3 da Caixa

Agende uma visita e venha conhecer o apartamento decorado.
Pagamento facilitado, Subsídio 

(21) 8522-9511












quinta-feira, 16 de maio de 2013

A REGIÃO PORTUÁRIA SE INTEGRARÁ AO RESTO DA CIDADE TORNANDO O NEO LIFE O LUGAR IDEAL PARA INVESTIR OU MORAR.



Prepare-se para uma nova fase que está por vir.

Com o objetivo de integrar a Zona Portuária ao processo de desenvolvimento da cidade, a Prefeitura do Rio de Janeiro instituiu por lei a operação urbana Porto Maravilha, que fará de São Cristóvão a melhor opção de Investimento e Moradia na Zona Central da cidade.

O bairro conta com uma infraestrutura privilegiada de comércio e serviços, e está cercado por transportes de qualidade e pelas principais vias de acesso.

Aproveite e não perca a chance de  investir ou morar no melhor empreendimento residencial que São Cristóvão já viu.

Assista a apresentação e entre em contato (21) 8522-9511 para saber mais detalhes.




WI-FI NAS ÁREAS COMUNS 
PAY PER USE ( ARRUMAÇÃO SIMPLES, ARRUMAÇÃO COMPLETA, LIMPEZA PÓS-OBRA, POSTO DE COLETA DE LAVANDERIA)



domingo, 5 de maio de 2013

Média do metro quadrado do Rio supera R$ 9 mil





A cidade do Rio segue com o metro quadrado mais caro do Brasil. Segundo levantamento do Índice FipeZap, o preço médio da capital atingiu R$ 9.052 em abril. A variação em relação a março, quando chegou a R$ 8,941, foi de 1,2%. Em Niterói, a média foi de R$ 6.617, ficando pouco abaixo da média nacional (R$ 6.682).

Considerando todas as cidades pesquisadas, o índice teve um aumento de 1,1% no preço anunciado do metro quadrado em abril, superando a taxa registrada em março, quando atingiu 0,9%. Porém, ao observar o acumulado dos 12 meses, o indicador continua desacelerando. Em abril de 2012, o acumulado era de 21,8%, enquanto, agora, registrou apenas 11,9%.

No Rio, o Leblon é o bairro mais valorizado, com o preço médio do metro quadrado estimado em R$ 21.410. O ponto menos valorizado da cidade, por outro lado, é a Pavuna, com R$ 1.958. O Índice FipeZap calcula o valor médio do metro quadrado de imóveis em 16 municípios brasileiros. 


Fonte: Jornal Extra, 03/05/2013 
        

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Odebrecht coloca Porto Maravilha em nova fase



Valor Econômico, Paola de Moura, 05/mar

Trump Towers, Solace ou Port Corporate são alguns dos projetos de edifícios corporativos anunciados na região do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, no último semestre do ano passado. Por enquanto, o porto é um emaranhado de obras e mais de uma dezena de projetos de construção, a maioria edifícios comerciais. Mas a Odebrecht Realizações Imobiliárias decidiu testar o mercado na nova região, com o primeiro edifício construído dentro das especificações de toda a operação consorciada urbana. A expectativa do mercado é saber qual o valor do metro quadrado na região.
No dia 23, a OR lançou o Porto Atlântico, um empreendimento de sete torres estimado em R$ 1,7 bilhão de Valor Geral de Vendas (VGV). Localizado bem no meio da região, na saída do Santo Cristo, a construção será dividia em duas fases. A primeira com quatro torres, uma será corporativa de 28 mil metros quadrados, um edifício comercial com 330 salas e dois hotéis da rede Accor: um Novotel e um Ibis. A obra deve ficar pronta no primeiro semestre de 2016. A segunda fase abrange três torres corporativas, uma delas com heliporto, num total de 66 mil metros quadrados.

