sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

IPTU verde

O Globo, Economia Verde, 30/jan

Chega o início do ano e é sempre a mesma história. Hora de pagar o IPTU, o IPVA e de comprar material escolar. O dinheiro que sobrou do décimo terceiro, se é que sobrou, nem sempre dá. Com relação ao IPTU, existem só duas escolhas: pagar a cota única com desconto ou dividir em dez parcelas. Há também a possibilidade de não pagar e esperar que essa dívida seja renegociada, mas isso é mais complicado.

O fato é que o contribuinte não tem muito que fazer para gerenciar essa despesa. Ou paga, e escolhe como pagar, ou não paga, e arca com as consequências. Mas não precisa ser assim. Em algumas cidades do mundo existem incentivos fiscais para os cidadão s que investem nos seus imóveis tornando-os mais sustentáveis e, portanto, melhores para a comunidade. 

Os modelos são variados. Na Holanda, por exemplo, os estímulos às construções sustentáveis existem desde os anos 60. Hoje, o pals já reaproveita 90% dos resíduos das obras e os edifícios "verdes" permitiram uma economia de energia de 35%, entre 1960 e 2008. 

Cerca de 40% das emissões de CO no mundo têm origem nos edifícios. No Brasil, as construções, especialmente nos grandes centres, consomem 44% da energia, sendo 22% no uso residencial, 14% no comercial e 8% nos prédios públicos. Em alguns países o incentivo fiscal se dá através do próprio Imposto de Renda. No Brasil, no entanto, cresce o número de municípios que estão adotando o IPTU Verde. Ele funciona como um desconto para o morador que construir ou reformar o seu imóvel implantando sistemas ambientalmente eficientes, como captação e reuso de água, geração de energia, tratamento de resíduos e uso de materiais reciclados.

Guarulhos, em São Paulo, foi uma das primeiras a seguir por esse caminho. Lá, os descontos variam entre 3% e 20%. Para ter direito ao benefício, válido por cinco anos, é preciso adotar pelo menos dois dos diversos critérios previstos na lei. Quem tiver uma ou mais árvores na sua casa ganha 2% de desconto no valor anual do IPTU. Captação de água de chuva vale 3%. Aquecimento hidráulico solar, mais 3%. Omes mo percentual ae reauçao 013MO por quem tiver um telhado verde. Já o uso de energia eólica permite um desconto de 5%. 

Em 2012, no Rio, aproveitando a onda da Rio+20, a prefeitura lançou o selo Qualiverde. Dividido em duas categorias, o Qualiverde 70 e o Qualiverde 100 ou Qualiverde Total. Na verdade, trata-se de um sistema de pontos que incentiva a economia e o reuso de água e a diminuição de fatores que causam enchentes, como a impermeabilidade do solo. Além de valorizar a eficiência energética, a coleta seletiva de lixo, 20% É o desconto máximo no valor do IPTU concedido aos moradores de Guarulhos, em São Paulo, que investirem em construções ou reformas sustentáveis.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Um grupo de estrangeiros vai pagar 250 mil dólares pelo aluguel de uma chácara

Que Copa, hein!

O Globo, Ancelmo Gois, 27/jan

Veja só como o mercado imobiliário está superaquecido por causa da Copa. Um grupo de estrangeiros vai pagar 250 mil dólares, mais de meio milhão de reais, pelo aluguel de uma chácara no Alto da Boa Vista, no Rio, durante o período dos jogos.

Segue...

E um apartamento de quarto e sala, com 130 metros quadrados, no Leblon, foi alugado por R$ 50 mil nos dias de Copa.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Será executada hoje a maior etapa de concretagem da obra do Museu do Amanhã

À espera do amanhã

O Globo, Ancelmo Gois, 24/jan

Será executada hoje a maior etapa de concretagem da obra do Museu do Amanhã, um dos grandes projetos de revitalização do Porto do Rio, de autoria do arquiteto espanhol Santiago Calatrava. 