Daniel Vilard, diretor-superintendente da construtora conta que, no Centro do Rio, apenas 30% dos prédios oferecem qualidade considerada boa, com condições de instalações para TI, pé direito alto ou vagas de estacionamento. "Há empresas imobilizadas em três, quatro, às vezes até cinco diferentes endereços." Por isso, explica, o primeiro foco para a região portuária é o corporativo. A vacância neste segmento no Rio é uma das menores do país: 2,8%.
Vilard não informa o preço do metro quadrado, mas já há quem aposte nos preços de partida. "Hoje, no Centro, em um triple A, o aluguel é cotado entre R$ 140 a R$ 180 o metro quadrado. Na Barra da Tijuca custa entre R$ 100 e R$ 130", diz Alberto Robalinho, diretor da CBRE no Rio. "Como a Barra é mais distante, o preço de mercado, naturalmente é menor", explica.
Daniel Cherman, presidente da Tishman Speyer, lembra do lançamento do Ventura, na avenida República do Chile, instalado na região próxima às sedes da Petrobras e do BNDES mas não tão nobre. A primeira torre do triple A foi entregue m 2008. "Quando o Ventura começou a ser construído, diziam que não havia demanda. Éramos chamados de loucos", diz. "Hoje, depois da segunda torre, é exemplo de sucesso", afirma Cherman. Atualmente, os aluguéis no Ventura variam entre R$ 170 e R$ 180 o metro quadrado. "Imagino que uma empresa que paga caro num escritório antigo no Centro, sem instalações adequadas, possa gastar o mesmo para instalar-se numa área nova, com grandes lajes e espaços mais modernos."
A Tishman, também, possui dois empreendimentos na região. O primeiro deles a cerca de 500 metros da região em reformas. Cherman acredita que o projeto será um sucesso. Localizado no início da Avenida Brasil, o Port Coporate também está prestes a ser lançado. O investimento será R$ 250 milhões numa torre de 22 andares sendo 18 de escritórios, com 32 mil metros quadrados disponíveis para locação e 560 vagas de estacionamento. Cherman prevê um aluguel cerca de 30% menor do que o Ventura. "Não estamos na região diretamente beneficiada, mas muito próximos dela. Acreditamos que será bastante atrativo devido ao custo menor."
A diferença se dá em função da não obrigação em adquirir os Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepac). Como o Port Corporate está fora da região reformada, não é necessário comprar os títulos, nas mãos hoje do Fundo de Investimento Imobiliário Porto Maravilha, administrado pela Caixa Econômica.
O segundo projeto será construído numa região mais central do Porto da Marítima. Num terreno conhecido como Pátio da Marítima, em frente à Cidade do Samba, será erguido outro triple A com 2 torres de 60 mil metros quadrados cada. Lá foi necessária a aquisição de Cepacs. "Apostamos no Rio, porque vem crescendo mais que a média nacional", diz. "O Porto começa com empreendimentos corporativos. Mas será, no futuro, um bairro completo, com residencial, shopping e serviços."
Para Christian Bettoni, gerente comercial da JTavares, corretora de imóveis para empreendimentos corporativos, até 2017 a demanda no Porto será crescente. "O petróleo é mesmo o carro-chefe dessa aceleração. Há muitas empresas do setor divididas pelo Centro, que precisam de grandes escritórios para se unir".
Bettoni acrescenta que há poucas ofertas de terrenos para as construtoras, o que também valoriza os imóveis construídos. Para se ter ideia dos preços, a JTavares está vendendo um galpão na avenida Pedro Alvares, de 2.400 metros, por R$ 8 milhões. "Quando o Porto começar a precificar, ficará mais fácil para as transações serem fechadas", acredita o gerente.


Cidades com os imóveis mais caros do país



Brasil Econômico, 03/abr

Bem longe do supervalorizado m² do apartamento mais caro do mundo, as cidades brasileiras continuam com grande diferença no valor dos imóveis. Segundo dados do mês de fevereiro, o Rio de Janeiro tem a média mais alta do valor do m². O bairro carioca mais caro é o Leblon, que registra média de R$ 20.762 o preço do m². Ipanema fica em segundo com o valor de R$ 17.871. Segunda colocada, a cidade de São Paulo tem no bairro Vila Nova Conceição, na Zona Sul, o bairro mais valorizado da capital. O m² na região nobre custa R$ 12.247. Os preços mais acessíveis são em Guaianazes, R$ 2.859.

Fonte - ZipeZap


quinta-feira, 21 de março de 2013

Região de Itaguaí pode ver população quase triplicar e ter inchaço maior que Macaé