Serão usados 59 caminhões betoneiras para fazer a laje do auditório, aquela estrutura redonda, mais ou menos no meio do píer. Com isso, as obras vão ultrapassar o estágio de 50% de conclusão. O Museu do Amanhã, que, como se sabe, será dedicado às Ciências, tem previsão para ser inaugurado no primeiro semestre de 2015. Maravilha! 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

LEAD AMÉRICAS BUSINESS

LANÇAMENTO RJZ CYRELA

LEAD AMÉRICAS BUSINESS
Um Investimento Raríssimo

Decida-se por ter seu negócio no ponto mais nobre do início da Avenida das Américas

Um Empreendimento que proporciona o melhor aproveitamento em todos os espaços

O LEAD AMÉRICAS BUSINESS dispões de uma grande diversidade de ambientes para oferecer total flexibilidade a cada segmento de negócio. São 7 blocos que compõem um conjunto de 803 unidades em um terreno de 42,618 m².





Avenida das Américas, 2.480

MAIORES INFORMAÇÕES

(21) 9640-78865

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Imóveis no Rio ficaram 15,2% mais caros em 2013

O Globo, 07/jan

Os preços dos imóveis no Rio de Janeiro subiram 15,2% em 2013, segundo o Índice FipeZap, divulgado nesta segunda-feira. No caso dos aluguéis, a alta foi de 8,3%. Apesar do aumento, os dados mostram que houve desacelaração na alta dos valores de locação, visto que em 2012 o acumulado do ano foi de 11,4%. Já em relação aos preços de venda, a variação é praticamente a mesma registrada no ano anterior, de 15%. Os valores estão acima da inflação projetada pelo IPCA, de 5,7%.

Eduardo Zylberstajn, coordenador da pesquisa, ressalta que, mesmo com um fôlego menor, os preços dos aluguéis no Rio continuam a subir:

- A locação no Rio teve um desaceleração na comparação com 2012, mas ainda assim é uma alta. Nós já vínhamos observando um ritmo menor. A variação da venda vem subindo mais que a da locação, mas isso não significa, necessariamente, que este cenário se manterá ao longo de 2014 - afirma Zylberstajn.

Na média nacional do período que compreende janeiro a dezembro de 2013, a variação para venda foi de 13,7% na pesquisa que inclui 16 cidades (chamado de grupo Ampliado) e 12,7% nas sete capitais (grupo Composto Nacional) - o método de pesquisa do índice é feito em dois grupos, e o Ampliado só começou a ser realizado em junho de 2012. No grupo Composto Nacional, que levam em consideração sete capitais, a alta de 2013 foi menor que a de janeiro a dezembro de 2012, quando foi registrado aumento de 13,7%.

Na pesquisa das 16 cidades, Brasília foi a única em que os preços de venda subiram menos que a inflação - apenas 4,2%. Os demais locais apresentaram variação acima da inflação: entre os 9,5% de São Bernardo do Campo e a fortíssima valorização de 37,3% em Curitiba. Vitória teve alta de 16,9%; São Paulo, de 13,9%; Porto Alegre, de 14%, e Belo Horizonte, de 9,7%.

Leblon continua no topo do ranking de preços

A variação mensal na capital fluminense para locação foi de 0,8% em dezembro. Nos preços de venda, a alta passou de 1,2% em novembro para 1,3% no mês passado. Na média nacional, a taxa caiu de 1,3% para 1% nas 16 cidades pesquisadas.

O preço médio nacional do metro quadrado anunciado em dezembro foi de R$ 7.303. O Rio continua com o valor mais alto, de R$ 9.937, seguido por Brasília (R$ 8.670) e São Paulo (R$ 7.815). O menor valor registrado é em Vila Velha (ES), de R$ 3.820.

Com um metro quadrado saindo em média a R$ 21.963, o Leblon é o bairro mais caro do Rio e do país. No ranking, Ipanema ocupa o segundo lugar, com R$ 19.818.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Imóvel usado requer mais cuidados com estrutura

Folha de São Paulo, Mariana Desidério, 15/dez

Imóveis antigos têm a vantagem de serem maiores do que os lançamentos recentes e custarem menos em comparação com novos do mesmo tamanho, mas é preciso prestar atenção à estrutura do apartamento e ao estado de conservação do prédio antes de fechar o negócio.