O peso dos investimentos

O Globo, Henrique Gomes Batista e Marcello Corrêa, 21/mar


O crescimento esperado com os novos investimentos da Petrobras, portos e o Arco Metropolitano vai fazer a região de Itaguaí ter um crescimento de três a quatro vezes mais que Macaé cresceu quando começou a exploração de petróleo na área. Estudo inédito da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), que será divulgado hoje, indica que a população da cidade e dos municípios de Japeri, Mangaratiba, Mesquita, Nova Iguaçu, Nilópolis, Paracambi, Queimados e Seropédia passará dos atuais 1,6 milhão de pessoas para algo entre 3,5 milhões e 4 milhões de habitantes.
O estudo estima o impacto na região em um horizonte de cinco a 15 anos, levando em conta os novos portos que estão sendo construídos em Itaguaí (Superporto do Sudeste e a ampliação de outros terminais), a proximidade com o Comperj, que pode fazer com que a região se transforme no porto do pré-sal, a conclusão do novo Arco Metropolitano e a concentração de atividades da Petrobras e de empresas de logística na região. O documento indica que a atuação da Petrobras na região tende a ser maior que a estrutura que a estatal tem hoje em Macaé e alerta para a necessidade de investimentos em infraestrutura.
Riley Rodrigues, especialista em Competitividade Indústria e Investimentos da Firjan e responsável pelo estudo, explica que prevenir sai mais barato que remediar.
- O primeiro passo para a região é a criação de um plano diretor regional, que ordene este crescimento e preveja os investimentos necessários para ampliar a infraestrutura da região. Se feitos previamente, os investimentos saem a um custo 20% menores que quando feitos para atender a demanda já estabelecida. A região tem cerca de cinco anos para se preparar para o início mais forte do impacto destes novos projetos - afirmou.
Rodrigues lembra ainda que a região precisa contar com melhorias na rede de gás e energia e melhorar o ordenamento habitacional, com obras pesadas de saneamento básico e moradia, para se evitar a favelização da região. Além disso, será necessário melhorar a gestão ambiental dos municípios e aumentar a escolarização e a qualificação de mão de obra da região:
- Grande parte destes investimentos cabem aos governos estadual e federal, além de empresas privadas. Mas cabe aos municípios se organizarem e buscarem estes recursos, alguns até já disponíveis, como o Minha Casa. Minha Vida - afirmou o pesquisador.
No entorno do Porto de Itaguaí, que somente em 2012 movimentou mais de e 57 milhões de toneladas de carga, o péssimo estado das vias de acesso ao terminal, com muitos buracos, é um exemplo do tipo de desafio que a cidade enfrentará.
Itaguaí já vive uma onda de crescimento, com investimentos de empresas como MMX, Vale e Odebrecht. A população local cresceu 33% em dez anos, chegando a quase 110 mil habitantes. É uma cidade bem diferente da encontrada pelo aposentado Geraldino Santos Conceição, de 72 anos, que chegou ao município há 25 anos.
- Quando me mudei do Rio para cá, não tinha nada. Nos últimos cinco anos cresceu muito, mas também aumentou a violência - contou Geraldino.
O comércio também vive um misto de impactos positivos e negativos. Se, com mais gente na cidade, há mais movimento, a especulação imobiliária é um problema, afirma a Associação Comercial Industrial e Agro-Pastoril de Itaguaí (Aciapi).
Para o professor de economia da UFF Leonardo Muls, cuja tese de doutorado é sobre o desenvolvimento de Itaguaí, é importante que a renda gerada pelos empreendimentos seja absorvida pela economia local, por meio de estímulos ao trabalhador que chega à cidade.
- Normalmente, nem material de escritório eles (os grandes empreendimentos) compram em Itaguaí. É preciso estimular a mão de obra local.
O estudo da Firjan também aponta a necessidade de adequação logística e de mobilidade, como a extensão da Via Light e do ramal de trem de passageiros de Santa Cruz até Itaguaí:
- Algumas destas obras estão prontas para serem feitas, como a extensão da Via Light, orçada em R$ 350 milhões e já com licenciamento ambiental aprovado - afirmou Rodrigues.
Segundo a Firjan, quando concluído, o Arco Metropolitano reduzirá em até 20% os custos de transporte para o Porto de Itaguaí. Muls, da UFF, lembra que a população flutuante pode ser outro problema.
- O anúncio de grandes projetos atrai uma população de fora, e nem sempre esses empreendimentos se concretizam - explicou, destacando o inchaço dos anos 1990, quando o crescimento do município ultrapassou o do Estado do Rio.


Prefeitura do Rio quer transformar casas históricas em hotel butique


Folha de São Paulo, 21/mar

O governo municipal do Rio quer desapropriar um grupo de casas históricas do bairro do Cosme Velho, na zona sul do Rio, e cogita transferir os endereços para uma rede hoteleira.
Um decreto assinado pelo prefeito Eduardo Paes - publicado na terça-feira desta semana - passou a classificar como área de utilidade pública os quatro imóveis vizinhos, localizados no largo do Boticário.
Após a desapropriação, haveria uma licitação para escolher o grupo hoteleiro responsável por restaurar e transformar os imóveis em um hotel-butique-pequeno, de alto luxo, destinado a um público de elevado poder aquisitivo.
O texto destacou a "importância histórico-cultural do largo do Boticário e a necessidade de requalificar este espaço da Cidade".
As quatro casas construídas no fim do século 19, todas em péssimo estado de conservação, pertencem a Sybil Bittencourt, herdeira de Paulo Bittencourt, dono do jornal "'Correio da Manhã", que parou de circular em 1974.
As características arquitetônicas dos imóveis são tombadas pelo Instituto Estadual do Patrimônio Artístico e Cultural (Inepac).
O largo do Boticário também está listado como Área de Proteção ao Ambiente Cultural (Apac).
Em 2007, uma das casas de Bittencourt chegou a ser invadida por um grupo de vinte famílias que lá permaneceu por mais de seis meses.
Durante as próximas semanas, emissários da procuradoria do município irão ao largo do Boticário para vistoriar os imóveis e, posteriormente, estabelecer um valor de mercado para as desapropriações.
A Folha procurou os advogados da proprietária das quatro casas, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição

Ficheiro:LargoBoticario3.JPG