O engenheiro Victor Ventura, da Ventura Consultoria, destaca que a fiação é um dos principais pontos a se ficar atento, por isso recomenda checar se não há fios expostos e como está a situação do quadro de luz - se não há sinais de curto-circuito, por exemplo.

A idade da fiação também deve ser levada em conta. "Depois de um tempo, o plástico que protege os fios começa a ficar quebradiço."

Verificar a situação das madeiras também é importante, pois podem ter infestação de cupins. "O comprador consegue ter uma ideia apenas batendo, para ver se está oca."

Os apartamentos de último andar merecem atenção redobrada, já que as infiltrações são mais comuns. É necessário desconfiar mesmo quando não há manchas aparentes.

"Para vender, a pessoa dá um banho de loja, faz uma pintura, e isso disfarça as infiltrações", alerta.

Por conta de questões como essa, é recomendável contratar um especialista para fazer uma vistoria.

"Não é um serviço caro e, muitas vezes, é o negócio da vida da pessoa, então é importante que ela tenha esse cuidado", diz Marco Dal Maso, diretor da Aabic (Associação de Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo). O serviço custa cerca de R$ 200 por hora.

Casas antigas merecem atenção redobrada do comprador

As casas antigas merecem ainda mais atenção do que os apartamentos, pois podem ter sido construídas sem a supervisão de um especialista.

Redes de decoração e reforma começam temporada de descontos

"Em geral, as construtoras de edifícios trabalham com engenheiros. Já as casas podem ter sido erguidas sem esse suporte", afirma o engenheiro Victor Ventura. Por isso, a recomendação é fazer uma pesquisa para saber quem construiu o imóvel.

Nas casas, o principal problema a ser observado pelo comprador são as rachaduras, segundo o engenheiro. "Trincas grandes e compridas são mais preocupantes. Se estiverem perto de uma viga, podem ser muito comprometedoras", diz, ressaltando que o risco de uma fissura só pode ser dimensionado por um especialista.

Outro ponto que merece atenção é o telhado. "Às vezes, há infestação de cupins no madeiramento, o que pode levar ao desabamento da estrutura."

Essa foi a principal reforma que o administrador Marcelo Cernuschi fez em sua casa. O imóvel, comprado em 2009, fica na Lapa, na zona oeste de São Paulo, próximo à linha férrea.

"Mudei o madeiramento do telhado e também troquei as telhas, pois havia infiltração", conta. Além disso, foi necessário fazer a troca da fiação elétrica. Cernuschi afirma que não se sabe ao certo a idade da casa, mas diz acreditar que é dos anos 1940.

Para ele, a escolha valeu a pena. A compra do imóvel ficou em R$ 230 mil, e as reformas saíram por R$ 15 mil. "Comprei de um casal que se mudou para o interior. Paguei uma pechincha", afirma.

Segundo José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP, essa é mais uma vantagem do imóvel usado: fazer negócio com pessoas comuns. "É diferente de lidar com uma incorporadora, inflexível na negociação."

Redes de decoração e reforma começam temporada de descontos

De olho no consumidor que quer redecorar a casa antes das festas de fim de ano ou logo no início de 2014, várias redes de móveis e de material de construção lançam promoções em que anunciam descontos de até 70%.

A Telhanorte promete redução de preços nas lojas da rede em Minas Gerais, São Paulo e Paraná até a próxima quinta-feira (19).

A Dicico tem produtos com abatimento no preço até quarta-feira (18). Na C&C, a campanha promocional vai até o dia 24.

Já a Leroy Merlin não informou o percentual de desconto. A rede lançou o Festival da Jardinagem, que termina também no próximo dia 24.

Segundo a assessoria da empresa, há 300 produtos em promoção, entre móveis para piscinas, equipamentos para jardinagem, churrasqueiras e flores.

No início do ano, a concorrência também deverá estar acirrada. Na Etna, são anunciados descontos dos dias 2 de janeiro a 9 de fevereiro.

No Lar Center, shopping na zona norte da capital paulista, a campanha vai de 17 de janeiro a 16 de fevereiro. Na rede Tok&Stok, as ações promocionais começam em 7 de fevereiro e terminam em 2 de março.